Do Baby Replicants Dream of Silicone Milk?
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Ao tomar conhecimento da saga da modelo e personalidade televisiva argentina Sabrina Sabrok lembrei-me, em primeiro lugar (mais por causa do título do que da novela em si), do livro do genial Philip K. Dick em que se baseou Blade Runner, Do Androids Dream of Electric Sheep?
Bem, verdade seja dita, o livro foi a segunda coisa de que me lembrei. A primeira foi, ao ver as fotos, pensar que esta rapariga Sabrina leva o sexo demasiado a peito: ao longo dos últimos 17 anos, submeteu-se a 17 operações plásticas cujo principal objectivo – além de colar carradas de botox nos lábios – foi o de insuflar uns sete litros de silicone entre as protuberâncias mamárias. A inacreditável evolução desta mulher pode ser vista neste post.
Eu não sei qual a vossa opinião, mas fazer amor com esta mulher deve ser o mais próximo que poderemos estar de nos transformarmos num João Garcia do sexo. Garcia é o alpinista português que neste momento se prepara para subir ao cume de Anapurna, no Nepal.
Lembrei-me de Do Androids Dream of Electric Sheep talvez por ver este tipo de opções estéticas como uma forma de esta mulher se tornar uma replicant, um mero modelo para diversão sexual dos colonos, como a modelo Pris do filme; mais humana do que os próprios humanos, ou seja, mais sexual do que as próprias mulheres, mais fértil do que a Vénus de Willendorf.
Todas estas ideias se desvanecem quando a imagino alimentando dúzias de bebés replicants sedentos de silicone.

































