… é bem, mas em 4.33 ainda se houve umas merditas a ginchar aqui e acolá…
De qq forma, essa foi apenas uma de muitas fases do homem. Antes dessa, nos ’70, foi duma (auto)destruição punk total, com direito a instrument smashing quase garantido, não fossem os concertos cancelados por OD de Cale… bera.
Entretanto o homem fez as pazes com o mundo, até voltou a aturar o Reed para fazer o belíssimo tributo Songs for Drella, e uma ópera á Nico (ODed em ’80).
Durante ’00 esteve a fazer um milhão de coisas, produz/produziu inúmeras bandas simplesmente brutais.
Tenho alguma curiosidade em saber/ouvir o que um gajo que já fez mais anos a drogas do que eu a água ainda consegue fazer.
O Museu Municipal de Alvaiázere acolheu, de 13/01/2007 a 7/10 do mesmo ano, uma mostra integrada no movimento Fluxus, a qual recebeu o nome de Pianofortíssimo. Tive a felicidade de visitar a dita exposição de 16 pianos e dela obtive registo fotográfico. A obra de John Cage consistia num piano virado de pernas para o ar, assente em panos coloridos recortados de acordo com a forma do instrumento. A peça 4’33 é uma evocação ao silêncio, e o piano concebido de acordo com a sua famosa peça musical. A par desta controversa personagem, outros reconhecidos artistas internacionais quiseram estar presentes, entre eles Walter Marchetti.
Na altura em que visitei a exposição, acompanhava-me uma professora de arte que ficou perfeitamente horrorizada com os danos infligidos a todos aqueles pianos, os quais representavam uma sátira à música burguesa.
Jorge: John Cage não fará mais nada, faleceu em 1992!
13 comentários
Não percebi.
( )
Simplesmente, é: simples. Não conheço o gajo.
Marco:
Não tenho qualquer informação no post … (texto, foto, video, nada, zero, O)
http://pt.wikipedia.org/wiki/John_Cage
Eh Eh, muito bem esgalhado… Procurem por 4’33”, aí já devem perceber
Mau aspecto… e eu que até sabia isto :S
… é bem, mas em 4.33 ainda se houve umas merditas a ginchar aqui e acolá…
De qq forma, essa foi apenas uma de muitas fases do homem. Antes dessa, nos ’70, foi duma (auto)destruição punk total, com direito a instrument smashing quase garantido, não fossem os concertos cancelados por OD de Cale… bera.
Entretanto o homem fez as pazes com o mundo, até voltou a aturar o Reed para fazer o belíssimo tributo Songs for Drella, e uma ópera á Nico (ODed em ’80).
Durante ’00 esteve a fazer um milhão de coisas, produz/produziu inúmeras bandas simplesmente brutais.
Tenho alguma curiosidade em saber/ouvir o que um gajo que já fez mais anos a drogas do que eu a água ainda consegue fazer.
O Museu Municipal de Alvaiázere acolheu, de 13/01/2007 a 7/10 do mesmo ano, uma mostra integrada no movimento Fluxus, a qual recebeu o nome de Pianofortíssimo. Tive a felicidade de visitar a dita exposição de 16 pianos e dela obtive registo fotográfico. A obra de John Cage consistia num piano virado de pernas para o ar, assente em panos coloridos recortados de acordo com a forma do instrumento. A peça 4’33 é uma evocação ao silêncio, e o piano concebido de acordo com a sua famosa peça musical. A par desta controversa personagem, outros reconhecidos artistas internacionais quiseram estar presentes, entre eles Walter Marchetti.
Na altura em que visitei a exposição, acompanhava-me uma professora de arte que ficou perfeitamente horrorizada com os danos infligidos a todos aqueles pianos, os quais representavam uma sátira à música burguesa.
Jorge: John Cage não fará mais nada, faleceu em 1992!
Isto é arte maus senhores.
Não sei porquê mas vem-me à memória o “Branca de Neve” do João César Monteiro…….
-_-_-_-_-_-_—-
Fiquei 4′ 33” a olhar para este post ^_^