30/Agosto/2010

Isto não é um post

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Colírio blogosférico

Sabiam que o interesse sexual é potenciado pela dopamina, uma hormona dos neurónios produzida pelo hipotálamo e que provoca a libertação de testosterona? Eu sei, o Bitaites acabou de potenciar a vossa cultura geral e vocês estão muito gratos.

Aliás, é devido à dopamina que cerca de 99 por cento dos homens ainda não conseguiu ler este post. Isto nem é um post, é colírio blogosférico, uma forma fácil de dilatar-vos as pupilas.

Por outro lado, os visitantes do sexo feminino poderão considerar, como fez o escritor Guy de Maupassant, que o rabo das mulheres é tão monótono como o espírito dos homens.

Que seja então o colírio blogosférico: o Bitaites está de volta.

Há um mês que não mexia no computador durante mais de um minuto – o tempo suficiente para ver se o blogue continuava de pé e pouco mais. Tenho toneladas de emails para rever, mas sinto-me revigorado e pronto a continuar o que, para mim, sempre foi um trabalho feito com gosto: escrever e manter este blogue.

Nada na minha vida se alterou: continuo desempregado, mas depois destes dias de reclusão sinto-me finalmente preparado para não escrever uma linha sobre o assunto.

Publicado por Marco Santos | Categoria: Pessoal | 39 comentários »
31/Julho/2010

Rádio Bitaites [33]

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Publicado por Marco Santos | Categoria: Rádios | 13 comentários »
23/Julho/2010

Any Cover You Like

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Covers de Pink Floyd

Os que acompanham este blogue já sabem que esta é a prometida segunda parte da mixtape de covers dos Pink Floyd. Os que aqui chegaram agora podem começar por este post. Sem mais considerações, algumas notas sobre esta mix.

Depois de o projecto ter sido recusado por várias editoras, Tim Elsenburg, guitarrista e principal compositor da banda inglesa Sweet Billy Pilgrim, comprou um portátil MAC, um Power Book, usou o Pro Tools – software profissional de edição e produção áudio – um «excelente microfone» e o ambiente acústico de uma simples barraca de jardim (fonte: Wikipédia) para gravar os primeiros temas.

É esta banda que inicia a segunda parte desta mix de covers dos Pink Floyd, com uma das versões mais bizarras da faixa que abre, de forma «pesada», o disco The Wall. In The Flesh é cantado com um enorme desprendimento emocional e uma escolha de instrumentos completamente inusitada – aliás, em muitos dos covers às faixas desse disco essa distanciação ocorre: sendo Roger Waters o supremo intérprete dos seus dramas nas versões originais, fico com a impressão de que muitos músicos optam por uma distância prudente em relação ao estilo mais histriónico de Waters.

Isso nota-se também na faixa seguinte, o hino Another Brick In The Wall (Part 2), desta vez recriado pelos Slaraffenland – uma banda de pop/rock experimental da Dinamarca: o The Wall é pessoal, muito pessoal; tal como a designação Pink Floyd resultou da junção de dois nomes – os bluesman Pink Anderson e Floyd Council –, também o personagem Pink do disco e do filme resulta da justaposição de duas histórias e duas pessoas: Waters e os seus dramas de infância e a progressiva deterioração mental de Syd Barrett. Waters usou os seus próprios traumas para contar e explicar o isolamento do fundador da banda.

Na terceira cover desta mix, outra vez o mesmo desprendimento dramático: trata-se de The Trial, o momento mais operático do disco, cantado pela voz bonita e bem-educada de Simon Bookish. Bookish vem da música clássica, é esta a sua escola, mas ao ouvi-lo cantar lembro-me (muito vagamente, claro) dos tempos remotos em que devorava óperas-rock do Andrew Lloyd Webber. Mas esta é uma excelente cover, porque gosto da voz dele e porque os violinos parecem ter sido tocados pelo espírito de Philip Glass.

A faixa seguinte, The Great Gig in the Sky, tinha sido originalmente pensada para fechar a mix – infelizmente, não encontrei nenhuma cover à altura. Então entrou esta versão sinfónica da London Philharmonic Orchestra, bem bonita, por sinal.

Será Roger Waters tão visceral assim, a ponto de transmitir a sensação de que as melodias se tornam mais doces e suaves quando interpretadas por outros? Vejam, na quinta faixa, a cover de Goodbye Blue Sky, dos Snowbird, uma banda inglesa muito pouco conhecida que disponibiliza alguns temas para descarregar na sua página oficial. Serão mesmo bombardeiros que sobrevoam céus cobertos de sangue ou pequenos e encantadores pássaros de neve?

A faixa seguinte é o regresso à normalidade: uma versão muito porreira de Corporate Clegg, escrita por Roger Waters para o segundo disco da banda, A Saucerful of Secrets. Quem a interpreta é Morgan Samarin e Hull LLP, sobre quem não sei absolutamente nada.

À sétima faixa, estamos outra vez em modo WTF. É mais uma versão de Another Brick In the Wall (Part 2), mas em estilo rap. Eu não tenho nada contra o rap como fenómeno cultural – os meus ouvidos, já traumatizados pelo rap postiço e exibicionista das estrelas da MTV, simplesmente preferem outras músicas. Neste caso, o que me cativou foi a recriação da letra de Big Lee, um importante rapper da cena nova-iorquina da década de 90 e que acabou por ser assassinado a tiro em 1999, pouco antes de lançar o segundo disco.

Conhecem a versão original Young Lust, certo? Esta cover de John Law é feita em modo pop-rock ressaca. O que é extraordinário é que John Law é um pianista de jazz com formação clássica, esta é uma versão totalmente inesperada que o leva a seguir caminhos muito diferentes do que é habitual. Oiçam.

A versão de Time tocada com a guitarra a fazer ta-na-na, ta-na-na, como se fosse uma música dos Fischer-Z? Não, esperem: agora já parece reggae. E aquela guitarra não faz lembrar o estilo ska dos velhinhos Madness? E a tipa que canta como se não tivesse pressa nenhuma? Desisto, oiçam vocês. É interpretada por Kelsey Wood (quem? Pois, eu também não conheço) e é o momento verdadeiramente WTF desta mixtape.

Os Billion Stars são uma banda americana da Califórnia e fazem aqui uma bela cover de Lucifer Sam, composta pelo primeiro génio dos Pink Floyd, Syd Barrett. Brook Claman (quem? Não sei) também recria uma boa versão de Let There Be More Light. O mesmo para a versão de Jugband Blues, outra de Syd Barrett, tocada pelos Eden, uma banda belga.

Crippled Black Phoenix é uma banda inglesa de post-rock composta por elementos de outras bandas (Iron Monkey, Gonga, Mogwai e Electric Wizard, entre outras). A versão de Run Like Hell não foge muito ao estilo da original, mas ouve-se bem. Segue-se uma versão de See Emily Play, o segundo single lançado pelos Pink Floyd da era Barrett, interpretada por James Combs. Combs é um músico de Los Angeles conhecido sobretudo por ter formado com a irmã April (vocalista) uma banda de art-rock chamada Arson Garden.

Segundo a Wikipédia, os Sky Cries Mary são um grupo de trance rock oriundo de Seattle. A sua cover de Wots… Uh the Deal é das melhores que já ouvi. O mesmo sucede com Hey You, a faixa seguinte, de S.A.M., que não conheço. Procurei na net e só encontrei referências a uma estação de rádio.

As últimas quatro faixas desta mix são todas do mesmo disco, um tributo aos Pink Floyd editado em 2005 e praticamente despercebido. O álbum foi projectado pelo ex-Yes Billy Sherwood e reuniu uma série notável de músicos, incluindo Dweezil Zappa (sim, é o filho de Frank Zappa), Aynsley Dunbar, Tony Levin (dos King Crimson) e Vinnie Colaiuta, entre outros.


Any Cover You Like

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Publicado por Marco Santos | Categoria: Música | 15 comentários »
20/Julho/2010

Careful With That Cover, Eugene

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Careful!

Esta é a primeira parte (ou o Lado A, se preferirem) de uma mixtape toda ela com covers de músicas dos Pink Floyd. Embora faça parte das emissões da Rádio Bitaites (nas tags é a MixTape 26), resolvi fazer desta um post normal.

Não incluí covers mais óbvias como as versões dub dos Easy Star All Stars ou a desbunda electrónica dos The Flaming Lips, preferi nomes e versões menos conhecidas. Importante também foi escolher interpretações que provocassem nos fãs dos Pink Floyd o efeito WTF (internetês da expressão inglesa que transmite espanto e incredulidade, What The Fuck). A segunda parte sairá daqui a uns dias.

Seguem-se algumas notas sobre os músicos desta mixtape.

Os Rat Hat Blue (a designação da banda foi retirada de uma canção dos Deep Purple do álbum Who Do We Think We Are, de 1973) eram uma banda de Los Angeles. O grupo foi contratado pela Atlantic Records em 1999. Um processo de reestruturação que afectou então a indústria discográfica levou a Atlantic a deixar cair a banda – e, com ela, o seu disco de estreia, Out With My Friends, já finalizado. O álbum pode ser livremente descarregado a partir desta página, de onde esta informação foi retirada. A sua contribuição para esta mix é feita por uma versão infame do The Wall, condensado em seis minutos de colagens: o zapping aplicado à música.

Harvette é outra banda de Los Angeles, composta pelo vocalista, guitarrista e compositor Danny Allen, o baixista Dave Chapple e o percussionista Mich Kink, também conhecido por ser um dos designers responsáveis pelas cores da série de animação Family Guy. A banda interpreta uma das pérolas da era Syd Barrett, Bike.

Sally Semrad é uma cantora do Texas – «um diamante», como escreveu Duane Leyva na crítica ao seu álbum de estreia. A sua voz quente, doce, quase maternal, interpreta Wish You Were, escrito em memória de Syd Barrett, como se estivesse ali só para nos dar colinho.

Mike Keneally nasceu para o mundo da música quando integrou a banda que Frank Zappa formou para a digressão de 1988 – a última. Keneally é, por direito próprio, um dos melhores guitarristas da actualidade e um dos mais interessantes músicos que já ouvi. Qualquer álbum que gravou é de audição obrigatória. A prova de como é um excelente guitarrista? Oiçam esta versão de Astronomy Domine, tocada quase 41 anos depois de Frank Zappa e os Pink Floyd se terem juntado em palco no Festival de Amougies, na Bélgica.

Segundo a Wikipédia, Ulver (lobos, em norueguês) é uma banda rock (norueguesa…) que mistura folk metal e black metal com ambient music e avant-garde e foi criada em 1993. Nesta versão de Another Brick In The Wall (Pt.1), nota-se mais o lado ambiental e electrónico do que qualquer outro género. Esta cover também preenche um dos requisitos para esta mix, provocar nos fãs dos Floyd o efeito WTF.

A versão que The Gentle Good (do multi-instrumentista galês Gareth Bonello) fez da faixa One of My Turns é também susceptível de provocar o efeito WTF entre os fãs de Pink Floyd. Gareth Bonello pegou no original (do disco The Wall), transformou-o e incorporou-o na sua própria linguagem musical, ignorando as guinadas psicóticas de Waters.

Da Wikipédia: Nik Turner, nascido a 28 de Agosto de 1940, em Oxford, é um músico britânico, mais conhecido como membro fundador dos Hawkwind, um grupo pioneiro do chamado space rock. Turner toca saxofone, flauta, canta e é compositor. Na banda, era reconhecido pelas suas actuações em estilo free jazz experimental e pela presença extravagante em palco, surgindo com frequência totalmente maquilhado, vestido roupas inspiradas no Antigo Egipto. É Turner o responsável pela cover de Careful With That Ax, Eugene.

Numira é uma banda de rock alternativo de Los Angeles liderada por John Stack, um músico bastante ecléctico e que por várias vezes já tocou ao vivo canções dos Pink Floyd. Esta é a sua versão de Sheep, do álbum Animals.

Os Yortoise são outra banda de rock alternativo de Los Angeles. A sua versão de Money provocará certamente o efeito WTF que pretendo. A cover que se segue de Have a Cigar, dos Ira, também deverá provocar o mesmo efeito. Logo dirão de sua justiça, não é?

Tom Freund é um cantor e compositor norte-americano mais conhecido pelas suas colaborações com Ben Harper, Graham Parker, Mandy Moore e Josh Kelley, entre outros, do que propriamente pela sua carreira a solo. A sua versão de Fearless é pouco excitante, mas muito, muito certinha e agradável de ouvir. Freund dispensou as claques de futebol da versão original.

Dave Chappel é o companheiro de aventuras musicais de Danny Allen e membro do grupo Harvette, já mencionado por causa da cover de Bike. Toca aqui uma versão de San Tropez, agradável mas não especialmente memorável. Quanto ao que Tim Mayer fez da canção Goodbye Blue Sky… modo WTF, outra vez.

Pierre de Beauport (dos Becca & Pierre, que tocam Childhood’s End) é conhecido por ser o técnico pessoal das guitarras de Keith Richards, dos Rolling Stones, e co-autor de uma canção, Thief in the Night, que apareceu no álbum Bridges to Babylon, lançado em 1997.

Courtney Fairchild é uma cantora do Texas com uma bela voz – gosto tanto da voz de Fairchild que até desculpo esta versão de sabor folk-country de Nobody Home.

Da Wikipédia: os Engineers são uma banda inglesa formada em 2003. Os seus trabalhos são frequentemente conotados com o estilo psicadélico e o post-rock, mas o grupo já afirmou que as suas influências são muito mais abrangentes, de The Cocteau Twins a Curtis Mayfield. Tocam Hey You.

Peter Broderick é um músico e compositor norte-americano, membro de uma banda indie dinamarquesa chamada Efterklang. Broderick é essencialmente um músico de estúdio recrutado para projectos de outros, mas já lançou vários discos em nome próprio. Gostei muito da sua versão de Is There Anybody Out There.

Os Quetzal foram formados por Quetzal Flores. A banda toca um misto de ritmos mexicanos e afro-cubanos, jazz, blues e rock, e tem uma excelente vocalista, Martha Gonzalez. A sua versão de Mother está bastante boa.

A última cover desta emissão é feita pelos Soundcarriers, que transformaram a catarse final de The Wall (Outside the Wall) numa canção que poderia ter sido escolhida por Tarantino ou mesmo Steven Soderbergh para o filme Ocean’s Eleven. O resultado é tão bizarro que decidi concluir esta primeira parte assim.


Careful With That Cover, Eugene

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18/Julho/2010

Rádio Bitaites [30]

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13/Julho/2010

Rádio Bitaites [29]

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Por causa destas mixtapes, consultei alguns sítios especializados em busca de boas dicas. Acabei por descobrir que faço tudo mal: não começo com uma música de arromba, misturo géneros e estilos com maior frequência do que o desejável e não organizo a playlist segundo um conceito específico.
Eu proponho viagens. Prefiro assim. Há paisagens sonoras que um ouvinte pode gostar mais ou menos, mas a ideia é fazê-la na mesma e conhecer novas músicas como se vivesse uma aventura de descoberta.
A música é demasiado preciosa para que a atenção que lhe podemos prestar se esgote apenas num único estilo ou género, ou época. Só a má música soa datada. Dito isto, eis mais uma emissão ecléctica e provavelmente contra todas as regras de como se fazer uma mixtape.

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8/Julho/2010

Como fazer o download das rádios

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O João perguntou na caixa de comentários como se fazia o download desta «maravilhosa» playlist. A  palavra «maravilhosa» despertou os meus instintos mais generosos, pelo que reuni forças para elaborar um post bastante exaustivo sobre o assunto. Dado que já não é a primeira vez que me fazem esta pergunta, juntei o útil ao maravilhoso.

A todos os interessados pela boa música, eis um guia ilustrado e definitivo sobre o assunto. Foi difícil, fartei-me de suar, fiquei com calos nos dedos, mas aqui está. Aproveitem, geeks, que eu não duro sempre!


Maravilhoso guia

1. Carregar onde diz «Continuar a ler» (é um link para o post completo).


Maravilhoso guia

2. Carregar no botão Play. A rádio começa a tocar e, à direita, surge o link para descarregar a emissão.


Maravilhoso guia

3. É recomendável fazer o download do ficheiro .cue associado («Salvar como…») e usar um player com a categoria de um Foobar2000, conforme fiz notar neste post.

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8/Julho/2010

Rádio Bitaites [28]

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Desocupado como estou, resolvi consultar na Wikipédia os géneros musicais de cada um dos nomes usados nesta emissão. O resultado é o seguinte: Jazz, Drum and bass, Hip Hop, Orchestral, Alternative Rock, Electronic, Folk Rock, Indie Rock, Country, Alternative Country, Acoustic ethnic-jazz (nunca tinha ouvido falar!), Trip hop, Post-rock, Dream pop (seja o que for que esta signifique), Post bop (é um subgénero do jazz) e Experimental music.
De loucos, não é? Bem, espero que esta nova emissão contribua para diversificar o vosso gosto e ajude a desmoronar essas barreiras artificiais entre músicos e músicas.

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Publicado por Marco Santos | Categoria: Rádios | 8 comentários »
2/Julho/2010

Rádio Bitaites [27]

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Se não gostam de jazz, escusam de ouvir esta. Os que gostam ou têm curiosidade, têm aqui uma boa oportunidade para conhecer este maravilhoso e riquíssimo mundo. Todas as faixas são calmas e melodiosas, mais «fáceis», se preferirem, porque o que me interessa aqui é aproximar-vos do jazz e não afastar-vos.

Existem duas covers curiosas nesta emissão: a de Karma Police, tocado por Christopher O’Riley, pianista clássico «obcecado por Radiohead»; de Comfortably Numb, dos Pink Floyd, na interpretação dos meninos traquinas do jazz, The Bad Plus, acompanhados pela vocalista indie Wendy Lewis. Boas audições!

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Publicado por Marco Santos | Categoria: Rádios | 11 comentários »