CLÁSSICOS
Luz e escuridão, muita
26/05/2011 @17:37A Arte de Blogar
18/03/2007 @14:207 regras para escrever melhor
03/07/2011 @22:38A homofobia é um trambolho
21/11/2009 @11:03A desagregação da Primavera
21/01/2010 @4:15O meu Windows só fala em Latim
02/06/2008 @9:29Descodificando emails femininos
02/06/2008 @9:49Uma Aventura no Centro de Desemprego
08/11/2010 @12:32Explicações do Horror
25/01/2010 @22:24Windows vs Linux
23/02/2007 @12:15Virgens suicidas
02/06/2008 @9:46Importante reflexão existencial sobre a patareca
08/10/2009 @17:05
Pachecosfera, Pachachosfera, Mulheres, Homens, Bitaites, Fricções, Jornalismo, Futebol, Cromos, Humor.
Marco Santos
→ 03/11/2011 @0:06
Em terra de cegos, quem tem um olho é rei
Marco Santos
→ 31/10/2011 @23:05
Está tudo ligado, pá
Se não fosse a Optimus e a sua campanha All Together Now nunca conheceria esta faceta de Lisboa menina e moça.
Eu que durante tantos anos lá trabalhei e gramei pó e obras e buzinas e escapes e fachadas desbotadas e gente mal disposta e suada, dou por mim a pensar como foi possível ser tão cabeça no ar e não reparar na Lisboa deste anúncio.
Lisboa afinal também é assim, amigável para os ciclistas, habitada por uma multidão de gajos giros e raparigas belas que desfilam nas ruas enfeitadas e sem trânsito ao som de uma música dos Beatles muito alegre e positiva, one tu tri fóre, can ai ave a little mor
e povoada por gente que arruma esplanadas e distribui jornais com um sorriso na cara pensando provavelmente em salários optimus e subsídios ainda melhores
one tu tri fóre, can ai ave a little mor?
Talvez esta Lisboa me tenha escapado por usar um telemóvel da Vodafone.
Raios, que oportunidade perdida de ver passar diante de mim duas amazonas a cantarolar one tu tri fóre, can ai ave a little mor, ai se eu soubesse que um telemóvel podia ligar-nos a todos como irmãos e irmoas de valor acrescentado, nunca tinha comprado uma porcaria de um Vodafone da Nokia que me condenou a uma vida de miserável monge cinzento e pobretanas.
Eu também quero ser o bombo da festa. Posso ser um taxista feliz, posso?
Por falar em bombos, aquela música dos Beatles é tão tão tão chamativa que já foi usada em campanhas publicitárias da Budweiser e da Nextel. Será que o All Together Now está em saldo?
Marco Santos
→ 28/10/2011 @19:42
Crise? Qual crise?
A Worten mandou um comunicado anunciando a comercialização do novo iPhone 4S pela módica quantia de 1299 euros – ou seja, vai vendê-lo a mais do dobro do preço a que o mesmo modelo (também desbloqueado) é vendido em Espanha.
Aposto que mesmo assim muitos farão fila para alegremente se deixarem roubar, só para usufruir da dúbia vantagem de serem os primeiros em Portugal a ter o precioso iPhone. Nunca tentem impedir que um palerma se separe do seu dinheiro, é inútil…
Marco Santos
→ 26/10/2011 @9:09
Wikipédia no quadro
Sem dúvida aquela é uma forma original de apresentar links para conteúdo externo: cada figura representada no quadro tem a sua própria ligação para a respetiva entrada na Wikipédia, basta aproximar o rato.
O quadro foi pintado pelos chineses Dai Dudu, Li Tiezi e Zhang An. São muitas as figuras – e nem sempre a relevância histórica é o primeiro critério utilizado – mas a ideia funciona bem quando vemos a imagem no seu tamanho original, com todos os pormenores. E é engraçado observar a forma como as diversas personalidades estão arrumadas…
Marco Santos
→ 23/10/2011 @15:47
Alerta Laranja
Grande novidade. Eu estou em estado de alerta laranja desde que o PSD ganhou as eleições.
Marco Santos
→ 20/10/2011 @23:35
Khadafi e a bala
E pronto, o mundo livrou-se de mais um ditador.
Khadafi acabou coberto de sangue e desonra, um palhaço decrépito amarrotado entre uma multidão de «ratazanas» em júbilo, desejosos de lhe limpar o sebo.
Os vídeos do coronel «Cão Raivoso» arrastado pelos rebeldes quando estava semi-vivo e exibido nas ruas já depois de morto andam a ser mostrados pelos media online e televisões sem grandes pudores, mas estas coisas são assim: todas as histórias têm um princípio, meio e fim, esta foi uma longa novela e a malta precisava mesmo de um final apoteótico.
Seria muito aborrecido prolongar este circo com julgamentos e obrigar as Democracias ocidentais a assistir à penosa tentativa de Khadafi de evocar os bons velhos tempos que passou na companhia dos ex-amigos europeus. Estes condenarão a execução sumária, como manda o código da boa postura, mas já não terão ataques de diarreia ou suores frios durante a noite ao pensar nos tempos em que deram umas palmadinhas nos ombros do coronel assassino.
O povo líbio, subjugado durante décadas pelo déspota, não anda com paciência para subtilezas e festeja a execução como um ato de Justiça. Tudo está bem quando acaba bem.
Levou um tiro nos cornos e vai parar ao Inferno, é certo. Tenho tanta preocupação pelo destino do crápula como vocês, mas também não tenho grande simpatia pela bala que o matou.
Ao contrário do Khadafi, cujo corpo se vai desfazer em pó e misturar-se no deserto, a bala que o matou está viva, de boa saúde e recomenda-se.
Não se sabe bem de onde veio esta, mas é muito provável que tenha sido fabricada e fornecida por um dos países que armaram Khadafi ao longo de vários anos: Estados Unidos, Rússia, Áustria, Bélgica, Reino Unido, Bulgária, República Checa, França, Alemanha e Itália.
E não deixa de ser uma dolorosa ironia do destino que a Amnistia Internacional, poucas horas antes de Khadafi ser executado, tenha denunciado todas aquelas nações como as fornecedoras de «armas, munições e o equipamento militar e policial», desde pelo menos 2005, às «ditaduras» do Egito, Bahrein, Líbia, Síria e Iémen – precisamente os países onde o povo se rebelou contra a repressão.
Ninguém pode dizer que esta gente não sabe fazer bons negócios: arma-se o opressor e os que de futuro se rebelarão contra o opressor. Entre mortos e feridos, vítimas e carrascos, lucra-se sempre. E agora que o negócio Khadafi foi concluído com uma bala na cabeça, esperam-se novas e excitantes oportunidades de negócio para todos os investidores.
Marco Santos
→ 18/10/2011 @23:13
Contra a austeridade, gozar gozar
O português tem muitos defeitos, mas nunca se poderá acusá-lo de não saber reagir às adversidades e injustiças de forma original.
Desde que o Governo anunciou «o pacote de medidas de austeridade» contidos no Orçamento 2012 – o ano do fim do mundo, não é? – diversas imagens comemorativas têm circulado na web, principalmente nas redes sociais.
Esta é uma seleção das melhores que me passaram pelos olhos. É a prova de que podem tirar-nos os subsídios de férias e de Natal, mas não conseguem roubar-nos o sentido de humor. E ai deste país se isso alguma vez chegar a acontecer…







































