
Obrigado, Dr. Phil, por ter reposto com sensatez masculina a ordem e o equilíbrio no Universo
Que teria acontecido ao mundo se as mulheres detivessem todos os cargos de poder? Uma das respostas clássicas é sugerir que as grandes guerras mundiais nunca teriam existido.
As guerras são apenas o resultado da típica agressividade masculina, dizem elas. Um confronto de tais dimensões teria sido impensável entre mulheres, pois estas são criaturas dotadas de enorme delicadeza e sensibilidade.
Lamento desiludir os pacifistas, mas com as mulheres no poder a guerra teria existido à mesma. Os homens seriam enviados para a guerra, como sempre, embora com algumas diferenças: em vez de calçar botas da tropa, marchariam com crocs de Inverno, galochas coloridas, telemóveis, espelhos, usariam pentes, escovas e secadores de cabelo, e ser-lhes-iam distribuídas rações de combate ao excesso de peso. Os capacetes seriam proibidos, pois estragariam o penteado. E em dias de muito vento não seriam marcadas batalhas na agenda. Seriam reunidos exércitos de mariquinhas de infantaria e oficiais de cavalaria montados em póneis perfumados.
Ninguém seria considerado «carne para canhão», pois as chefias militares femininas considerariam a expressão demasiado sexista. José Castelo Branco seria um herói de guerra e mascarar-se-ia de Napoleão só para poder enfiar a mãozinha nos bolsos dos soldados.
Quanto aos elementos femininos, seria formado um lendário corpo de elite composto por ninfas biologicamente sincronizadas que só atacariam num determinado período crítico de cada mês. Essa força de elite seria conhecida pela implacável ferocidade e mau feitio no campo de batalha. Seriam comandadas por generais na menopausa.
Os vencedores das batalhas travadas com a infantaria nazi seriam determinados entre quem conseguisse ser o primeiro a arrancar o cabelo ao inimigo ou a cobri-lo de arranhões. Em vez do ribombar dos canhões, ouvir-se-iam no campo de batalha os gritos histéricos dos combatentes – e até os pássaros cairiam das pobres árvores, desmaiados.
Os prisioneiros de guerra seriam sujeitos ao tratamento previsto pela Convenção de Genebra, embora pudessem ocorrer casos de abusos como, por exemplo, depilações forçadas ou a chamada tortura chinesa: o acto de espremer pontos negros ao desgraçado durante várias horas seguidas. As sessões de interrogatório seriam exaustivas – já sabemos que elas são umas especialistas.
As temíveis divisões Panzer de Frau Hitler seriam compostas por centenas de alemãs gordas, mamalhudas e equipadas com canhões de silicone – graças às suas incursões no terreno, a Batalha de França seria ganha e milhares de francesas magricelas e invejosas postas em fuga.
Em suma, teria sido uma guerra divertida e inócua. Como este post.






























9 comentários
Uma palavra… Simplesmente magnífico
Porra, foram duas!
Foram duas sim
Eduardo, obrigado pelo elogio.
É um elogio não merecido, porque este post é apenas um divertimento inconsequente, igual a tantas outros que já fiz por aqui.
Tu imaginas as divisões Panzer, eu as Joy Division
Não renegues à partida uma ciência que desconheces.
Já converti um descrente, bem mais empedernido que tu
Lamentavelmente, no que acessórios diz respeito, os homens não têm trunfos, porque nós, mulheres temos os ás, de trunfo. Vocês, homens, não têm moral para falar de acessórios femininos, porque, se o fizerem, nós lançamos o tal ás de trunfo.
Uma mera palavra, apenas, mas mortal: gravata.
(e não me venham com tretas de “eu não uso gravata” porque mesmo o mais empedernido, já usou, e mora aqui em casa)
Eu ontem durante o jogo do Benfica usei uma gravata Fernando Santos.
Agora entendo porque o SLB, par além de não ter jogado a ponta dum c…, perdeu.
Caro António,
Mas viu o jogo, não viu?
É a mística do Benfica, mesmo quando não gostam de nós sentem-se compelidos a ver-nos jogar
Pronto… o futebol a querer branquear a enorme leveza artística do texto principal. Estes últimos comentários é literatura rasca dos que não têm argumentos ou conhecimentos para discutir tal monstruosidade literária do Marco.
Eu também não! Por isso vou falar de hóquei: o FCP já vai em primeiro!
tens toda a razão FNP.PT… mas não nos podemos esquecer que no futebol o FCPorto também lidera!
E porque não um Benfica a jogar com Croc’s cor-de-rosa?
“Guerreiros”, principalmente a cuidar do seu cabelinho, não faltam por lá…
@braço.