
Portanto… Vamos lá a ver se percebi bem. Escrever aqui a quinta frase da página 161 do livro que estiver mais próximo de mim neste preciso momento? É isso? Porra, esta malta não desiste? Não me peçam para responder a cadeias e memes e essas merdas típicas da blogosfera excepto no caso de se pretender «descrever as 18 posições sexuais que preferes e onde as praticaste pela primeira vez». Essa é boa. Façam-me um meme com isso e sou capaz de pensar no assunto. De qualquer modo este gajo já disse mais ou menos o que eu queria dizer, portanto este primeiro parágrafo vai de link.
O segundo parágrafo é dedicado a importantes questões de natureza filosófica e existencial. Vamos supor que eu alinho no raio do meme. Então e se for a saudosa revista Gina? Pedem-me para abrir a página 161 do livro que se encontrar mais próximo de mim e não lhes passa pela cabeça que eu possa ter um monte delas em cima da secretária, carinhosamente encadernadas e numeradas? Por que razão serei eu obrigado a revelar a minha vida romântica? E se estiverem todas excessivamente gastas (sempre fui um pinga-amores) onde é que eu vou arranjar maneira de abrir a página 161 sem dar cabo da encadernação? Sim, ó poetas da blogosfera – não é só o coração do Homem que se rasga, uma página usada da Gina também.
Seja como for (este terceiro parágrafo é auto-promoção, já não conta para o post) estou fartinho de escrever sobre memes, cadeias, prémios, nomeações e todas essas pragas. Se alguém estiver curioso em saber mais sobre este fascinante tema, pode ler três posts recentes: Correntes blogosféricas: as que comovem e as que irritam, O Bitaites é um blogue com tomates e Depois dos tomates, os grelos. Sim, amiguinhos, o melhor amigo do blogger não é o cão, é o arquivo. Passo.
* título gamado ao tal gajo que partilha 99 por cento do código genético humano
10 comentários
Pois, pois…. mas vai daí, lá embarcou o símio na coisa e lá falou do livrinho que estava a ler, não fosse passar por um “pacóvio” que não lê (pelo menos) um livro. É que à mulher do outro não basta sê-lo, é preciso… lê-lo. Ou seja, convém mostrar alguma presença de espírito para protestar contra estas “paneleirices” mas não deve ser a patada demasiado brusca, não vá a galera pensar o que não deve. Pois, pois… muito sei lá!
A blogosfera é (cada vez mais!) um bar de solteiros; contam-se umas chalaças com a finalidade de acasalar e é tudo. Estas “correntes” são (apenas e só) a versão digital de um convite para a mesa. Junta-te a nós que não tarda nada estamos todos a rebolar por cima uns dos outros.
Que saudades dos tempos que já lá vão!
João, parece-me que no caso dele foi uma cortesia para com a blogger que o desafiou, mas ele já é grandinho e não precisa de ninguém que o defenda.
Caro João,
Lamentavelmente não deixou um link para o seu Blog que, presumo, deve ser um dos antigos. Dos verdadeiros, dos bons, porque tudo quanto é blog criado depois de 2004 não presta, não tem pedigree, não é?
Saiba no entanto, caro João, que o Macaco é SÓ o blog português mais antigo ainda em actividade.
Saudades?
Sim, mas a julgar pela sua participação, tenho saudades é do futuro.
Como diz o Marco, o Macaco não precisa que o defendam, aliás, não há sequer aqui um “ataque” digno desse nome. Sei o que ele vai fazer, quando vir o seu comentário
Vamos por partes que é para não sobrecarregar a senhora com informação em excesso ou ainda se esvai em disparates…
Parte 1: Para si não sou “Caro”. É de borla.
Parte 2: Não tenho blogue para “cagar” aqui o link o que, acredite, é uma pena porque faço aqui muita falta. Eu que o diga.
Parte 3: (Se lhe facilitar a Matemática podemos voltar ao número 1, a Menina decida.) O que é que a antiguidade tem que ver com pedigree? Nada e eu nunca disse que o tinha (e eu sei disso porque estamos a falar de mim o que, deixe-me que lhe diga, é só por si uma conversa interessante.
parte 4: Ninguém tem saudades do futuro a não ser os “maluquinhos” (que é o termo médico da doença) e as abestuntas armadas em poeta que disparam clichés em todas as direcções. Ah, e a Menina… que não entra em nenhuma das anteriores.
parte 5: Qual ataque? O símio esteve lindamente até à parte em que cedeu à tentação de se mostrar um “leitor”. Aliás, li na diagonal o blogue do animal e não senti nenhuma reacção alérgica… ao contrário do que me acontece quando tropeço no piaçaba… já agora partilho consigo esta parte da minha intimidade.
parte 6:
Ui! Posso ao menos escolher eu as armas?
Decida-se, sou senhora ou sou menina?
Parte 1: Pelo que vi, nem caro nem de borla. Aliás, nem mesmo que me pagassem.
Parte 2: É pena que não tenha Blog. Ficaremos sem saber se aderiria à cadeia ou não. Será para sempre um mistério.
Parte 3: Se não se estava a referir à antiguidade, quando referiu as saudades dos tempos que já lá vão, estava a referir-se a quê? Ao tempo em que não havia internet, ou esta era um exclusivo de meia dúzia de privilegiados?
Parte 4: Lamento que não tenha conseguido explicar-me no que à metáfora diz respeito. Lá está, para umas as dificuldades estarão nas matemáticas, para outros as dificuldades apresentam-se mais ao nível da língua portuguesa.
Parte 5: Não compreendeu a ironia do Macaco. Lá está, mais uma figura de estilo.
Escolha as armas que quiser. A minha recomendação é que escolha um piaçaba, que certamente afugentará o Macaco. Nisso, estão ambos em sintonia alérgica.
@Marco
off-topic
Tanto falaste do Ubuntu e usas Windows XP?
É verdade, Navyseal. Sou um hipócrita.
Ou então não quero gastar para já mais de 160 euros só para substituir o transformador avariado do meu portátil Ubuntu…
Tens razão Maria.
Mas a minha é maior do que a tua (acho eu!).
Não, João, a sua não é, definitivamente, maior que a minha.
Trust me on this one.
I’m a very lucky girl.
Ca fixe, um fucktard!
Gotta love ‘em.