Para al­guns ho­mens, en­con­trar o cli­tó­ris con­ti­nua a ser mais di­fí­cil do que en­con­trar o Wally. Munidos com a sa­be­do­ria acu­mu­la­da de sé­cu­los de ten­ta­ti­va e er­ro, e com uma per­se­ve­ran­ça de al­pi­nis­ta, mui­tos de nós já co­me­çam a fa­zer uma pe­que­na ideia do que é, pa­ra que ser­ve e on­de está.

A ar­tis­ta Lori Malépart-Traversy (aqui em ci­ma) re­sol­veu fa­zer um do­cu­men­tá­rio pa­ra nos aju­dar a en­ten­der, en­tre ou­tras coi­sas, por que ra­zão as mu­lhe­res são umas sor­tu­das por te­rem um ór­gão de­di­ca­do ape­nas ao prazer.

Terá si­do o cli­tó­ris um mo­men­to ex­ce­ci­o­nal­men­te ins­pi­ra­do do Criador ou te­rá si­do o Diabo a criá-lo quan­do Deus es­ta­va dis­traí­do com a cos­te­la do Adão? Não sa­be­mos. Aliás, nem pre­ci­sa­mos de um Criador pa­ra ser­mos re­li­gi­o­sos, basta-nos o cor­po da mu­lher. Sim, por­que a mu­lher é uma deu­sa. O cor­po de­la é o nos­so tem­plo e o cli­tó­ris um lo­cal sa­gra­do on­de po­de­mos re­zar em sua honra.

A ta­len­to­sa Lori ajuda-nos a co­nhe­cer a ana­to­mia do cli­tó­ris e a for­ma co­mo foi sen­do vis­to (ou não) ao lon­go dos tem­pos por aca­dé­mi­cos es­can­da­lo­sa­men­te ce­gue­tas. O do­cu­men­tá­rio do cli­tó­ris é edu­ca­ti­vo e en­gra­ça­do, tu­do ao mes­mo tem­po. Por is­so, play!

Marco Santos

Bitaite de Marco Santos

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