Os ig­nó­beis so­ci­a­lis­tas e blo­quis­tas vão le­var ama­nhã mais uma vez a adop­ção de cri­an­ças por du­as pes­so­as ho­mos­se­xu­ais do mes­mo se­xo que vi­vam jun­tas, ao Parlamento. Não se en­ga­nem, to­das as ma­nifs, to­dos os Grandolas Vilas Morenas, to­dos os Galambas e Dragos, to­dos os ac­tos de ter­ro­ris­mo de in­ter­rup­ção de mem­bros do Governo em ac­tos pú­bli­cos, têm um úni­co ob­jec­ti­vo “dar cri­an­ças aos homossexuais”.

Maria Teixeira Alves, no Corta-Fitas

Paneleirossauros

Graças à jor­na­lis­ta Maria Teixeira Alves, aca­bei de des­co­brir que o 25 de Abril foi obra de gays.

Não acre­di­tem se os pro­fes­so­res de História vos dis­se­rem que na­que­le fa­tí­di­co dia de 1974 o po­vo saiu à rua – em pri­mei­ro lu­gar, por­que são com cer­te­za la­ri­las in­fil­tra­dos no sis­te­ma edu­ca­ti­vo; em se­gun­do, por­que não foi o po­vo quem saiu à rua, fo­ram os paneleiros.

O po­vo é quem mais or­de­na? Isso é gri­to de sado-masoquistas, de certeza.

As pes­so­as acham que foi uma re­vo­lu­ção, mas foi uma pa­ra­da gay – uma cons­pi­ra­ção com o ob­je­ti­vo de do­mi­nar ho­mos­se­xu­al­men­te es­te país e le­ga­li­zar a so­do­mi­za­ção de cri­an­ci­nhas recém-adotadas.

E apos­to que os mi­li­ta­res que a or­ga­ni­za­ram usa­vam cu­e­cas de fio den­tal sob aque­les uni­for­mes – em ca­da Salgueiro Maia, não se es­que­çam, há um bai­la­ri­no dos Village People em po­tên­cia. Em ca­da re­vo­lu­ci­o­ná­rio, um ho­mo­cons­pi­ra­dor de­se­jo­so de en­fi­ar a pa­lhi­nha no ra­bo da revolução.

Nem que­ro ima­gi­nar o que a po­bre mu­lher de­ve ter sen­ti­do quan­do al­guém se lem­brou de me­ter um cra­vo no ca­no de uma me­tra­lha­do­ra – por mais que me es­for­ce, não con­si­go ima­gi­nar na­da mais gay do que is­so. Ainda por ci­ma usa­ram uma cri­an­ça co­mo sím­bo­lo, os por­ca­lhões, o que só pro­va que em ca­da ma­ri­cas há sem­pre um pe­dó­fi­lo a es­prei­tar por bai­xo das sai­as da Anita.

Somos to­dos fi­lhos de uma re­vo­lu­ção de ra­be­tas – is­to é mes­mo pi­or do que pen­sá­va­mos. E até Zeca Afonso, revelar-nos-á a Alves um dia, gos­ta­va de se dis­far­çar de loi­ra dos Abba en­quan­to can­ta­va o Grândola Vila Morena di­an­te do espelho.

Um dia a Teixeira Alves che­ga­rá à con­clu­são de que os di­nos­sau­ros não se ex­tin­gui­ram por cau­sa da que­da de um as­te­roi­de; os bi­chos co­me­ça­ram a enrabar-se uns aos ou­tros no pe­río­do Cretáceo e, pron­to, aca­ba­ram por de­sa­pa­re­cer – foi bem fei­ta, seus pa­ne­lei­ros­sau­ros de mer­da. Qualquer bió­lo­go vos di­rá que uma ex­tin­ção em mas­sa co­me­ça sem­pre com uma apal­pa­de­la no cu e só Deus sa­be o que vai ser de nós, po­bres hu­ma­nos, se per­sis­tir­mos nes­te com­por­ta­men­to. A Natureza es­tá aten­ta e não per­doa os in­di­gen­tes mo­rais, di­ga lá o que dis­ser o la­ri­las do Darwin.

É pre­ci­so ver que os ca­sais he­te­ros­se­xu­ais tam­bém têm mui­ta cul­pa no car­tó­rio: afi­nal, quem os man­dou ge­rar fi­lhos gays? Não há uma lei que proí­ba is­so? Se não há, de­via ha­ver. Existirá al­gum ví­rus da pa­ne­lei­ri­ce agu­da que os pa­dres ain­da não con­se­gui­ram iden­ti­fi­car nos la­bo­ra­tó­ri­os que mon­ta­ram nas sa­cris­ti­as? Que ter­rí­vel cons­pi­ra­ção é es­ta e por que ra­zão mais pes­so­as nor­mais não se afli­gem co­mo a Teixeira Alves?

Está de­ci­di­do. Como me­di­da pro­fi­lá­ti­ca, pro­po­nho que do­ra­van­te to­dos os pais se­jam obri­ga­dos a pro­var que não são ma­ri­cas an­tes de se­rem au­to­ri­za­dos a procriar.

A pílula do dia seguinte

Provavelmente mui­tos de vós já o vi­ram – afi­nal, o ví­deo é um fe­nó­me­no vi­ral, já ul­tra­pas­sou um mi­lhão de vi­su­a­li­za­ções no YouTube – mas da­dos os úl­ti­mos acon­te­ci­men­tos e o ti­po de idi­o­tas que es­te post in­vo­ca, re­sol­vi dei­xar aqui o link pa­ra que os im­be­cis ho­mo­fó­bi­cos te­nham al­gu­ma coi­sa com que se en­tre­ter en­quan­to ten­tam per­ce­ber por que ra­zão não con­se­guem co­men­tar no Bitaites.

A pílula do dia seguinte

Esta ver­são foi le­gen­da­da em Português do Brasil por José Faccin e po­de ser vis­ta cli­can­do aqui.

Que mui­tas pes­so­as te­nham pen­sa­do que es­ta pí­lu­la pa­ra bai­xar o QI de fac­to exis­tia, só veio dar ra­zão à equi­pa cri­a­ti­va que achou a brin­ca­dei­ra per­ti­nen­te e atu­al – Tadas VidmantasRonaldas Buozis, da agên­cia Sleepthinker, ba­se­a­da em Londres. A pí­lu­la não exis­te, pois, mas há gen­te que pa­re­ce tomá-la to­dos os dias.

Marco Santos

Bitaite de Marco Santos

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