Não deixa de ser uma grande história, aquela que nos conduz ao momento em que o fotógrafo Jeff Isy capta estes olhares. Do princípio da explosão câmbrica à modernidade dos nossos dias. Nem se pode falar de uma única grande história, mas de uma que se forma a partir de milhares de milhões de pequenas histórias.

Foram necessários mais de 530 milhões de anos de Evolução até sermos capazes de construir câmaras capazes de reproduzir e homenagear a beleza e sofisticação da câmara biológica em que se transformaram os nossos olhos.

Jeff Isy nasceu na República da Maurícia há 23 anos. A Maurícia é um país insular no Oceano índico formado por várias ilhas descobertas pelos portugueses em 1505. Jeff mudou-se para Toronto, Canadá, em 2008. Aí se estabeleceu como fotógrafo.

Ele adora fotografar os olhos das pessoas e fá-lo muito bem. São essas fotografias que partilho, embora valha a pena conhecer aqui mais do seu trabalho.

Não é apenas uma cor mais exótica que define a beleza dos olhos, o olhar também conta. Mas o que segue são exemplos perfeitos de como esta maravilha da Evolução, este órgão complexo concebido para ver, pode ser tão bonito que parece ter sido feito (*) apenas para ser visto.

Jeff Isy Jeff Isy Jeff Isy Jeff Isy Jeff Isy Jeff Isy Jeff Isy Jeff Isy Jeff Isy Jeff Isy Jeff Isy Jeff Isy Jeff Isy Jeff IsyJeff IsyJeff IsyJeff Isy

(*) «Feito», «concebido: apenas forças de expressão. Meras palavras. Disparates criacionistas e teorias sobre «design inteligente» não têm credibilidade neste blogue. Aqui escreve-se Ciência com letra maiúscula.

Marco Santos

­ Marco Santos

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