E a capa da edição de Novembro da Playboy é…
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Quem? Marta quê?
Não reconheci – googlei um bocadinho e descobri que Marta Faial se tornou conhecida pela participação na telenovela Morangos com Açúcar.
Andou pelos Estados Unidos a estudar representação e regressou agora a Portugal com uma mente «mais aberta», como afirmou ao Correio da Manhã.
Farta de ser vista como uma menina, Marta, 24 anos, aceitou fazer a sessão para a Playboy para provar que «está um mulherão». E quer dar à vida uma volta de «360 graus».
No grande círculo da vida Marta regressou assim ao mesmo ponto de onde partiu, ou seja, aos morangos com uma cobertura adicional de açúcar e na companhia de uma cronista que é a pipoca mais doce. Perfeito!
A miúda é gira, a foto está bem conseguida – as chamadas de capa parecem-me demasiadas: o título principal pudicamente sobre o mamilo, uma odisseia na política colado à coxa e um Carlos do Carmo na anca parecem-me um exagero. Os títulos não são tatuagens, ó pessoal da Playboy!
A produção nas páginas interiores traça os limites desta revista no que respeita à ousadia erótica até de «celebridades» laterais como esta:
a nudez da Playboy portuguesa é uma nudez de topless.
Somos um país demasiado pudico e não acredito que alguma vez a revista tenha dinheiro para despir verdadeiras celebridades: por enquanto, vejo-a condenada a pescar nas margens e a viver apenas da força do título.
























Ena, tantos graus quer ela mudar.
Tirando todo o texto a tapar o que não deve, será provavelmente, a melhor capa da edição nacioal. Os Morangos com Açucar são uma fonte inesgotável de enormes talentos, a começar pelo angélico ou algo do género.
Não falta algo que diga que não foram maltratados animais para tirar essa foto?
Não tendo exactamente tudo a ver, mas lá vai.
Agora que os indicadores da violência doméstica vinham a cair, por meses consecutivos, devido às vitórias do Benfica.
Pronto, estragaram tudo!!!
O assunto é pertinente, falta um post sobre o tema.
Essa da volta de “360 graus” já nos tinha sido oferecida por um qualquer jogador de futebol mas continua a ter a sua graça. É o que dá usar expressões feitas sem pensar no seu significado.
E parece que a Playboy não paga tudo o que promete. Se a Cláudia Jaques só recbeu 5000€, então foi muito bem enganada.
@Blue Water 68:
A Playboy tinha de se adaptar à realidade portuguesa, nomeadamente no calote…
@Marco:
Já se começou a ver nu frontal a partir da edição passada, mas poucochinho, para não escandalizar os leitores.
A grande surpresa desta edição é a colaboração da Pipoca. Pelos vistos despediram o Nuno Markl para a colocarem lá…
Quanto à dita crónica, é um prolongamento do seu blog.
@Blue Water 68:
Tal como disse ao Marco, a revista já está um pouco desinibida, mas não tanto como devia…
@Maldonado, mas é isso que não se entende. Mas que raio de pudismo é este que impede que a revista seja igual a si mesma, ou melhor, às edições que se vêem noutros países? Nós organizamos um Salão Erótico que é publicitado e acompanhado na maioria dos media, não como uma Feira de Aberrações que chegou à cidade, mas como um evento que tem cada vez mais participantes e interesse do público. Então, porque insiste a Playboy em fazer produções, como diz o Marco, onde aparece uma nudez de topless? Para isso já existem outras a fazer o mesmo, e até melhor.
@Maldonado, acho que precisamos de um Larry Flynt por estas bandas
esta malta da morangada só quer é aparecer.
acho que havia escolhas melhores em Portugal mas pronto, não faço parte da equipa da playboy.