Sisilia Piring é uma jovem fotógrafa a viver em Los Angeles. Sisilia celebra a sua sexualidade através da fotografia. Fotografa as suas aventuras, o seu dia-a-dia, o seu corpo, gestos, olhares, seduções, provocações e amigas tão bonitas como ela.
A jovem Sisilia fotografa muito e partilha os trabalhos em sítios diferentes: tem contas no Facebook e Flickr, abriu um blogue no Blogspot porque decidiu fazer um diário visual e criou um portefólio mais profissional nesta página.





































16 comentários
N há nada melhor que uma mulher que gosta de fotografia sexual, n é?
Não há nada tão “estreito de vistas” do que um gajo que vê apenas sexualidade em fotos que mostram muito mais do que isso. A miúda tem coragem.
Deixai-me ser um ser sexual e bronco à vontade!
2.ª foto… muito boa!
Muito bom. Tudo muito bom, sem dúvida!
Não aparece nenhuma imagem tanto no post que recebi via feed e também agora que estou tentando ver aqui,só fica escrito nas imagens “PictPOcket Le Plugin anti-Hotlink”.
Infelizmente não consegui ver a Sisilia
P.S. Carreguei várias vezes a página e agora estou vendo a beleza da fotógrafa!! rs
Rafael, acho que já resolvi isso. Desculpa lá.
Very nice…
Encontras cada pérola! Posso roubar para o meu blogito?
Claro, Rui. Afinal eu também as roubei para aqui.
Obrigado, Marco!
É pena que o corpo humano continue a ser visto como um “objecto” sexual e não pela sua beleza… Principalmente o da mulher! Também fotografo e sou fotografada e os meus trabalhos de nús simplesmente não estão expostos… Chateiam-me as mulheres “puritanas”, chateiam-me os homens rebarbados… Mas eu não vivo neste mundo, caso contrário, nada disto me chatearia de tão normal que isto é hoje em dia… Tinha conta no deviantART e no Olhares e simplesmente cansei-me de ler pseudo-elogios e pseudo-críticas que de “sumo fotográfico” nada tinham. E isso, para quem está do lado de lá da câmara é simplesmente frustrante quando a única coisa que se pretende é crescer! A espontaneidade da primeira foto, o uso da luz na segunda, a utilização do reflexo e correcta exposição na terceira, a sobreexposição na quarta (que pode ser propositada ou não), a magnanimidade da sétima ou a utilização do espaço negativo na última são técnicas que merecem ser focadas e elogiadas e não propriamente o corpo da menina, que é igual ao de todas as outras que se passeiam pela praia e exactamente igual ao da “girl next door”… Todos temos um corpo e esse corpo é igual em todas as pessoas. Pergunto-me porque raio os seios duma mulher são logo criticados ou literalmente molhados com baba… Aprendam a apreciar as coisas do ponto de vista artístico e não sexual e verão o mundo com muita mais beleza!!!
P.S.: E sim, podem começar a desancar… Há 10 anos que luto para que as fotos de nú sejam vistas deste ponto e saio quase sempre frustrada… Mais uma menos uma só me prova que o ser humano simplesmente não evolui!
Ai senhor… assim vai despoletar muita prosa, vai haver fight, vai!
Digo que gostei da explicação da Ritta e de como fundamenta. Tudo verdade, tudo certeiro. E tenho telhados de vidro.
A verdade é que ao primeiro impacto, a pessoa desprevenida, não vê mais que as razões “alebantadoras” da moral dentro das calças. Vê, procura as mais reveladoras e muda para outra coisa qualquer pela net.
Agora se se estiver em modo apreciação artística, de contemplar a “mise en scéne” fotográfica, da expressão presente na composição e diria mesmo que da dúbia subtileza visual quando a há… aí não se consegue ver o nú como um corpo somente sexual (em termos porno) mas sim como um objecto que faz parte de toda a cena, que se imiscui ou se evidencia. Mas para isso tem de haver toque de arte do fotógrafo e não uma mera captação dum nú á sorte e só por estar nú.
Na verdade, não há nas fotos que aqui o grande Marco Santos colocou, nada de mais que seja tendencioso para campos negativos, nada que seja adequado para conotar para as vias mais “puras-e-duras”, ele fez escolhas belíssimas e não o fez á sorte… acho eu, claro, que até tenho a mania de dizer coisas…
Podes sempre começar a fotografar naturezas mortas!
Rita:
Experimenta ler por exemplo “Porque é que os homens mentem e as mulheres choram”, de Allan e Barbara Pease, Editora Bizâncio.
Tens outros títulos engraçados dos mesmos autores.
Posso dizer-te que na minha opinião são muito bons: além de ajudarem bastante a perceber as grandes diferenças entre homens e mulheres, dão-se umas boas gargalhadas ao nos revermos nas histórias e exemplos de que falam.
http://www.editorial-bizancio.pt/autores.php?id=100
http://www.peaseinternational.com/
A tua frase é chocante: ” (…)o ser humano simplesmente não evolui!”
Para mim nos termos que falas esse conceito nem sequer existe…
Recuso-me a ser carimbada com o rótulo ser humano.
Eu sou uma Mulher. E há Homens.
E tu és uma Mulher além de seres um ser humano?
Distinguir o ponto de vista artístico e sexual implica não assumir o sexo a sério como uma arte. E quem já o experimentou nessa óptica sabe bem ao que me refiro.
Por outro lado, olhar de forma artística para um corpo nu não implica despi-lo da sensualidade que dele emane ou estamos a atribuir aos corpos o papel de naturezas mortas.
E não estou a desancar, estou apenas a abrir caminho para o comentário machola e armado ao pingarelho que vinha aqui deixar e que consiste no facto de aventura íntima para a Cecília era tar o Shark do lado de cá da objectiva…