Língua Portuguesa de facto e gravata
Publicado por Marco Santos [16/Novembro/2007]. Categoria: Humor
Relacionado (ou não): Em defesa da língua portuguesa? Está bem, abelha. [20/Maio/2008]
Marcadores: Gozos, Tugolândia
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Sou contra o acordo ortográfico, sim. Por exemplo, o adjectivo Húmido passará a escrever-se úmido? Pensem nas implicações disto. A excitação sexual feminina em Portugal nunca mais voltará a ser a mesma. Se o malfadado acordo ortográfico for implementado, elas poderão ficar húmidas sem o h, o h de Homem. Nunca. Nunca. Alguém que diga a esses linguistas mariconços que Camões era um homem de barba rija. E o olho que perdeu não era cego.

























pode (ou não!) estar a usar
Data: 16/Novembro/2007 | Hora: 18:45
Não há nada como o Português à moda antiga. Eu nunca escreverei de acordo com o tal acordo ortográfico. Se me quiserem tirar a nacionalidade tirem.
pode (ou não!) estar a usar
Data: 16/Novembro/2007 | Hora: 19:19
Também não sou favorável ao novo acordo ortográfico.
Mais uma vez vergamo-nos aos interesses de vária ordem.
Admirem- se que cada vez se fale escreva pior.
Pronto, temos o inglês no ensino primário !!!!
pode (ou não!) estar a usar
Data: 16/Novembro/2007 | Hora: 19:28
Podes crer. Já dizia o meu Avô que lhe perdeu a graça assim que deixou de se escrever com ph mas eu continuo convencido que os 80 anos também não ajudavam.
Por isso Marco, com H ou sem H elas que venham.
pode (ou não!) estar a usar
Data: 16/Novembro/2007 | Hora: 20:17
E somos 4
pode (ou não!) estar a usar
Data: 16/Novembro/2007 | Hora: 21:38
Olá! Sou brasileiro e visito este blogue desde 29 de outubro (post recomendado por outro blogue). Tenho gostado muito, sobremaneira os posts sobre o “O mundo sem nós os seres humanos”.
Concordo com você quanto à reforma ortográfica. Não porque queira pôr um “H” em úmido, mas porque as mudanças propostas trazem incômodos brasileiros, lusitanos e demais falantes sem, na minha opinião, aproximar, de fato, a língua…
Mas, mesmo escrevendo úmido sem “H”, achei seu argumento extremamente válido!
pode (ou não!) estar a usar
Data: 17/Novembro/2007 | Hora: 00:57
Eu já ha tempos tinha comentado isto no meu blog
Como tal, quem quiser ver a minha opinião que lá vá cuscar. Mas sou contra o acordo. :p
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Data: 17/Novembro/2007 | Hora: 11:39
Sou a favor do acordo.
Por que razão é que a língua portuguesa tem de ficar parada no meio dos séculos, imutável como um bloco de gelo? O português é uma língua viva e desenvolve-se como todas as coisas vivas. Se os brasileiros ganham mais ou menos, não sei nem quero saber, o que me interessa é que tenho uma bela língua que se articula com a realidade, que faz os possíveis para viver e não fica morta como o latim, por exemplo. Sem estes acordos ou desenvolvimentos ainda escreveríamos com ph e th.
Oculos habent et non videbunt.
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Data: 17/Novembro/2007 | Hora: 12:05
Também sou a favor.
Se é para simplificar, venham as mudanças.
Senão qualquer dia isto parece francês, em que metade das letras que se escreve numa palavra não está la a fazer nada.
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Data: 17/Novembro/2007 | Hora: 13:18
Ora aqui vão algumas das modificações significativas
1-Eliminação de consoantes mudas
2-o alfabeto aumenta de 23 para 26 letras. o k,w e y passam a fazer parte
3-vai deixar-se de usar o acento circunflexo nas terceiras pessoas do plural do presente do indicativo ou do subjuntivo dos verbos crer,dar,ler e seus decorrentes.Passa a ser: creem,deem,leem e veem
4- o hífen deixa de ser usado entre preposições, advérbios e adjectivos.Deixa de ser recém-chegado, auto-estrada e pré-concebido, passando para recemchegado,autoestrada e preconcebido
5-o “c” e o “p” vão cair nas palavras em que não são pronunciados.Exemplos: acto,baptismo,recepção,objecto
6 o acento deixará de ser usado para distinguir pára(verbo) de para(preposição)
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Data: 17/Novembro/2007 | Hora: 13:50
ora… acho muito mal!
usando o pretexto da informática, não vou actualizar os dicionários para esse novo português. prefiro o bom velho português padrão portugal!
gosto da forma como falo e escrevo, apesar de incluir muitas vezes termos e expressões em inglês e de até aportuguesar algumas.
detesto ler brasileiro.. e vou continuar a falar e escrever como me ensinaram na primária: em PORTUGUÊS.
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Data: 17/Novembro/2007 | Hora: 14:04
Escrever agora como os brasileiros? :S
Isto vai de mal a pior.
Há muito boa gente que nã sabe escrever Português.. agora com o novo acordo? Pior ainda.
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Data: 17/Novembro/2007 | Hora: 16:14
O acordo sobre a nova convenção ortográfica está errado. Não por ser uma afronta à honra nacional – para isso seria preciso que Portugal tivesse, primeiro de tudo, honra – mas porque, e pegando no exemplo do “húmido”, se irá perder o sentido etimológico da palavra.
E para aqueles que dizem que são a favor “porque a língua portuguesa não tem razão para ficar parada e imutável ao longo dos séculos, porque é uma língua viva“, tentem ler a edição original de, por exemplo, Primaveras Românticas. Facilmente perceberão que o português de hoje pouco tem a ver com aquele escrito há pouco mais de cem anos.
Façam o que quiserem à vossa língua, mas tenham ao menos a dignidade de respeitar aquela que a originou.
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Data: 17/Novembro/2007 | Hora: 16:35
Caro David,
pois, claro, não sei em que língua devo escrever para me perceberes.
É exactamente por saber que o português tem pouco (será mesmo?) a ver com o português do início do século que acho que se deve ter em atenção estes novos desenvolvimentos.
Eu não faço parte daqueles que pensam que o único português é aquele que se fala em Portugal. Não. O português tem vários desenvolvimentos e gosto de pensar que continuará assim. Em termos práticos até posso concordar que algumas das alterações vão fazer alguma confusão – nomeadamente aquela do “pára” e “para”; será o contexto a distinguir – mas concordo com as outras alterações e vou gostar de as respeitar, não para ser percebido em brasileiro, mas porque gosto de sentir que a língua acompanha os desenvolvimentos de um povo.
E ao contrário do que pensas, meu caro, aceitar os desenvolvimentos da língua é aceitar o sentido da própria palavra “etimologia”. Em italiano “húmido” é “ùmido” – vais-me dizer agora que os italianos respeitam menos a etimologia da palavra do que os portugueses, é?
Sinceramente.
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Data: 18/Novembro/2007 | Hora: 00:04
Fernando Pessoa
A nossa magna lingua portugueza
De nobres sons é um thesouro.
Seccou o poente, murcha a luz represa.
Já o horizonte não é oiro: é ouro.
Negrou? Mas das altas syllabas os mastros
Contra o ceu vistos nossa voz affoite.
O claustro negro ceu alva azul de astros,
Já não é noute: é noite.
26-8-1930
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Data: 18/Novembro/2007 | Hora: 12:36
Antes de mais, informo que não sou linguista e me limito a refelectir esta questão com os dados que a vida me foi ensinando ao longo destes anos em que por cá ando.
A questão não me parece ser se estamos ou não de acordo com o acordo. Penso que a maioria das pessoas que acima disseram que discordavam, se parassem um pouco para pensar, diriam antes: “Para mim, como ser humano avesso à mudança, é desconfortável ter de me adaptar a uma nova forma de escrever e, como tal, prefiro continuara com a grafia que aprendi, automatizei e sempre utilizei”. Certo? Claro que sim.
A escrita é um código, uma forma de representar gráficamente a linguagem falada. A evolução da linguagem é um facto indesmentível e deve-se a diversos factores, a maioria deles relacionados com a diversidade de falantes dessa língua. Entre ouros factores, as caractrísticas étnicas, anatómicas e culturais condicionam a fonética, a sintaxe e a semântica e direccionam o sentido da evolução da língua. Sendo o portugês falado por tantos milhões, com tamanha diversidade de falantes e, por consequência, com tantos factores de evolução, é normal que continue a evoluir. O acordo ortográfico é não só um acordo entre os falantes como um acordo entre a fonética e a grafia. Quanto maior for a semelhança entre a linguagem falada e a sua reperesentação gráfica (escrita) mais fácil será para todos. Então vamos lá facilitar a vida aos mais novos que estão ainda a aprender a nossa língua, retirar as letras que não se lêem e só lá estão para enfeitar e confundir mesmo que para tal tenhamos que ganhar novos hábitos.
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Data: 18/Novembro/2007 | Hora: 12:44
As minhas desculpas pelas inúmeras gralhas ortográficas no texto acima (refelectir; continuara;caractrísticas; gráficamente) indesculpáveis quando o assunto é a própria escrita.
Se a moderação as puder editar, desde já, obrigado.
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Data: 18/Novembro/2007 | Hora: 15:27
Sou contra, por N razões, que por ora não interessa justificar.
E os cágados, sempre vão ficar cagados?
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Data: 19/Novembro/2007 | Hora: 00:15
Não sou da área das línguas nem pretendo ser, mas isto é demais! A mim, ensinaram-me a escrever português e orgulho-me de o escrever bem. Não me venham dizer que se trata de uma questão de evolução! O português brasileiro não deixa de ser português; é daí que deriva.
O amigo Jorge Feio indicou num comentário acima algumas modificações que, no português do Brasil fazem todo o sentido (devido ao sotaque) mas que para nós são verdadeiras aberrações! Haja alguém que me dê com um jarro na cabeça se recemchegado – novíssima palavra – não é um erro ortográfico crasso! A minha professora primária ensinou-me que só se escreve um “m” entes de um “p” ou de um “b”!
Preocupamo-nos tanto com o ensino da língua portuguesa, até temos um plano nacional de leitura e agora fazeos isto?
Se é para fazer mudanças, façam-nas como deve ser! Faz sentido que o alfabeto seja aumentado mas não entremos no comboio das brasileirices (sem ofensa)! A nossa língua em Portugal não mudou ao ponto de se ter que mudar a pronúncia para que escrevamos como no Brasil.
Se chegarmos a este ponto, prefiro escrever em inglês!
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Data: 19/Novembro/2007 | Hora: 00:18
No comentário anterior, quando digo “fazeos” quero dizer “fazemos”… a culpa é do teclado!
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Data: 19/Novembro/2007 | Hora: 03:37
A única coisa que não compreendo é palavras como “facto” passarem a ser “fato”, uma vez que, pelo menos nesta, toda a gente ‘lê’ o c antes do t, nem que seja só ‘um bocadinho’
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Data: 19/Novembro/2007 | Hora: 12:14
Para que isto não continue a ir “de mal a pior”, aqui fica um texto, Cantiga da Ribeirinha, de Pai Soares de Taveirós , em “bom velho português…”, “à moda antiga” sem a influência de “brasileirices” e acordos ortográficos. Desculpem a “afronta à honra nacional” por não poder apresentar o “bom velho português padrão Portugal” e ter de me contentar com um texto já com muitas mudanças em relação ao latim que o originou que não posso garantir que tenham sido feitas “como deve ser” .
No mundo nom me sei parelha
mentre me for como me vai,
ca ja moiro por vós e ai!
mia senhor branca e vermelha,
queredes que vos retraia
quando vos eu vi em saia.
Mao dia me levantei
que vos entom nom vi fea!
E, mia senhor, des aquelha
me foi a mi mui mal di’ai!
E vós, filha de Dom Paai
Moniz, e bem vos semelha
d’aver eu por vós guarvaia,
pois eu, mia senhor, d’alfaia
nunca de vós ouve nem ei
valia d’ua correa.
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Data: 19/Novembro/2007 | Hora: 21:46
Pois eu cá, não percebo nada de português, mas acho que deviamos acabar era logo com os acentos todos; como os ingleses. É muito melhor pós putos da escola aprenderem e talvez assim se agarrem mais aos livros.
Em relação às letras que não se lêem, ora, se não se lêem, não tão lá a fazer nada.
A epistemologia da palavra ganha uma nova ramificação; ninguém precisa ficar ofendido por causa disso. A nossa língua e o nosso país só têm a ganhar: com menos caracteres, utilizamos menos tinta e menos papel, logo, estamos a economizar e a defender o ambiente. Perfect.
E em relação ao úmida ou húmida… …poupa-me
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Data: 23/Novembro/2007 | Hora: 16:17
SOu totalmente contra o acordo ortografico. E para mostrar que não somos uma minoria, eu e alguns amigos meus resolvemos fazer uma petição.
Para fazer chegar a quem de direito a nossa opinião, neste caso o sr ministro Luis Amado.
Quem associar-se a ideia por favor subscreva-a e divulgue
http://www.petitiononline.com/naoacord/petition.html
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Data: 5/Dezembro/2007 | Hora: 03:15
hahahahaha
Muito bom! Eu sou brasileira, tenho vários blogs no sapo, onde a maioria são portugueses, e nunca vi problemas nas pequenas diferenças ortográficas. Amei esse post!
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Data: 12/Dezembro/2007 | Hora: 20:41
FAVORÁVEL!!!
As idéias são inovadoras, e não são discriminatórias… trata-se de uma grande união linguística que só vem a beneficiar-nos, pensem na facilidade para as gerações fucturas, com a globalização e o crescimento populacional, económico, político entre outros que vem ocorrendo no Brasil, Portugal tem mais vantagem firmando acordos dessa naturaza que o Brasil…
Pensem em uma perspectiva histórica, o Brasil foi colônia de Portugal, portanto a língua nativa é Português, as modificações feitas, são frutos de uma evolução histórica…
Quanto a percas… eles vão fazer as mudanças com ou sem Portugal, são 180 milhões de brasileiros, para pouco mais de 10 milhões de Portugueses. A mudança provavelmente acontecerá, e vai facilitar a comunicação da língua… Já paraste para pensar que um estrangeiro que estuda a língua portuguesa tem muito mais facilidade com o Brasileiro que com o Português?…, pois, acredito no benefício. Sou Favorável!!!
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Data: 29/Janeiro/2008 | Hora: 01:14
Meu nome é Rafael, sou brasileiro e tenho 21 anos. Eu creio que futuramente será necessário um acordo como esse. O intuito desse acordo é atenuar as diferenças de ortografia da língua portuguesa. Sabemos que é difícil acabar com as diferenças, mesmo porque um oceano nos separa, portanto, as diferenças vão continuar existindo. Contudo, caros irmãos portugueses, a aprendizagem da língua portuguesa para um estrangeiro torna-se complexa com duas regras ortográficas diferentes. Acabemos agora com a inércia, se quisermos que língua portuguesa seja uma língua influente, devemos primeiro unificar nosso vocabulário. Isso é fato, mais cedo ou mais tarde teríamos que passar por uma reforma. Aos que estão criticando o acordo ortográfico, convido-os a ler atentamente esse acordo; gostaria de convidá-los a refletir sobre os aspectos positivos e negativos desse acordo. Pense nisso, caros irmãos. A língua espanhola, por exemplo, apesar de ser falado por milhões de pessoas nos mais diferentes países, só há uma regra ortográfica vigente para a língua espanhola. Maravilham-se agora que é a língua latina mais bem-sucedida? (quero dizer; a língua latina mais falada e estudada). Agora vos pergunto, o que querem fazer com língua portuguesa? Vamos deixá-la como está? Sim, vamos, talvez, assim, depois de séculos ela caía no esquecimento, pois não houve alterações. Lembre-se que a língua é algo vivo, ela muda, independentemente de nossa vontade. Hoje, mesmo sem o acordo eu posso vos entender, mas quem sabe o dia de amanhã. Será que ainda seremos capazes de nos comunicar?
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Data: 15/Março/2008 | Hora: 15:39
Eu sou totalmente contra o acordo ortográfico. Mas era o que mais faltava começarmos agora a escrever como os brasileiros. Porque é que não hão-de ser eles a escrever como nós. Aquilo é uma aberração à arte da escrita. (dd)
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Data: 12/Abril/2008 | Hora: 15:27
Sou contra. Não vale a pena apresentar argumentos porque seria uma repetição do que já foi dito. Como diz Dora Dinis, porque não serem os brasileiros a escrever como nós?. Mais uma pergunta. Porque é que as consoantes mudas da língua portuguesa têm de sair porque não são faladas no Brasil e as consoantes mudas que são faladas no Brasil mas não são em Portugal se mantêm? É mesmo uma submissão ao Brasil!!!
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Data: 27/Abril/2008 | Hora: 17:04
Dora Dinis e Marcos Leonardo,
Meu deus…
Nunca a metrópole pode se submeter a colônia!!! Morte aos brasileiros! Morte a aqueles que deturpam a língua materna…
Agora eu descobri da onde veio a noção no Brasil, de que se escrever bem é se escrever “difícil”, alterando a ordem correta de que o conteúdo seja mais importante do que a apresentação…
Lembre-se que “Eu te amu” é um ótimo exemplo, que devemos escrever errado para dizer o correto, do que escrever correto para dizer errado.
Não defendo a banalização da escrita, mas para que complicar?
Se facto, o c não é dito, então se tira. Simples assim. Economiza papel e tudo mais…
Isso não vai acabar com a pureza linguística. E nem é uma aberração a arte da escrita…
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Data: 14/Janeiro/2009 | Hora: 19:52
Caro frunobulax,
aquilo que os italianos respeitam ou deixam de respeitar é-me um pouco indiferente, mas se formos a o sentido etimológico de “facto” esse com certeza ficará perdido. Do ponto de vista da linguística, só se perde. Perde-se a capacidade de entender outras línguas independentemente de as termos estudado ou não, só porque a raíz da palavra é a mesma em várias línguas.
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Data: 13/Maio/2009 | Hora: 17:48
C. Rosa
Olá, português é minha língua materna. Além disso falo inglês e francês. Realmente, entender o sentido etimológico das palavras ajuda na hora de absorver a língua escrita e quem sabe, deduzir alguns significados no aprendizado. Mas, honestamente, isto não basta. Não é nada fácil aprender a falar corretamente (correctamente) uma língua cuja grafia não coincide com a fonética. É o caso do inglês, por exemplo, onde parece não existirem regras. Sobre o francês, alguém já falou acima – é uma língua absurdamente etimológica.
Se assim o fosse, que continuássemos todos a falar latim, visto que vocês não querem enxergar a língua como organismo vivo.
Sou a favor de um acordo ortográfico que torne a língua portuguesa mais fonético e único.
Porém, este que está aí não me serve porque não torna a língua mais fonética ao, por exemplo, retirar o diacrítico trema.
Além do mais, peço mais respeito aos brasileiros. Não sabia que vocês tinham este tipo de pensamento por aí.
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Data: 13/Maio/2009 | Hora: 18:11
Sou contra a refórma ôrtográfica, pois crêio que têmos coisas muito mais prioritárias a tratar.
Agora me dêem liçenca pois estou com sêde.
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Data: 13/Maio/2009 | Hora: 21:51
Calma lá… mas eu li num dos posts mais recentes que… ERAS A FAVOR DO ACORDO! explica lá essa mudança tão repentina de posição
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Data: 13/Maio/2009 | Hora: 22:06
Conheces um recurso linguístico chamado ironia, certo?
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Data: 23/Junho/2009 | Hora: 09:14
Aquele texto cantiga de ribeirinha que se encontra acima, se focemos comparar com a evolução humana pode se dizer que é o homem das cavernas, porque não tem nada á ver com as duas variantes que se fala nos dias de hoje, não dar para entender nada. Alguém acima pergunta porque é Portugal que tem que escrever como os Brasileiros e não o contrário, eu digo que uma das vantagens desse acordo é de facilitar a escrita e não dificultar.http://bitaites.org/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif
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Data: 23/Junho/2009 | Hora: 09:24
um erro de digitação – fôssemos ao invés de focemos!!!
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Data: 23/Junho/2009 | Hora: 09:28
erro de digitação – fôssemos e não focemos!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
õ
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Data: 23/Junho/2009 | Hora: 09:32
um erro de digitação – fôssemos e não focemos!!!!!!!!!!!!!!!!!http://bitaites.org/wp-includes/images/smilies/icon_mrgreen.gif