Assédio sexual? Não, proliferação da pior espécie.
Marcadores: Elas, Eles, Nóias, Rússia
Relacionado (ou não): Do Baby Replicants Dream of Silicone Milk? (4)
Uma publicitária russa que processou o patrão por assédio sexual perdeu o caso em tribunal depois de o juiz ter determinado que os patrões têm a obrigação de cortejar o «staff» feminino para garantir a sobrevivência da raça humana.
A queixosa – não identificada na notícia – é uma mulher de 22 anos de São Petersburgo. Perante o juiz, alegou ter sido afastada do emprego por se recusar a ter «relações íntimas» com o seu patrão, um homem de 47 anos. Se tivesse ganho, teria sido a terceira mulher na história da Rússia a ganhar um processo por assédio sexual.
O patrão «sempre exigiu que as empregadas lhe piscassem o olho como se estivessem desesperadas em deitar-se com ele na mesa de reuniões, bastar-lhe-ia dizer uma palavra», acusou a mulher. «Falhei em não perceber que ele não estava a falar metaforicamente».
O juiz afirmou ter decidido contra a mulher «não por falta de provas», mas por considerar que o homem actuou de forma «galante, não criminal. Se não tivéssemos assédio sexual, não teríamos crianças», determinou o magistrado. Este caso ocorreu a 8 de Agosto deste ano. Notícia original
























Não conheço o caso ao pormenor e não sei se ela tem ou não razão de queixa para ganhar um caso de assédio.
Mas concordo em absoluto que algum “assédio sexual” faz parte da vida de todos nós