29/Outubro/2009
Orgulhómetro
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Marcadores: Frank Zappa, Jazz, Os miúdos, Pink Floyd, Queen, Radiohead
Relacionado (ou não): Richard Wright (1943-2008) (8)
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O meu orgulhómetro subiu em flecha: a minha filha, 12 anos, deixou temporariamente de ouvir Queen de manhã à noite e começa agora a descobrir a discografia dos Pink Floyd, que eu ouvia (de manhã à noite) quando tinha uns 16 anos. Canção preferida: Comfortably Numb. Ela também já ouve Radiohead, em pequenas doses.
Hoje Pink Floyd e Radiohead, amanhã Frank Zappa, um dia chegará o jazz. Tudo é possível quando se começa tão bem!
























Só coisa boa.
Sobre The Wall, considero o álbum inteiro uma música só, uma epopéia do individuo tentando se libertar dos traumas.
Há cerca de um ano, achei na internet o album chamado Rebuild the Wall, do Luther Wright & the Wrongs. É uma regravação do The Wall em country, simplesmente fantástica. Gosto mais da versão deles de Mother deles do que a original.
A mãe jogando sobre ele todos seus medos e traumas, ajudando a construir o muro que, em vez de proteger, aprisiona. A pergunta final: Precisava ser tão alto? É algo universal.
Tarilonte, tenho de encontrar essa regravação do The Wall!
Já agora, se não conheces, vê este post.
E não é que o meu filho(de 9), fica embeiçado pela Sandy Deny? Ai este trabalho, de inducar pela inducação.
Cada vez gosto mais deste blog. Pena é seres benfiquista, mas para isso já não há remédio :)))
Radiohead – OK Computer é dos poucos álbuns que consigo ouvir do inicio ao fim
Abraço e continua com estes posts.
e não vá ela assistir o Mágico de Oz e se espantar com a sincronia no album The Wall…
http://www.youtube.com/watch?v=5rnMLOzzGlM
Não lhe dês já Frank Zappa. Ou pelo menos, não lhe dês a ouvir o “torture never stops”
Ok. Tudo bem. Convencional. Os meus nesta idade também andavam por aí. Eu não os dava muita opção. A introdução foi feita com Camel.
Mas se a menina começar a ouvir Careful with that Axe Eugene, é bom prestar atenção para o que ela anda a fazer.
Caro Marco,
Parabéns, isto é mérito do pai sabia?
Aprendi que, na educação, mais que uma boa escola o mais importante é aquela palavrinha de 6 letras: “modelo”!!
Aqui em casa o Orgulhometro vai ao espaço pois, meu filho Pedro de 06 anos recentemente disparou esta: “Pai, podemos ouvir aquele seu disco do Cannonball?” ( referindo-se aqui ao Adderley e não a um personagem qualquer do Mario Bros !! ).
Também vive cantarolando pela casa o Cape Verdean Blues do Horace Silver.
È felicidade demais não?
abs fraternos,
Marcos
Queen já não era mau, sempre era melhor do que os Tokio Hotel e companhias mas quando se passa para Pink Floyd é logo outro nivel completamente distinto, tiro-te o chapéu que isso só demonstra que estás a educar muito bem a rapariga
Na verdade nem é uma questão de educação, ela simplesmente anda a explorar os meus CDs