Quando o realizador polaco Roman Polanski foi convidado a falar dos Estados Unidos da América disse esta frase:
«O melhor e o pior do mundo vem da América. Lá eu não posso comprar uma aspirina sem receita médica, mas vejo nas ruas os miúdos a consumir crack».
Lembro-me desta frase de Polanski sempre que vejo New Orleans, cidade-berço do jazz, esse maravilhoso legado da América ao mundo, devastada por um furacão. E continuo a pensar em Polanski quando vejo na televisão um rapper americano afirmar que a ajuda só não chegou mais depressa porque a maioria das vítimas eram negras. Na América é sempre mais fácil acusar alguém de racismo do que de pura e simples incompetência.






























