- Incrível como estas coisas (ainda) acontecem. Numa área de falésia instável, das duas uma: ou haviam avisos, ou não haviam. Se não haviam, a câmara terá que ser responsabilizada por esta grosseira negligência da qual resultou vítimas. Se haviam, é de lamentar a enorme inconsciência de quem lá se pôs. (primeiro comentário)
- Acho que haviam ainda é a conjugação na 3ª pessoa plural do pretérito imperfeito do indicativo do verbo haver. (…) Agora se a utilização da palavra haviam é bem empregue já não me pronuncio. Talvez o David ou a Maria nos elucidem.
- Desculpe, mas se o sujeito é eles então no Imperfeito temos haviam (…)
- O verbo HAVER é um verbo especial da lingua portuguesa. Salvo em condições muito especiais, o verbo haver não é conjugado no plural. Neste caso especifico, o comentário deveria ser em portugues correcto: “ou havia avisos, ou não havia. Se não havia, a câmara terá ….”
- O verbo utilizado com o significado de existir conjuga-se sempre no singular: Há limões na árvore / Havia muitos copos partidos. Como auxiliar conjuga-se normalmente (nas várias pessoas do singular e do plural): Eles hão-de responder ao mail / Eles haviam de ver isto.
- É importante referir que ainda à poucos dias ocorreu um sismo de relativa intensidade a sul de Faro. Cumprimentos a todos e uma palavra de conforto aos sinistrados.
- não é à m mas há
- Tem a certeza????
- Claro que sim, idiota, é com H. Anos e anos na minha escolinha e nunca o ensinaram assim. Quem foram os professores para eu os avaliar?
- Ao idiotas que estão aqui a falar de gramática, semântica ou ortografia, espero que no dia da morte dos vossos pais, na coroa de flores esteja escrito “falesseu”….assim sempre chorarão por outros motivos, para vós meus asnos, talvez mais válidos. Sinceras condolências às familias e amigos da(s) vitima(s) e votos de rápida recuperação aos feridos. (Luis Esteves, Viana do Castelo)
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10 comentários
e o noticiário da sic que pedia para os veraneantes enviarem os seus filmes/fotos?… e avisava que a equipa de reportagem ia a caminho…
este país não anda nada bem… e nem tudo é culpa do senhor engenheiro josé de sousa… e da sua amiga carolina patrocínio.
LOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOL
Moral da história: deitem para o lixo os casos especiais e tornem o Português uma língua mais simples. Assim já ninguém se chateia
Há filmes de comédia com BEM menos piada que as gentes do nosso país. Isto realmente é um fartote. xD Como conseguem os portugueses andar tristes com estas anedotas humanas?
Nada melhor para tirar dúvidas do que ir aqui:
http://embomportugues.blogs.sapo.pt/arquivo/2005_09.html
Infelizmente o número de mortos já vai em 4… 3 mais a somar ao único que se noticiava inicialmente.
Há muito tempo que não olho para uma edição em papel do Público mas se porventura tivesse dispendido uns poucos € nesta treta daria com toda a certeza o dinheiro como o mais mal gasto.
Quanto à versão online, pfff, também já há muito tempo que não ligo exceptuando os casos que aqui tens mencionado. Uma autêntica anedota o caso das “escutas” e ainda mais quanto “requisitaram” o apoio da SIC – se um já era mau dois é muito pior.
@braço.
PS: Gosto especialmente dos grammar-nazis…
“Haviam” de enforca-los a todos!
Marco Santos,
com a idiotice e imbecilidade de alguns comentadores do Público e derivados, podemos bem nós. O que me custa a aceitar é terem morrido pessoas por ignorarem uma placa que até alertava para o perigo, mas também, por ninguém ter sido capaz de delimitar aquela área. Se considerar-mos muitas outras praias com falésias e bem mais concorridas, seria urgente saber quantos mais pontos de perigo potencial existem e, se for o caso, ter a coragem para impedir o acesso. É que custa imaginar que drama idêntico possa voltar a acontecer
E no entanto continuam a meter-se debaixo e ao lado das falésias, a malta quer lá saber se cai ou senão cai.