21/Dezembro/2008

Espantosa astrofotografia

O céu de Los Angeles

A 30 de Novembro o céu revelou as suas maravilhas ao engenheiro mecânico e astrónomo amador Dave Jurasevich. O brilhante Vénus e o distante Júpiter, à sua direita, estavam visíveis a olho nu; a Lua em quarto crescente, mais em baixo, aproximava-se dos dois corpos celestes. A foto foi tirada depois do por-do-Sol no Observatório Monte Wilson. As luzes da cidade de Los Angeles lembram vagamente um terreno incandescente pela lava. A cidade está coberta de uma fina neblina de poluição. Os arranha-céus, vistos aqui do lado esquerdo da foto, parecem tão pequenos como na realidade são: nada é mais grandioso do que um céu que nos deixa espreitar a imensidão do Universo. Em alta resolução

A nebulosa NGC 281

Foi catalogada como NGC 281. Ao observar a sua espantosa beleza, não haveria um nome mais apropriado a dar-lhe? Esta nebulosa também é conhecida por Pacman por causa do formato observado em imagens de campo mais aberto. A NGC 281, na constelação de Cassiopeia, a 10 mil anos/luz da Terra, é um berço de estrelas: milhões de novos e gigantescos sóis irradiam energia jovem para o Universo. A belíssima foto do astrónomo amador Ken Crawford mostra-nos as emissões dos átomos de hidrogénio, enxofre e oxigénio da nebulosa em tonalidades de verde, vermelho e azul. De uma ponta à outra, a foto abrange 80 mil anos/luz. A nossa nave espacial mais rápida, a Voyager I, demoraria cerca de 3,2 biliões de anos a percorrer a distância captada nesta imagem. Em alta resolução

A galáxia elíptica NGC 1132

As galáxias são canibais: comem-se umas às outras. E esta, a NGC 1132, uma estrutura elíptica situada a 318 milhões anos/luz de distância da Terra, é o resultado final de uma fusão de galáxias. Não é a única hipótese, pois a NGC poderia ter sido um «lobo solitário» no Universo. Captada pela câmara do Hubble, a NGC 1132 contém uma enorme concentração da chamada matéria negra. Os cientistas ainda não sabem muito bem o que é de facto a matéria negra – como intuir algo que não podemos ver, seja qual for a banda do espectro em que observemos, muito menos tocar ou sentir? No entanto, dizem os cientistas, essa matéria é real e constitui entre 80 e 90 por cento da matéria de todo o Universo. Como sabemos que ela existe? Pela sua influência gravitacional sobre a matéria que os nossos instrumentos conseguem observar e porque fornece a quantidade de gravidade necessária para manter o Universo unido. Em alta resolução

3 respostas | Espantosa astrofotografia
  1. A foto do Dave Jurasevich é fantástica! Ainda a hei-de usar como wallpaper.

  2. [...] Bitaites, fotografia de Dave Jurasevich. Mais fotografias do espaço disponiveis em Astronomy Picture of the [...]

  3. João Uva fez-se à net com Firefox 3.0.5 Firefox 3.0.5 em Windows Vista Windows Vista

    Boa noite!

    A foto do Dave Jurasevich está realmente espantosa, nem tenho palavras! Nem sequer sonhava que fosse possivel ver com tamanho detalhe, a olho nu, esses dois planetas, estou mesmo maravilhado!

    Cumprimentos e continuação de um bom trabalho!

  4. João Sousa fez-se à net com Firefox 2.0.0.20 Firefox 2.0.0.20 em Windows XP Windows XP

    Ainda na passada sexta-feira era possível observar estes dois planetas antes mesmo de a noite cerrar por completo. Bastava procurar os dois pontos fixos de luz (os planetas estão fixos, as estrelas estremecem) que estavam próximos um do outro. Não havia nada que enganar pois, durante o crepúsculo, eram os dois únicos pontos visíveis.