→ 12/07/2011 @3:08

Google+ ou menos (hoje é fixe, amanhã já não sei)

Vamos ter uma conversinha entre geeks, está bem? Nada de especial nem profundo, apenas a exposição de uma opinião e várias dúvidas, e o pedido que formulem a vossa.

É sobre redes sociais, mas focado na nova coqueluche da web, o Google+. E já que estamos entre geeks, apresento o meu disclaimer: não sou um entusiasta de redes sociais. A produção de conteúdo e a interação com as pessoas é feita neste blogue – e isso chega-me.

O meu preferido, apesar de tudo, é o Twitter. Gosto do Twitter por causa do poder de síntese. Comecei no Facebook apenas com o interesse egoísta de promover o blogue, nada mais. Agora que estou lá acho-lhe piada, mas se o que eu faço na Net dependesse apenas do que o Facebook me dá, reduziria a metade o tempo que passo diante do computador.

Agora chegou o Google+ – na minha visão redutora das maravilhas das redes sociais (admito sem problemas), aquilo é mais do mesmo, com algumas diferenças na organização e ligação entre as pessoas. Tem pormenores porreiros – a possibilidade de editar os comentários a posteriori é um deles.

Estou no Google+ por defeito de profissão: quero saber o que é, conhecer, estar informado; mas se passo lá mais de dez minutos começo a sentir-me cansado. Farto-me.

Mesmo para quem tem uma visão radicalmente diferente da minha em relação às redes sociais, estes devem ser tempos algo confusos: como é óbvio, um utilizador de Facebook ou Google+ é também um produtor de conteúdos. Quer partilhe um vídeo sobre mamas e gatinhos, como eu fiz no Facebook (e gamei ao Google+), entre numa «conversa» ou escreva um pensamento eloquente sobre um assunto qualquer, está sempre a produzir conteúdo.

As pessoas têm tempo para produzir conteúdo para o Facebook e o Google+ em simultâneo ou já começaram a fazer como eu, a duplicá-lo nas redes? Não estaremos a iniciar uma era da redundância onde é cada vez mais importante marcar presença do que ter alguma coisa nova para dizer?

Que procuram realmente as pessoas que experimentam o Google+ e que estão também ativas no Facebook? Fugir às aplicações parvas, aos eventos, aos convites, aos jogos?

Compreendo bem essa necessidade e também acredito que o Google+ permite um espaço de discussão com mais qualidade e menos ruído, mas não é com o G+ de hoje que estou preocupado: sendo um modelo de negócio que terá obviamente de ser rentável, quem me garante que amanhã a merdaville do Facebook não seja, em nome da rentabilidade, «reciclada» para o Google+?

Todo este entusiasmo justificar-se-á numa altura tão precoce, quando nenhum de nós pode garantir em que tipo de rede social o G+ se vai transformar?

E se não passarmos de meros peões num vasto tabuleiro onde dois jogadores disputam o poder sobre o conteúdo e o fluxo de informação que é produzido online nas redes sociais, conseguirão estes early adopters manter o mesmo entusiasmo?

Entalados entre as gigantescas capacidades de pesquisa e armazenamento do Google e Facebook, o que restará das nossas vidas que não seja monitorizável?

26 comentários

  • 1
    com Firefox 5.0 Firefox 5.0 em Windows Vista Windows Vista
    12 de Julho de 2011 - 03:28 | Link permamente

    Sou da tua opinião, do que já vi é uma espécie de Facebook com FriendFeed à mistura. E vamos lá saber porque é que o FF nunca se tornou uma coisa muitooooooo popular… porque é mais do mesmo.

    As que existem já são globais, não vamos esquecer isso.

    Por mim, Google+ não se usa por cá. Vai ser mais um Orkut esquecido e usados apenas por Brasileiros e parolos Portugueses.

    Rui

    • 2
      com Firefox 5.0 Firefox 5.0 em Windows 7 x64 Edition Windows 7 x64 Edition
      12 de Julho de 2011 - 03:34 | Link permamente

      Rui, as pessoas que lá estão não são nenhuns parolos.

  • 3
    Nuno
    com Safari 5.0.5 Safari 5.0.5 em Mac OS X 10.6.8 Mac OS X 10.6.8
    12 de Julho de 2011 - 07:49 | Link permamente

    Não estaremos a iniciar uma era da redundância onde é cada vez mais importante marcar presença do que ter alguma coisa nova para dizer?

    O não haver muito de novo para dizer é uma tendência que já vem do mundo real. E tu que vens do mundo jornalístico certamente sabes que cada vez mais os media convencionais são cada mais reprodutores dos mesmo comunicados/notícias em discurso direto das mesmas agências noticiosas. E os jornais “gratuitos” são nos media convencionais expoente e um claro sinal no nosso tempo dessas tendências.

    O mundo digital acaba-se por facilitar e agravar essa tendência. Nóticias partilhadas e sindicalizadas, posts quase copiados integralmente doutros posts, retweets, o conceito tumbrl, etc. Até tu no teu blog onde apresentas valor acrescentado e material que nasce das tuas reflexões não escapas por vezes a essa redudância sempre que colocas mais despreocupadamente sei lá por ex um post em que apresentas pouco mais que fotos vindas de outra fonte.

    É claro que se ganha em valor em dizer algo de “novo” (isto é normalmente reformulações do já feito) mas custa tempo e dinheiro e quem o procura já percebeu que ganha e poupa mais em apresentar a mesma informação rápidamente em vários locais aumentando exponencialmente a sua visibilidade e possibilidade de ser lida. Estamos sim claro cada vez mais num “jornalismo” de escala em que tantos os grandes grupos como os produtores mais pequenos ou individuais acabam por ser inter-reprodutores das mesmas informações entre si.

    Adenda: Para agravar a situação a informação os media convencionais começam a ser também mais meros reprodutores de info vinda da Internet sem realmente nada de novo a apresentar. Os telejornais recorrem a animações Google Earth para referenciar locais, em notícias citam fontes de Internet, apresentam as capas dos jornais de amanhã recorrendo a apps e info que todos podem ter via net. Até mesmo programas lúdicos da manhã recorrem aos youtubes para apresentarem vídeos “giros”. Assim cada vez menos tem algo “novo” para apresentar e pouco apresentam mais do que alguém já não possa encontrar na Internet. São desta forma cada vez menos produtores mas sim mais gestores de contéudos.

  • 4
    Luís Duarte
    com Google Chrome 12.0.742.112 Google Chrome 12.0.742.112 em Windows 7 x64 Edition Windows 7 x64 Edition
    12 de Julho de 2011 - 08:59 | Link permamente

    Gostava, sinceramente, de tirar as minhas próprias conclusões. Já se vai tornando um pouco aborrecido ler artigos por todo lado, uns tecendo rasgados elogios, outros criticando ou outros indiferentes ou cépticos, sobre o Google+ e não ter a experiência na primeira pessoa. Caso possam dispensar um convite fico muito agradecido.

    • 5
      Filipe Costa
      com Firefox 5.0 Firefox 5.0 em Windows 7 x64 Edition Windows 7 x64 Edition
      12 de Julho de 2011 - 11:11 | Link permamente

      Bom dia Luís, caso assim ainda o pretenda forneça-me o seu email que lhe envio o convite.

      • 6
        Luis Duarte
        com Google Chrome 12.0.742.112 Google Chrome 12.0.742.112 em Windows XP Windows XP
        12 de Julho de 2011 - 12:25 | Link permamente

        @Filipe Costa: luis [at] familiaduarte.org. Muitíssimo agradecido!

        • 7
          Luis Duarte
          com Google Chrome 12.0.742.112 Google Chrome 12.0.742.112 em Windows XP Windows XP
          12 de Julho de 2011 - 15:56 | Link permamente

          Filipe, já não é preciso enviar. Até já recebi mais que um convite dos leitores do Bitaites. :-D

      • 8
        kodiak
        com Android Webkit 4.0 Android Webkit 4.0 em LG LG
        13 de Julho de 2011 - 00:02 | Link permamente

        Viva.

        Pode enviar para mgoyanes at gmail ?

        Também estou com curiosidade de experimentar…

      • 9
        com Safari 5.0.5 Safari 5.0.5 em Mac OS X 10.6.8 Mac OS X 10.6.8
        13 de Julho de 2011 - 01:55 | Link permamente

        Se fosse possível também enviar… simao_morant at hotmail.com
        Obrigado, desde já ;)

  • 10
    l1m0n3s
    com Firefox 5.0 Firefox 5.0 em Windows XP Windows XP
    12 de Julho de 2011 - 09:05 | Link permamente

    Para mim, neste momento o google+ pode a ser útil em duas àreas:

    1) nunca fui grande adepto do twitter, por ser +1 rede. assim, no g+ poderei tentar conciliar as 2 numa só.

    2) no g+ irei conseguir fazer facilmente uma coisa que não consigo fazer no fb: partilhar fotos familiares, em grande quantidade, apenas para o círculo da família e amigos chegados.

    Tenho muito família espalhada pelo mundo. Enquanto no fb evito colocar fotos, apenas 2 ou 3 por “época”, no g+ poderei satisfazer todas as vontades da família longe.

    Por mim, se todos aderissem ao g+ neste momento, encerrava a minha conta no fb.
    mas como sei que isso não vai acontecer, vamos andando vamos vendo.

    uma coisa é certa. no g+ a partilha vai ser muito menor entre conhecidos e como tal não irá haver “fofoca”. sem “fofoca” será que o g+ aguenta?

    • 11
      mm
      com Firefox 5.0 Firefox 5.0 em Windows 7 x64 Edition Windows 7 x64 Edition
      12 de Julho de 2011 - 10:32 | Link permamente

      partilho desta opinião… para mim a vantagem do G+ é a organização e segurança mais simples e fácil de usar… também mudaria para o G+ e acabava com a minha conta FB se toda a gente se mudasse para o G+

    • 12
      Mário Ferreira
      com Google Chrome 12.0.742.112 Google Chrome 12.0.742.112 em Windows 7 Windows 7
      12 de Julho de 2011 - 11:09 | Link permamente

      Concordo a 100%.
      Também eu, no Facebook, tenho poucas fotos (praticamente só aquelas em que fui identificado por amigos) e agora no G+ tenho lá as minhas fotos quase todas, que partilho apenas com um círculo de pessoas mais chegadas.

      É verdade que no Facebook podemos criar grupos privados, mas não é tão intuitivo como os círculos do G+.

      Gosto da interface “clean” e, de entre as funcionalidades todas, destaco os Sparks em que vê-se claramente, pelo tipo de conteúdo que me é apresentado, que o Google vai “snifar” os meus feeds no Google Reader e os Hangouts em que podemos estar em conferência com até 20 pessoas (só experimentei com 4 pessoas e funcionou de forma impecável mas…. cada caso é um caso).

      Ainda faltam muitas coisas, nomeadamente as “páginas empresariais” (páginas de fãs?) que a Google já disse que ainda não é a altura certa mas que vão começando a aparecer (o jornal Público entrou ontem…), as Apps e uma melhor agregação de todos os serviços Google (Reader, Docs, Picasa…), mas o potencial desta rede é grande e vamos ver o que acontecerá quando este “hype” todo passar.

  • 13
    Jordana
    com Google Chrome 12.0.742.112 Google Chrome 12.0.742.112 em Windows 7 x64 Edition Windows 7 x64 Edition
    12 de Julho de 2011 - 09:53 | Link permamente

    A verdade e que toda a gente se rende à redes sociais, e quem lá não está… não existe.

    Concordo que de facto começamos a entrar numa espiral de “mais do mesmo”, e considero a experiência assustadora, a de haver tão pouca interacção física nos dias de hoje. A quantidade de miúdos que vejo a utilizarem as redes sociais é verdadeiramente preocupante; que é feito de brincar na rua com os carrinhos ou chamar as amigas a casa para brincar às barbies?

    O que de mim exponho no facebook, única rede social a que aderi ainda que também eu tenha iniciado um blogue, é extraordinariamente irrelevante e escasso porque considero esta uma forma de comunicação demasiado impessoal e, lá está, mecânica.

    Enfim, a minha mais sincera opinião relativamente às redes sociais é que a grande maioria daqueles que se deixam contagiar fazem-no influenciados por terceiros (foi o meu caso), acumulam centenas de “amigos”, muitos deles com quem nunca irão tomar um copo ou simplesmente nunca chegarão a conhecer pessoalmente, para depois dar início a um exercício de globalização que, na minha opinião, já se estende perigosamente para além daquilo a que inicialmente se propôs.

    Não quero ser mal interpretada, a aldeia global é fantástica e permite-nos estender horizontes, é simplesmente necessário saber onde estabelecer o limite.

  • 14
    com Google Chrome 12.0.742.112 Google Chrome 12.0.742.112 em Windows 7 Windows 7
    12 de Julho de 2011 - 10:15 | Link permamente

    De facto, as pessoas que frequentam o G+ são tão parolas como quaisquer outras pessoas na web. Adiante.

    Concordo inteiramente com o Marco, cuja paciência aproveito para enaltecer na criação destes textos interessantes no meio da tempestade ruidosa da web.

    Para ser sincero, também não aprecio muito as redes sociais. Utilizo-as – Twitter, FB e G+ – com alguns sentimentos de culpa por muitas vezes estar na conversa da treta em vez de estar a produzir alguma coisa decente. Depois caio em mim e aceito que há espaço para a conversa mundana e sem muito interesse. :P

    Quanto ao G+, gosto muito do interface; gosto da ideia dos circles e consequente possibilidade de partilhar determinados assuntos com um grupo específico; aprecio imenso os sparks (um reader peculiar); ainda não utilizei o hangouts mas julgo que lhe darei muita utilização quando quiser comunicar com a minha família ou amigos; acho muito útil ter o chat do Gmail disponível no serviço…Enfim, acho que o conceito está muito bem definido e é muito interessante.

    Curiosamente, quando comecei a utilizar o G+ pensei logo em Bakhtin e nos seus conceitos filosóficos (e.g., dialogismo, heteroglosia). O facto de isso ter acontecido levou-me a pensar que esta rede social está mais próxima das relações dialógicas que sustentam a vida “real” e isso é muito positivo.

  • 15
    bluewater68
    com Internet Explorer 8.0 Internet Explorer 8.0 em Windows 7 x64 Edition Windows 7 x64 Edition
    12 de Julho de 2011 - 10:58 | Link permamente

    “Parolos há muitos, seu palerma”
    «Não estaremos a iniciar uma era da redundância onde é cada vez mais importante marcar presença do que ter alguma coisa nova para dizer» eu creio que sim. Aliás, nem haveria tempo para fazer de outra forma. Em muitos casos assiste-se à publicação do conteúdo original no Twitter e à sua republicação automática no FB.
    Destaco um pormenor nos comentários de “l1m0n3s” e “mm”, onde de certa forma dizem que “Bem, eu até mudava para o Google+, desde que, todos os outros que eu conheço também mudassem”, pois, é a questão. É que para já, ‘estão todos’ no FB e sem mostrarem vontade de mudar. Aliás, a mudança a que se está agora a assitir é ao encerramento de contas por pessoas que acharam que o FB era um vício desgraçado, que lhes consumia muito do seu tempo. Nem se trata de mudar dali para ir para acolá.
    Tu usas este blogue para a produção de conteúdos e interacção com alguns dos comentadore. Eu acabei por fazer isso sobretudo do lado do FB. O blogue continua a ser alimentado na medida do possível, mas ali, sei que não posso esperar interacção com os visitantes, já quem os que comentam se reduzem a um ou dois, independentemente do tipo de texto publicado. O FB tem a enorme vantagem de ser usado para publicar muitos conteúdos sem a preocupação de elaborar um texto, tal como tenho de fazer para o blogue. É rápido e acaba por gerar muitos comentários. Por isso, o FB acabou por ter para mim a função de local para trocar umas postas de pescada, ou mesmo de depósito de algumas notícias ou ideias que mais tarde até podem ser usados num post do blogue

  • 16
    com Google Chrome 13.0.782.41 Google Chrome 13.0.782.41 em Windows 7 Windows 7
    12 de Julho de 2011 - 12:23 | Link permamente

    Marco, desculpa estar aqui como um pedinte na baixa de uma cidade europeia à espera de uma esmola. Neste caso, a esmola é um convite para o Google+.

    E-mail: emaildohugo(at)sapo.pt

    Com a oferta ou não de um convite desde já o meu sincero agradecimento.

    P.S. Marco, este tipo de letra do blogue é fantástico. Assim até dá gosto vir cá comentar!

  • 17
    Marta C
    com Internet Explorer 9.0 Internet Explorer 9.0 em Windows 7 x64 Edition Windows 7 x64 Edition
    12 de Julho de 2011 - 12:47 | Link permamente

    Eu sou das que “não existe”. Nem facebook, nem hi5, nem twitter, nem coisa nenhuma… Não são formatos apelativos nem me parece que a minha vida deva estar tão “exposta”. Tenho o e-mail, o messenger, o skype, o telemóvel…e os amigos também têm todas estas coisas. Ainda não entendi a necessidade de se aderir a essas redes sociais.

  • 18
    diogo dinis
    com Opera 11.50 Opera 11.50 em Windows 7 Windows 7
    12 de Julho de 2011 - 13:03 | Link permamente

    Considero que o “bluewater68″ tem razão, muita da gente que saí do FB é pra nao se meter noutro tão cedo, tal como eu que me sentia demasiado agarrado e sem tempo pra fazer aquilo que gosto. Neste momento parece que o meu tempo livre se multiplicou por 10.

    Agora a maioria do tempo que passo na internet é a ler os artigos do Bitaites :D

  • 19
    com Firefox 5.0 Firefox 5.0 em Windows XP Windows XP
    12 de Julho de 2011 - 13:30 | Link permamente

    Boas.

    Desculpa o hijack Marco.

    Para quem precisar de convite, mande mail para hudokkow [AT] gmail [DOT] com. Coloquem no assunto “Convite Google+”

    Só preciso de saber o endereço gmail que querem associar à conta Google+.

    Tentarei dispensar tantos quantos puder.

    Portem-se e tenham um bom dia.

    h.udo

  • 20
    com Internet Explorer 8.0 (Compatibility Mode) Internet Explorer 8.0 (Compatibility Mode) em Windows XP Windows XP
    12 de Julho de 2011 - 22:06 | Link permamente

    Olá,

    Faço parte dos 30 por cento de Franceses que não têm conta no Facebook.

    Porquê?

    Porque quando precisas duma informação quanto ao teu trabalho consultas a tua “lista de difusão” que é especializada no assunto do teu domínio.

    Quanto a Twitter, penso que a Primavera Árabe o mostrou que o jornalismo e a reflexão ( que quanto a mim vai de par ) não são sinónimos de rapidez ou da redução a 140 signos.

    Twitter é unicamente a reprodução duma invenção fr destinada ao bip-bip (alertar o correspendente) telefónico.

    Mas isso não me interessa.

    O que me parece essencial é a batalha ente aspas ou não que se está a travar entre a frase minimalista ( facebook & twitter ) e o texto+grafismo… elaborado ( blogs).

    Quando se diz que os jovens não leêm e não escrevem, é errado. Eles fazem-no mas de modo e em conjugação com a frase minimalista.

    Facecoisa não é inocente! Minimalizar para melhor desumanizar?

    Quanto ao Google + : O Circo amanhã apresenta o cruzamento de tigres com leões ?

    Nuno

  • 21
    Sandro
    com Google Chrome 12.0.742.112 Google Chrome 12.0.742.112 em Windows XP Windows XP
    12 de Julho de 2011 - 23:50 | Link permamente

    Marco,
    À pergunta “conseguirão estes early adopters manter o mesmo entusiasmo?”, breve resposta:
    Dois dias de utilização e sinto-me “aborrecido”. O G+ parece-me uma cópia fraquinha do FB. Parafraseando um amigo meu (que nem sequer anda nesta vida de redes sociais) acerca deste assunto: “o G+ é a baleia branca da Google que já deixou passar o barco…”

    Acredito que possa sobreviver com alguns utilizadores, os tais que estão fartos do “facegranel” (palavra da tua autoria).
    Mas não me parece que seja para as massas.

    Ainda bem! Até pode ser que se revele uma surpresa agradável.

    • 22
      Nuno
      com Safari 5.0.5 Safari 5.0.5 em Mac OS X 10.6.8 Mac OS X 10.6.8
      13 de Julho de 2011 - 11:00 | Link permamente

      Sandro, as tuas palavras fazem-me lembrar aquelas do Bill Gates que 640k iriam chegar para tudo ou do seu desprezo da Microsoft pela Internet. Acho que ainda não te apercebeste do Tsunami que por aí vem.

      “Mas não me parece que seja para as massas.” <<<<<<<<<<< Aconselho-te a arrebentares com o server onde o Bitaites esteja e já agora com todos os da google que tenham esta frase em cache…. ;)

      @Marco

      Já agora de outro geek aqui fica uma visão "+" realista e "-" com o coração como a tua. Eu também posso não gostar nem usar redes sociais mas já adivinhava e partilho do muito que o PQ escreve aqui.

      http://pauloquerido.pt/media/plus-a-mais-viral-das-redes-a-caminho-do-sucesso-o-1º-da-google-na-area/

      • 23
        com Firefox 5.0 Firefox 5.0 em Windows 7 x64 Edition Windows 7 x64 Edition
        13 de Julho de 2011 - 12:26 | Link permamente

        Já tinha lido. O Paulo é um entusiasta, eu sei.
        Eu ainda estou desconfiado – não com o G+ actual, mas no que se poderá tornar. També m tenho consciência da força da integração com as ferramentas todas da Google. E também tenho consciência de como as características que muitos de nós odiamos no Facebook são precisamente as principais responsáveis para o seu sucesso. Como lidará a Google com isso? O tempo o dirá.

        • 24
          Nuno
          com Safari 5.0.5 Safari 5.0.5 em Mac OS X 10.6.8 Mac OS X 10.6.8
          13 de Julho de 2011 - 12:59 | Link permamente

          É verdade, ele atirou-se de cabeça no G+ (tal como os media afinal parece) mas não deixo de achar a opinião dele válida e fundamentada. Como já tinha dito num dos comentários teu primeiro post sobre o + também creio que a sinergia dos serviços Google colados a uma rede social é um matador. Mas também reconheço o perigo que tal representa. Também não sei se detestarei futuramente mais isso do que a maneira como o FB agrupa indistintamente os “amigos” e as suas armadilhas na privacidade. Veremos.

          Outra pergunta Marco, é também como lidará o FB com tudo isto e isso igualmente só o tempo o dirá.

      • 25
        Sandro
        com Google Chrome 12.0.742.112 Google Chrome 12.0.742.112 em Windows XP Windows XP
        13 de Julho de 2011 - 18:15 | Link permamente

        Porra Nuno,
        Eu aqui a tentar ser discreto, a querer afastar as “massas” e tu a estragares o esquema! ;)
        (a minha ideia, vergonhosamente destruída por ti, é espalhar que o G+ não presta!)
        :)

        • 26
          Nuno
          com Safari 5.0.5 Safari 5.0.5 em Mac OS X 10.6.8 Mac OS X 10.6.8
          14 de Julho de 2011 - 10:06 | Link permamente

          Ehehehe, mas pois bem Sandro podes tentar fazer o dano que quiseres no G+ que as “massas” querem lá saber! E também não precisam certamente da minha “ajuda”. As ditas “massas” tem estranhos comportamentos que a razão desconhece (ou talvez não!)

          :D