
A 30 de Novembro o céu revelou as suas maravilhas ao engenheiro mecânico e astrónomo amador Dave Jurasevich. O brilhante Vénus e o distante Júpiter, à sua direita, estavam visíveis a olho nu; a Lua em quarto crescente, mais em baixo, aproximava-se dos dois corpos celestes. A foto foi tirada depois do por-do-Sol no Observatório Monte Wilson. As luzes da cidade de Los Angeles lembram vagamente um terreno incandescente pela lava. A cidade está coberta de uma fina neblina de poluição. Os arranha-céus, vistos aqui do lado esquerdo da foto, parecem tão pequenos como na realidade são: nada é mais grandioso do que um céu que nos deixa espreitar a imensidão do Universo. Em alta resolução

Foi catalogada como NGC 281. Ao observar a sua espantosa beleza, não haveria um nome mais apropriado a dar-lhe? Esta nebulosa também é conhecida por Pacman por causa do formato observado em imagens de campo mais aberto. A NGC 281, na constelação de Cassiopeia, a 10 mil anos/luz da Terra, é um berço de estrelas: milhões de novos e gigantescos sóis irradiam energia jovem para o Universo. A belíssima foto do astrónomo amador Ken Crawford mostra-nos as emissões dos átomos de hidrogénio, enxofre e oxigénio da nebulosa em tonalidades de verde, vermelho e azul. De uma ponta à outra, a foto abrange 80 mil anos/luz. A nossa nave espacial mais rápida, a Voyager I, demoraria cerca de 3,2 biliões de anos a percorrer a distância captada nesta imagem. Em alta resolução

As galáxias são canibais: comem-se umas às outras. E esta, a NGC 1132, uma estrutura elíptica situada a 318 milhões anos/luz de distância da Terra, é o resultado final de uma fusão de galáxias. Não é a única hipótese, pois a NGC poderia ter sido um «lobo solitário» no Universo. Captada pela câmara do Hubble, a NGC 1132 contém uma enorme concentração da chamada matéria negra. Os cientistas ainda não sabem muito bem o que é de facto a matéria negra – como intuir algo que não podemos ver, seja qual for a banda do espectro em que observemos, muito menos tocar ou sentir? No entanto, dizem os cientistas, essa matéria é real e constitui entre 80 e 90 por cento da matéria de todo o Universo. Como sabemos que ela existe? Pela sua influência gravitacional sobre a matéria que os nossos instrumentos conseguem observar e porque fornece a quantidade de gravidade necessária para manter o Universo unido. Em alta resolução
3 comentários
A foto do Dave Jurasevich é fantástica! Ainda a hei-de usar como wallpaper.
Boa noite!
A foto do Dave Jurasevich está realmente espantosa, nem tenho palavras! Nem sequer sonhava que fosse possivel ver com tamanho detalhe, a olho nu, esses dois planetas, estou mesmo maravilhado!
Cumprimentos e continuação de um bom trabalho!