
É fácil culpar a típica ignorância dos americanos pelo sucedido, mas as coisas não foram assim tão simples. A tal ponto que se formou uma comissão investigadora liderada pelo psicólogo Hadley Cantril para tentar descobrir porque razão os americanos tinham entrado em pânico. As conclusões foram as seguintes:
REALISMO DA EMISSÃO
- Segundo os psicólogos, foi de um carácter excepcional. Uma excepção à opinião dos investigadores foi a de
- . A jornalista e comentadora política escreveu no New York Herald Tribune que
nada daquilo era credível mesmo no caso de o ouvinte ter sintonizado, tardiamente, a emissão
- .
IMPORTÂNCIA DA RÁDIO
- Era frequente que as programações das rádios fossem interrompidas para dar a conhecer aos americanos as notícias de uma Europa à beira da II Guerra Mundial. Na época, metade dos americanos consumidores de notícias optavam pela rádio como meio priviligiado de as obter. A rádio era muito mais importante do que é agora.
PRESTÍGIO DOS LOCUTORES
- Uma ideia ou um produto tem mais hipótese de ser aceite se for recomendado por uma celebridade ou um especialista na matéria. Qualquer publicitário sabe disto. No caso da dramatização de Orson Welles, as pessoas que prestavam declarações eram peritos (ficcionais, claro).
LINGUAGEM
- A peça estava escrita numa linguagem directa, oral.
Páginas: 1 2






























6 comentários
Engraçado como os adeptos do “open” (palavra do baú das velharias) acreditaram nisso, mesmo vindo da USA monopolista.
Com a agravante. Continuam, nos dias de hoje.
Isto quer dizer que eles (do open) também são enganados como os outros marmelos
Ké isto pá? Eu não escrevi nada disso! Mas como “open” pela frente, que são “troleis”???? Os que conheci, já acabaram (aki) há uns anitos, que eram uns autocarros com uma antena eléctrica.
As coisas que eu invento só para te enervar, pá
Tu, pá, és dos poucos que NUNCA me enervam! És puro e NÃO anonimo
Saudações open!
Fico curiosa, imagino se a cena se desse hoje. Se numa CNN ou sucedâneo se emitisse algo desse género. Os processos legais deixariam o canal à beira da bancarrota, a blogosfera rejubilaria, e o autor da brincadeira nunca mais conseguiria fazer nada de jeito na vida.
Não?