A Tretatologia de Zeitgeist: o efeito ‘red pill’
Publicado por Marco Santos [5/Setembro/2008]. Categoria: Cromos [2,143]Como eu previa, o post é demasiado grande e teve de ser dividido em dois quatro. E mesmo dividido em dois quatro teve de ser outra vez dividido em páginas para não atrofiar o blogue. Depois de ter escrito quase 15 mil caracteres (sim, eu sei, sou maluco), o que eu mais quero agora é largar o computador e esquecer teorias da conspiração e americanos paranóicos. (Se não sabem do que estou a falar, refiro-me ao documentário que tem «mudado a vida» a muitas pessoas e se tornou num fenómeno de milhões de downloads na Internet: Zeitgest.)
Alguns de vocês poderão ficar decepcionados porque não faço qualquer desmontagem aos factos do documentário, como prometi. Pois, tenham paciência. São três e um quarto da manhã e já não consigo escrever mais. A divindade egípcia Hórus dança o hula-hula diante de mim enquanto me diz que nunca morreu, portanto nunca ressuscitou e isso não me parece correcto - a parte do hula-hula, bem entendido. O resto fica para o post seguinte.

Primeiro, ‘take the red pill’ A cena crucial de Matrix - um filme de ficção científica lançado em 1999 - é aquela em que o protagonista Neo (Keanu Reeves) conhece o carismático «hacker» Morpheus (Laurence Fishburne).
Ao aceitar tomar o comprimido vermelho, Neo descobre a verdade sobre a sua vida e a existência da Humanidade: afinal não vive nos finais do século XX, como acreditava, mas duzentos anos mais tarde, em 2199. A Terra sofre os efeitos de uma perpétua tempestade nuclear provocada por uma desesperada e suicida batalha contra máquinas «inteligentes» controladas por um super-computador. Derrotados pelas máquinas e pela catástrofe ambiental que provocaram, milhares de milhões de seres humanos são mantidos vivos em casulos individuais num infindável «campo de cultivo».
Dado que cada corpo produz, em média, 120 volts de energia eléctrica, as máquinas «cultivam» os seres humanos para extrair-lhes a energia necessária para a sua manutenção, compensando assim a ausência de energia solar. Para que a «colheita» seja feita de forma estável e eficiente, as mentes recebem programas de realidade virtual enquanto os seus corpos reais permanecem mergulhados em casulos. Essa realidade virtual simula a vida tal como a conhecemos - a vida que todos acreditam ser a «real». A essa simulação e à rede de cérebros interligados que nela «vivem» foi dado o nome de «Matrix».
Não menciono o «Matrix» só porque é um filme de culto entre geeks e fãs de ficção científica. Abrir os olhos para um mundo e uma realidade de cuja existência não se suspeitava - o «efeito comprimido vermelho», já explorado em variações de «Zeitgeist» lançadas no YouTube - tem sido a descrição mais usada em fóruns de discussão para explicar o sentido de «revelação» transmitido a quem o viu. «Este documentário tem o potencial de mudar por completo a tua vida», escreveu um visitante do site IMDB. «Mesmo que não acredites em metade do que é dito, é suficiente para que consideres o mundo um sítio muito diferente do que pensavas», escreveu outro. Outras expressões usadas sobre o filme em múltiplos fóruns de discussão: «Foi como se tivesse levado uma carga de porrada», «um murro no estômago», «uma bofetada na cara», por aí fora. Embora não tenha descoberto nesses fóruns nenhum testemunho directo, são vários os americanos que afirmam «conhecer alguém» que abandonou a sua Igreja e renegou a fé religiosa ou se decidiu por uma carreira política devido ao documentário.
Mencionar tantas vezes o «efeito comprimido vermelho» a propósito de «Zeitgeist» pode ter origem na forma como a nossa percepção da realidade e os raciocínios que formamos a partir dessa percepção são moldados pela tecnologia: por vezes a única maneira através da qual podemos ou queremos entender o que nos rodeia é retendo informação previamente preparada pelos media e distribuída por canais que podemos desligar mas não controlamos.
Existe portanto um processo de filtragem entre nós e muitos dos acontecimentos que observamos - e nem sempre os critérios com que essa filtragem é feita são claros. Também não é preciso ser licenciado em História para perceber que o poder da televisão e dos media os transforma em excelentes meios de propaganda e manipulação de massas. E mesmo em relação à Internet se notam preocupações quanto ao poder que a função de «filtragem» de informação pode dar à Google por causa do seu omnipresente motor de busca.
É preciso ter isto em conta porque «Zeitgeist» aproveita-se da nossa necessidade de tomar como implicitamente verdadeiras as informações credíveis que recebemos e que contribuíram para moldar a nossa educação, a nossa personalidade, as nossas crenças e as opções que tomamos. Aproveita-se disso para nos deixar em estado de choque. Dizerem-nos por exemplo que o ataque japonês a Pearl Harbor foi resultado de manobras de uma obscura elite político-financeira para levar o povo americano a aceitar a entrada dos Estados Unidos na guerra é o mesmo que dizer que a nossa percepção da realidade não passa de um sonho sonhado por outros - exactamente o que Morpheus revela a Neo no filme «Matrix».
A principal força de «Zeitgeist» é o impacto emocional que provoca, não as provas e demonstrações - estas não existem. O impacto é conseguido não só pelas «revelações», mas devido ao facto de associar livremente as suas teses e conspirações a questões de fundo que qualquer pessoa com um dedo de testa reconhece há muito tempo serem verdadeiras e importantes. Por isso é que tanta gente elogia o filme como algo que «abre os olhos», embora não seja perceptível o que as pessoas passam a ver.



























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Data: 5/Setembro/2008 | Hora: 5:16
Bom,
não sei quanto à você, mas particularmente respeito pessoas e as suas crenças, mas a primeira parte do documentário é a parte em que podemos chegar um pouco mais perto da realidade. Claro que se você mostrar a primeira parte a um padre ou a um bispo, ele lhe dará mil e uma explicações sobre o assunto. Sou feliz em ser ateu e saber um pouco mais, ponto final.
Quanto as outras duas partes, do video, e também as conspirações em geral, é um assunto delicado ao meu ver. Se formos para para analisar minuciosamente todos os assuntos do nosso dia-a-dia, teremos inúmeros casos de conspirações: em casa, no trabalho, será que preciso citar o governo, nos serviços públicos e assim vamos inumerar uma lista infinita. Mas ninguém para para fazer esse tipo de coisa, pois a quem interessaria saber que o cara da padaria na verdade tem um acordo com o governador para fazer lavagem de dinheiro?
Mas, se você pegar um assunto que envolva uma grande quantidade de pessoas, grupos ou como quiser chamar, esse assunto toma um âmbito diferente, é visto de outra forma e com certo interesse. Infelizmente, 99% de quem ve esse tipo de informação se deixa levar sem procurar saber se aquilo é ou não real, à não ser que você seja um extremista, um republicano doente ou algo equivalente.
Esse tipo de coisa tem de existir, pois só assim podemos fazer uma análise do pensamento de um determinado grupo de pessoas. É uma forma de expressão. Pode ser comparado à uma revista de fofocas: tem muitas coisas ali, lê quem quer, acredita quem quer.
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Data: 5/Setembro/2008 | Hora: 10:12
Vai ficar para amanhã estou com muito trabalho.
Depois dou o meu juízo
Abraço
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Data: 5/Setembro/2008 | Hora: 12:21
Marco, parece que esse documentáriozeco amador te moeu realmente o juízo, mas o que eu não compreendo é porque não publicas o resto do artigo, é que estava a gostar de ler e fiquei pendurado
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Data: 5/Setembro/2008 | Hora: 12:47
Simplesmente espectacular. Acho incrível a forma como escreves, e o detalhe que empregas no que escreves é muito bom. Só posso dizer que estou ansioso pelo novo post sobre esta assunto.
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Data: 5/Setembro/2008 | Hora: 13:36
Odeio estas conspirações do 11 de Setembro e de Pearl Harbor. Porquê? Porque estas conspirações são a conspiração em si. Tentam mostrar que o governo dos EUA são omnipotêntes e capazes de fazer tudo e mais alguma coisa - algo que fica muito aquém da realidade.
Pearl Harbor aconteceu: Foi um ataque japonês a frota maritima americana estacionada no Hawaii, o que é que isto tem de espetacular?
PS.: Para que se note que nesta época os americanos nem tinham serviços secretos de qualidade, e a CIA nem existia.
O “9/11″ é outra estupidez: O Bin Laden atacou os EUA porque simplesmente os odiava onde é que está o problema? Isto teve a ver porque na guerra do golfo (salvo erro), a Arabia Saudita (país onde Bin Laden nasceu) preferiu pedir ajuda aos americanos em vez do grupo militar de Osama - algo que não lhe agradou nada. Uns anos depois na época do Clinton a US Navy a mando do presidente lançou uns misseis contra um acampamento da Al-Qaeda, o que o deve ter chateado mais um pouco - depois em 11 de Setembro arrebentaram com 2 das torres mais importantes de Nova Iorque - a Al-Qaeda até assumiu os ataques não vejo conspiração nenhuma aqui.
PS.: Sim sou um desses defeciêntes que não acredita que vive numa Matrix.
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Data: 5/Setembro/2008 | Hora: 13:53
Por alguma razão os Skull and Bones existem.. E não acredito que seja para tomarem um cházinho nas reuniões de “família”.. Todos os que estudaram em Yale e foram recrutados para os Skull and Bones, encontram-se neste momento a ocupar lugares de chefe de estado ou são banqueiros riquíssimos que têm como objectivo comum a manipulação da sociedade.
O que eles querem fazer com essa manipulação já não sei ao certo, mas que ‘eles andem aí, andem’…
Parece-me que estão todos a ser demasiado cépticos para o tema que é…
Dizem que não há provas de nada. E então como explicam que as torres tenham vindo abaixo em queda livre? Como explicam as altas temperaturas nos escombros?
Estou curioso à espera do resto do artigo. Marco, fora não concordar com a tua opinião, deixa-me que te diga que sou leitor assíduo e que admiro bastante a tua escrita
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Data: 5/Setembro/2008 | Hora: 20:24
Estou a gostar de ler sim senhor, que venha o resto.
ps:pode (ou não!) estar a usar Chrome em Windows XP
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Data: 5/Setembro/2008 | Hora: 22:06
O Chrome usa o mesmo motor do Safari, se não me engano.
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Data: 5/Setembro/2008 | Hora: 23:17
Quero dar-te os meus parabéns pela tua escrita. Sou visitante assíduo deste local.
A qualidade é grande, mas as ideias arejadas são muito melhores. Obrigado pelos óptimos momentos de leitura que nos proporcionas.
Se me permites, gostaria de deixar-te algumas sugestões.
Porque não utilizar a palavra sítio em vez de “site”? É uma palavra linda e muito nossa. Sei que a pressão é grande mas com o tempo será possível.
Outro ponto que nós podíamos começar a mudar, é tratar os cidadãos do Estados Unidos pelos “americanos”. É verdade que são americanos, mas não são os únicos, nem mesmo os únicos norte-americanos. Os nossos vizinhos tratam-nos por estadunidenses, não soa muito bem mas sempre são mais precisos. Eu opto pelo nome carinhoso de ianques. É mais ecológico e condiz com a tão apregoada eficácia (para ir de encontro às suas teses de produtividade).
Para terminar, vai uma dica sobre o termo biliões.
Eu quando aprendi matemática, também aprendi que mil milhões era um bilião. Só que infelizmente as mentes pensantes resolveram dizer que não, e agora um bilião são um milhão de milhões. Por este motivo, já não somos biliões no nosso palneta mas apenas 6 milhares de milhões.
As minhas desculpas pelo comentário atrevido, mas penso que está na linha de frontalidade que nos habituas aqui.
Um grande abraço.
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Data: 5/Setembro/2008 | Hora: 23:36
Não peças desculpa por observações tão pertinentes. Obrigado. Tens razão em tudo, excepto na troca de americanos por estadunidenses.
Não gosto, soa-me mesmo mal. Ianque é bom, rima com tanque. 
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Data: 6/Setembro/2008 | Hora: 1:41
Não podemos ser nem 100% crentes nem 100% cépticos, há que achar o equilibrio. Eu continuo na minha de não acreditar em tudo o que o documentário diz, porque corro o risco de estar a ser manipulado, mas também não acreditar em nada penso que seja um exagero.
Aguardo a 2ª parte com ansiedade .
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Data: 6/Setembro/2008 | Hora: 15:19
Não é muito boa política menosprezar os senhores. Por muito burros que sejam ainda deve haver algumas mentes brilhantes na administração. Como é que eles fizeram desaparecer o avião do pentágono? Por que é que confiscaram todas as imagens do sistema de vigilância do perímetro que podia esclarecer como caiu o avião? Conseguem explicar esta?
Acho que o véu de suspeita que o filme levanta não tem directamente a ver com a administração Bush mas sim com os interesses que gravitam à volta deles. E é claro que o presidente sabe em que teia está enredado, sabe perfeitamente, e também sabe que de vez em quando beneficia com isso…
Não podemos pensar que as coisas são assim tão simples. Que de um lado está a administração e de outro estão as outras pessoas. E o filme não faz isso. O filme só quer que as pessoas pensem com as suas cabeças, apresentando factos, ligando discursos pertinentes uns aos outros. Tu dizes que são falsos. Mas até agora ainda não provaste uma única vez que determinado facto citado é falso. Fico à espera do segundo post…
Não podemos pensar que as coisas são a preto e branco e que os Estados Unidos são um país governado por fanáticos religiosos e que por outro lado temos o filme e os fanáticos religiosos das teorias da conspiração. Ver o mundo com tais fundamentos maniqueístas é perigoso e só pode levar a mais ignorância.
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Data: 6/Setembro/2008 | Hora: 16:54
Obrigado pela tolerância. Alinho no humor. Ajuda-nos a manter a lucidez
.
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Data: 6/Setembro/2008 | Hora: 19:37
Parabéns pelo post Marco. Fico a aguardar a continuação…
Não sou grande adepto das conspirações 9/11 mas desde 2001 que tenho a certeza que não foi um avião que caiu no Pentágono… Basta analisar com atenção as imagens do incidente (principalmente as imagens aéreas que passaram na altura que davam bem a ideia das dimensões do avião e do edifício)…
Infelizmente a maioria das pessoas não parece importar-se com isto…
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Data: 7/Setembro/2008 | Hora: 23:26
Passei umas boas 2 horas a ver o filme.
Parece-me que, de facto a atitude mais saudável é a de duvidar :?, como poderemos ter provas?
Mas, como também não temos provas do contrário…
Teremos de pensar, pensar muito e o que acontece de facto é que, cada vêz há menos pessoas a pensar, umas por comodismo, outras por ignorância assumida e ainda outras por estarem já escravizadas, agarradas á necessidade de trabalhar sem parar para servir os interesses de quem manda.
Gostei do filme, tem a virtude de sugerir uma verdade diferente daquela que tentam impingir-nos.
Gostei dos comentários do Marco, é interessante promover este tipo de discussão.
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Data: 14/Setembro/2008 | Hora: 23:48
Também passei umas boas 2 horas a cultivar-me para algo que nos tentam fechar os olhos.
O autor deste blog tem todo o direito em procurar provas que refutem algumas ideias que aparecem no filme através de bibliografia espalhada por esse mundo fora. Mas também quero dizer que no próprio filme, e no fim deste, nos créditos estão as fontes onde o realizador foi tirar toda a investigação.
Quem somos nós para duvidar dos livros incluídos e referenciados nos créditos e não nos que o autor deste blog encontrou?
Não acredito em tudo no filme, mas que me deixou apreensivo e com outra forma de ver o mundo, deixou. Acho que a partir de hoje a minha “virgindade” caiu.
Também aproveito para deixar um link de alguém que procurou explicar as passagens do filme.
Também passei umas boas 2 horas a cultivar-me para algo que nos tentam fechar os olhos.
O autor deste blog tem todo o direito em procurar provas que refutem algumas ideias que aparecem no filme através de bibliografia espalhada por esse mundo fora. Mas também quero dizer que no próprio filme, e no fim deste, nos créditos estão as fontes onde o realizador foi tirar toda a investigação.
Quem somos nós para duvidar dos livros incluídos e referenciados nos créditos e não nos que o autor deste blog encontrou?
Não acredito em tudo no filme, mas que me deixou apreensivo e com outra forma de ver o mundo, deixou. Acho que a partir de hoje a minha “virgindade” caiu.
Também aproveito para deixar um link de alguém que procurou explicar as passagens do filme.
http://www.stellarhousepublishing.com/zeitgeist.html”
Gostaria de ter este assunto discutido num “Prós-e-contras” da RTP. A religião e a politica frente a frente com uma serie de sociólogos.
Não iria perder este confronto não. LOL
Cumprimentos.
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Data: 15/Setembro/2008 | Hora: 2:45
Sobre o link que o redin forneceu: quem procura explicar as passagens desse filme é Acharya S, autor do livro em quem Zeitgeist se baseou na primeira parte: o livro chama-se The Christ Conspiracy: The Greatest Story Ever Sold.
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Data: 28/Setembro/2008 | Hora: 18:01
Mas o FED é mesmo um banco privado. O banco que emite o dólar é de propriedade particular! Isto é um fato comprovado. Basta pesquisar no Google.
Os proprietários desse banco “lucram” tudo que é pago a título de juros, pelas pessoas e por vários países. É muito dinheiro para não estar em poder estatal. Com esse dinheiro pode-se, virtualmente, comprar tudo, inclusive poder. Não é de se surpreender que esses proprietários sejam também donos da indústria petrolífera (isso também é um fato pesquisado “fora zeitgeist”).
Com tanto dinheiro concentrado (pelo próprio mecanismo do sistema bancário, que é outro fato pesquisável, independentemente do zeitgeist) na mão de tão poucas pessoas, e, considerando a máxima de que o poder corrompe, as hipóteses levantadas no zeitgeist para as guerras e para o 11 de setembro não mais soam tão absurdas…