Este texto (um excerto do original) foi retirado do baú das recordações. Continua actual. Veio parar aqui outra vez depois de ler este post do Marcos Marado e ter seguido para esta página. DRM? É para deitar abaixo, sempre.
(…) Enquanto a malta se vai deslumbrando com os acabamentos do Windows Vista sem tentar ver o lixo que continua escondido sob o tapete, outros problemas vão surgindo – questões muito graves que podem colocar em risco a liberdade do utilizador em relação ao seu próprio computador. Deslumbrados com tantas janelinhas bonitas, a maior parte da malta não parece estar a dar muita importância às mudanças.
Os sistemas de DRM (Digital Rights Management) que o Windows Vista alegremente adoptou são medidas técnicas de restrição ao acesso e à cópia de conteúdo digitalizado. Podem ser implementadas ao nível do software e do hardware. Nalguns casos impedem, por exemplo, que se oiça no PC um CD áudio comprado de forma legal ou se converta para MP3 conteúdo dos teus discos.
Uma carta enviada a 15 de Outubro do ano passado ao Ministro da Cultura do Brasil, Gilberto Gil, assinada por Alexandre Olivo, conselheiro da FSFLA (Fundación Software Libre América Latina) sintetiza a questão do DRM: «Este sistema representa uma ameaça ao acesso e à preservação da cultura, uma violação da privacidade dos consumidores de música, filmes, software e outras formas de expressão. É uma ameaça aos direitos de uso garantidos por lei, tais como o de copiar faixas de obras para uso pessoal e o de utilizar para quaisquer fins obras em domínio público.»
John Sullivan, director da Free Software Foundation, que lançou a campanha Bad Vista, afirma que este novo Windows representa «uma regressão, sobretudo quando se tem em conta o aspecto mais importante quando se adquire e utiliza um computador: o controle que o utilizador possui sobre o que a máquina faz.» (…)






























5 comentários
Estou cada vez mais perto do Ubunto, lá para dia 18 Jun já o devo ter no correio.
Depois vou aos poucos iniciar a mudança: Gimp, OpenOffice e outros que vou descobrir.
Se algo correr mal ficas a saber que a culpa é tua(Marco)ok?
um abraço
Boa, Ben! Fazes um dual-boot Windows/Ubuntu para que a adaptação seja melhor. Ou seja, quando acendes o PC ficas com a opção de trabalhar em Linux ou WIndows, conforme te apetecer. Se tiveres dificuldades no dual-boot, eu dou-te uma ajuda.
Obrigado pela divulgação!
Só um comentário, o link não está a apontar para o post em questão, mas sim mesmo para o meu blog. Talvez também fosse interessante incluíres um link em “retirado do baú das recordações”, para que se possa ler o artigo original na íntegra.
Ops. Enganei-me no link, de facto. Desculpa.
Quanto ao post original de onde foi retirado este excerto, inclui agora o link, como sugeriste, mas o resto sou eu a cascar no Vista (é uma espécie de hobbie meu, obrigado, Microsoft, por iluminares a minha existência!) e achei que não acrescentava nada à conversa.
Mas que ganda treta!!
O Vista deixa fazer EXACTAMENTE o mesmo que o XP deixa, mas com uma diferença: o Vista faz melhor e com mais qualidade.
E sei do que falo. Usava (e ainda uso no portátil) o XP e mudei em Fevereiro (no PC de secretária) para o Vista Ultimate versão completa. Sabem o que é que deixou de funcionar na mudança? Nada, nickles, niente, nadita!!
E apenas tive de ir buscar drivers actualizados para a placa de som Soundblaster X-FI Extreme Music, o resto funcionou tudo à 1ª.
Vejo os filmes todos na mesma e com a mesma qualidade, ouço os meus MP3 “baratinhos” na mesma e com a mesma qualidade, conecto os meus MP3 sem qualquer problema, transfiro, copio cd’s, copio DVD’s, crio DivX’s, uso Bit Torrent, etc, etc…
Zero problemas, zero limitações, zero tretas!!
Ganhem juízo, a microsoft ia mesmo criar um sistema operativo para perder clientes, pois sim.
Quem escreve esses artigos tem, óbviamente, segundas intenções, pois a verdade é que entre o Vista e o XP, venha o Vista. É melhor e mais seguro.
E o resto são tretas!!