É se­gu­ra­men­te a mai­or fo­to que a NASA al­gu­ma vez pu­bli­cou. Uma vi­são pa­no­râ­mi­ca da vi­zi­nha ga­lá­xia de Andrómeda. Uma fo­to ex­tra­or­di­ná­ria em gran­de­za e detalhe.

É tão pe­sa­da que a mai­o­ria dos com­pu­ta­do­res pas­sa­ria por um hal­te­ro­fi­lis­ta ama­dor a ten­tar que­brar um re­cor­de do mun­do. Na re­so­lu­ção ori­gi­nal de 69.536 por 22.230 pí­xeis, a ima­gem tem 4.3 gi­gas. Foi com­pos­ta a par­tir de 411 fo­tos ti­ra­das pe­lo te­les­có­pio Hubble à ga­lá­xia de Andrómeda. A NASA diz que se­ria ne­ces­sá­rio ali­nhar 600 te­le­vi­so­res HD pa­ra a mos­trar toda.

A fo­to foi pu­bli­ca­da a 5 de ja­nei­ro do ano pas­sa­do, mas o ví­deo que vos que­ro mos­trar é mais re­cen­te e tem a van­ta­gem de flu­tu­ar pe­la fo­to com a le­ve­za de uma son­da es­pa­ci­al. Vê-la as­sim, de for­ma in­di­re­ta, aca­ba por ser me­nos do­lo­ro­so pa­ra os pro­ces­sa­do­res dos nos­sos com­pu­ta­do­res e per­mi­te ava­li­ar mui­to bem a mag­ni­tu­de des­te tra­ba­lho: mais de 100 mi­lhões de es­tre­las in­di­vi­du­ais e mi­lha­res de aglo­me­ra­dos es­te­la­res fo­to­gra­fa­dos nu­ma área da ga­lá­xia de 40 mil anos-luz.

Podem vê-lo em 1080p, mas se pre­fe­ri­rem uma re­so­lu­ção ain­da mai­or, mu­dem as de­fi­ni­ções de qua­li­da­de do player do YouTube pa­ra a uma glo­ri­o­sa de­fi­ni­ção de 2160p. Vale a pe­na.

Marco Santos

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