
Estão a ver o fantasma da rapariga na foto aqui em cima? Impressionante, não é? A imagem foi captada por um fotógrafo amador, Tony O’Rahilly, a 19 de Novembro de 1995, dia em que fotografou o incêndio de uma antiga construção em Wem, Shropshire, na jolly good England.
O’Rahilly fez então uma revelação ao mundo: acabara de captar uma jovem rapariga com roupas muito antigas, pelo que só podia ser um fantasma. Os habitantes de Wem sugeriram que podia ser o fantasma de Jane Churm, uma rapariga de 14 anos que acidentalmente provocara um incêndio naquele edifício em 1677.
Sugiro que examinem a foto outra vez, agora em maior resolução. Impressionante, não é? Uma primeira análise ao negativo não conseguiu encontrar provas da existência de qualquer fraude, pelo que o rosto da rapariga podia dever-se a um fenómeno psicológico conhecido como Pareidolia.
A Pareidolia é uma ilusão que consiste em reconhecer pessoas ou objectos em estímulos vagos ou caóticos. Quem olhar para as nuvens imaginando formas familiares estará a experimentar um fenómeno típico de Pareidolia.
Mais tarde, uma nova análise revelou que o rosto continha umas misteriosas linhas horizontais que não se encontravam em mais nenhum lado na foto, pelo que, pela primeira vez, se avançou com a hipótese de fraude: alguém colara um rosto captado num ecrã de televisão, sobrepondo-o na foto. Mesmo assim, a dúvida permaneceu. Fantasma, aldrabice ou Pareidolia?
Um respeitável senhor de 77 anos com olhos de águia e memória de elefante, porém, acabou de lançar uma nova luz sobre o assunto, eliminando a teoria da televisão mas não descartando a hipótese de fraude.
Ao examinar o fantasma, Brian Lear notou que a rapariga lhe fazia lembrar uma jovem retratada num certo postal antigo que já vira reproduzido em qualquer lado. Prosseguiu a sua investigação e descobriu que o fantasma da foto, afinal, já tinha aparecido num cartão postal de 1922. Vejam-na. É a rapariguinha que está no lado esquerdo da foto, à porta de uma loja.
O poder de observação do senhor Brian Lear deixa-nos, assim, na dúvida: será que o fotógrafo foi um bocadinho aldrabão ou será a rapariga do postal também um fantasma determinado a assombrar todas as fotos que conseguir desde que a fotografia foi inventada? Dúvidas que assaltam a mente de um pobre céptico.
Infelizmente, o autor da fotografia faleceu em 2005 com um ataque cardíaco e já não poderá defender-se, mas a verdade é que sempre negou que tivesse feito retoques na foto. Bem, talvez um dia ele possa aparecer na imagem de outra pessoa e tirar todas as dúvidas sobre esta tendência dos fantasmas em comportarem-se como aquela malta que se coloca aos saltinhos atrás do repórter, só para aparecer na televisão. Fonte






























12 comentários
como ser racional não consigo acreditar nestas coisas, mas de facto fascina-me todas estas discussões à volta deste assunto.. enfim, divirto-me apenas com as teorias, tal como ler histórias de serials killers que nunca foram descobertos/apanhados
Qual o espanto? Cristo também não morreu e depois ressuscitou? E o seu Pai não esta no meio de nós ?
Essa “conclusão” do Brian Lear é estúpida… a rapariga de 1922 não pode ser a mesma de 1995… e se fosse uma transferência simples, ou seja, pegar na fotografia de 1922 e, ao aldrabar o negócio, cola-la na de 1995, também não tema nada que ver… a posição do corpo, etc, a de 1922 até parece ter um chapéu, na foto-fantasma não tem.
E não sei se devias por isto em «cromos».
Tem chapéu, sim. Já observaste a foto em alta resolução? O link está no texto.
Mas claro, há sempre a hipótese de ser um fantasma.
Eu se calhar acredito mais na toeria de que já no postal era uma aparição da mesma moça.
Todas estas histórias de fantasmas fascinam-me sempre… mesmo que sejam totalmente mentira, há coisas que ninguém justifica ainda assim. E fantasmas é sempre uma matéria paranormal fixe!
>>Eu não vejo chapéu nenhum… o que vejo é uma parte mais clara logo acima daquele estreito escuro do cabelo que circunda a testa/face. E esse claro não me diz que é um chápeu, diz-me que é o reflexo da claridade que está no exterior do edificio. A posição da gaja é mesmo nesse limbo entre o claro/escuro, dentro/fora, está ali na fronteira. E se reparares, o chapéu da de 1922 e algo espalhafatoso, e nesta foto, depois dessa «sombra» mais clara logo acima do «estreito escuro» tem a forma da cabeça. Logo depois dessa sombra fica branco, porque está na profundidade clara do exterior. A rapariga de 1995 não tem nenhum chapéu, e além disso a posição/proporção é completamente diferente da de 22. Mais: na fotografia de 22 não reconheço a mesma cara, pode ter feições semelhantes, mas não me parece a mesma.
Estive a ver melhor, com ultrazoom na de 1922 e é a mesma de facto. até o fato tem aquela espécie de cruz, como pregas (em cima parece um peitilho aberto). O olhar é muito muito idêntico, meio maquiavélico, e a sombra do cabelo/chápeu, esse embate, tem exactamente as mesmas ondas. Fraude pura.
Só fiquei com dúvidas se de facto tem chapéu… aquilo parece.me mais a guedelha natural da moça, na foto de 22 há sol forte e naquela direcção. ou então é um chapéu que quase se camufla com a ordem natural das coisas…….lol
Pronto, estás a ver, por isso é que está na secção “cromos!
.
. .
. . .
Sorry, deve ter sido uma assombração huuuuuuuuu