Um hotel à volta do aquário

Um imenso aquário à entrada do Hotel Radisson Blu, em Berlim. Mais fotos. Hotel aqui.



Um imenso aquário à entrada do Hotel Radisson Blu, em Berlim. Mais fotos. Hotel aqui.



Este sítio reuniu 12 exemplos de casas subterrâneas. Algumas parecem ter saído da imaginação de Tolkien. E a rapariga a ler um livro também não está mal.








A colecção inteira pode ser vista neste post.


Todos aqueles que se deixaram fascinar pelas fotos a cores do princípio do século XX e pelo processo Autocromo (Autochrome Lumière) através do qual a cor era obtida (ver este post), vão gostar de ver alguns exemplos da colecção da National Geographic, com cerca de 14.000 placas de autocromo e muitas fotos de um passado distante que nunca chegaram a ser publicadas.
O link está aqui. Um abraço ao Carlos Afonso pela dica que publicou no Twitter.

Ainda a propósito da polémica entre direito à Liberdade e direito ao Respeito, o jornalista Michael Peck conta um episódio exemplar.
Estudantes de uma Associação de Ateus, Humanistas e Agnósticos da Universidade de Wisconsin-Madison defenderam a liberdade de expressão desenhando Maomé (Muhammed, em inglês) nos passeios do campus.
Em resposta, os estudantes da Associação Muçulmana da mesma universidade não convocaram manifestações nem gritaram ameaças ou palavras de ordem: em cada figura do profeta que encontraram, desenharam umas luvas de boxe. Ao nome Muhammed acrescentaram então Ali – Muhammed Ali, o pugilista.
Make Cartoons, Not War, conclui Michael Peck. É uma boa história, pois faz-nos pensar o que poderia ser este mundo se todos os seus conflitos pudessem ser resolvidos com criatividade e sentido de humor.
Um post de Frank Wentzel no blogue City Noise reúne uma impressionante colecção de fotografias do início do século XX. O que tem de especial é o facto de serem coloridas – à época, a única forma de se ter fotografia a cores era utilizando um processo patenteado pelos próprios irmãos Lumière denominado Autocromo ou, oficialmente, Autochrome Lumière. O processo só foi comercializado a partir de 1907.
Esta enorme colecção – composta por um total de 72 mil placas de autocromo, não contando com os 180 quilómetros de filme a preto e branco – resulta da dedicação de um milionário, Albert Kahn, que se dispôs a reunir um registo fotográfico do mundo.
Estas fotos são mil vezes mais assombrosas do que qualquer foto de fantasmas, pois o que na verdade observamos é o retrato vívido de pessoas que há muito desapareceram. Por nos sentirmos tão vivos, perturbam.
Serve este post para anunciar que o blogger mais original e visceral a escrever sobre cinema na blogosfera portuguesa é o Capitão Napalm. O blogue Paraíso do Gelado, ponto final para os amigos, é uma espécie de O Meu Pipi da crítica cinematográfica portuguesa.
O Capitão Napalm tem um orgasmo cinéfilo quando Tarantino faz arder um cinema repleto de nazis e compara o Anti-Cristo de Lars von Trier a um cagalhão de elefante, mas também é o crítico atrevido que apalpa as maminhas dos filmes, lhes mira o rabo e as pernas, trinca as orelhas e mordisca o pescoço, lhes lança piropos ou promessas de amor eterno.
Um ordinário da melhor espécie, pois utiliza as caralhadas como disfemismos. E o melhor disto tudo é chegarmos ao fim da prosa e percebermos por que raio concordamos com ele. Ou discordamos. Só na blogosfera podemos ler críticas assim, tão sacramentalmente descomprometidas.

E se um repouso intergaláctico não for suficiente para vocês – o autor desta montagem, JR Soares, tem uma página de perfil aqui – , poderão verificar nesta página como os malandros dos ETs se têm infiltrado na nossa cultura de uma forma quase imperceptível.

O russo Denis Tolkishevsky nasceu, cresceu e vive na cidade siberiana de Novosibirsk.
Era um engenheiro civil especializado no ramo da Engenharia hidráulica – o seu trabalho nada tinha a ver com o 3D, mas a qualidade das suas ilustrações e os vários prémios que já ganhou – a lista é impressionante – deram-lhe fama e várias ofertas de trabalho.
Há alguns meses, decidiu mudar de emprego e de vida, e aquele que era apenas um passatempo transformou-se, agora, na sua principal ocupação. O seu sítio contém muitos exemplos do seu trabalho e aqui podem ler uma entrevista dada pelo próprio Denis, da qual eu retirei estas notas biográficas. O tipo é excelente.