Não sei o que é mais espantoso. Se todo o hype à volta desta temática, se a incrivelmente célere reacção da comunidade através destas deliciosas caricaturas.
No caso Wikileaks começam a desenhar-se contornos que dizem respeito ao individual e ao colectivo. O que diz respeito ao individual vem baralhar o colectivo. Será Inocente ?
Talvez por ter conhecido o fascismo salazarista, penso que é necessário batalhar para que Wikileaks possa viver. Mas também não me posso deixar de questionar porque é que Assange prefere tomar como alvo as democracias ( e estas são imperfeitas ) em vez das ditaduras. E fazer anti- americanismo primário é fácil !
Mas quem se lembra que os consumidores de hamburgas ! contribuem, em grande escala, para a des-florestação da Amazónia ? E ainda ninguém respondeu ? Quantos hectares de selva e silva são ardidos, por dia, na Amazónia ?
Posso não estar totalmente de acordo com Wikileaks, mas penso que é necessário batalhar para que possa se expressar livremente : Não só na net, mas também na imprensa escrita.
Parabéns pela dialética sugerida dos dois desenhos.
“Mas também não me posso deixar de questionar porque é que Assange prefere tomar como alvo as democracias ( e estas são imperfeitas ) em vez das ditaduras. E fazer anti- americanismo primário é fácil !”
Porquê “prefere”? O WikiLeaks tem publicado o que lhes chega, não são eles que decidem os alvos. Farão escolhas de prioridades, mas têm já uma história de 4 anos a publicar documentação que incrimina países e instituições muito diversas: https://secure.wikimedia.org/wikipedia/en/wiki/WikiLeaks#Leaks
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Ricardo Alves
com Internet Explorer 8.0 em Windows 7 x64 Edition
Se eu critico alguém, porque é que eu tenho que criticar outros?
Ou seja, a desculpa “se criticas os estados unidos, porque não criticas os outros que são bem piores” é desprovida de sentido.
Ninguém está acima da crítica – e se um grupo escolhe como alvo um governo, ou uma série de governos, não têm que ser criticados porque se esqueceram de criticar o indivíduo x ou a nação y.
4 comentários
Não sei o que é mais espantoso. Se todo o hype à volta desta temática, se a incrivelmente célere reacção da comunidade através destas deliciosas caricaturas.
Olá,
No caso Wikileaks começam a desenhar-se contornos que dizem respeito ao individual e ao colectivo. O que diz respeito ao individual vem baralhar o colectivo. Será Inocente ?
Talvez por ter conhecido o fascismo salazarista, penso que é necessário batalhar para que Wikileaks possa viver. Mas também não me posso deixar de questionar porque é que Assange prefere tomar como alvo as democracias ( e estas são imperfeitas ) em vez das ditaduras. E fazer anti- americanismo primário é fácil !
Mas quem se lembra que os consumidores de hamburgas
! contribuem, em grande escala, para a des-florestação da Amazónia ? E ainda ninguém respondeu ? Quantos hectares de selva e silva são ardidos, por dia, na Amazónia ?
Posso não estar totalmente de acordo com Wikileaks, mas penso que é necessário batalhar para que possa se expressar livremente : Não só na net, mas também na imprensa escrita.
Parabéns pela dialética sugerida dos dois desenhos.
Nuno
“Mas também não me posso deixar de questionar porque é que Assange prefere tomar como alvo as democracias ( e estas são imperfeitas ) em vez das ditaduras. E fazer anti- americanismo primário é fácil !”
Porquê “prefere”? O WikiLeaks tem publicado o que lhes chega, não são eles que decidem os alvos. Farão escolhas de prioridades, mas têm já uma história de 4 anos a publicar documentação que incrimina países e instituições muito diversas: https://secure.wikimedia.org/wikipedia/en/wiki/WikiLeaks#Leaks
Se eu critico alguém, porque é que eu tenho que criticar outros?
Ou seja, a desculpa “se criticas os estados unidos, porque não criticas os outros que são bem piores” é desprovida de sentido.
Ninguém está acima da crítica – e se um grupo escolhe como alvo um governo, ou uma série de governos, não têm que ser criticados porque se esqueceram de criticar o indivíduo x ou a nação y.
Abre a pestana, tana.