O fotógrafo suíço Francois Robert comprou três armários num leilão de uma velha escola desactivada quando, para sua surpresa, verificou que um dos armários continha um esqueleto humano completo, ali abandonado depois de ter sido usado em Anatomia.
Durante muito tempo Francois pensou no que poderia fazer com as ossadas. Sempre fora fascinado por esqueletos: viveu com os pais nas vizinhanças de um museu e, já adulto, em trabalho para o Field Museum de Chicago, tirou 141 fotografias de esqueletos de animais. Durante oito anos, as fotografias percorreram os Estados Unidos, numa digressão patrocinada pelo próprio museu.

Quanto ao esqueleto, permaneceu durante anos no escritório do fotógrafo até que a ideia de criar qualquer coisa com os ossos lhe passou pela cabeça. Passou as semanas seguintes de joelhos, arranjando os ossos. O resultado é uma série chamada «Stop the Violence», na qual ossos humanos são rearranjados para formar símbolos religiosos, políticos, e armas. Entrevista com Francois Robert, e sítio pessoal






























Um comentário
Cá p’ra mim esse gajo matou alguém só para lhe tirar fotografias ao esqueleto.