CLÁSSICOS
As minhas recordações da tropa
02/06/2008 @9:35A Incerteza de Heinsenberg e o rabo da Joana
02/06/2008 @9:55A homofobia é um trambolho
21/11/2009 @11:03Como satisfazer o meu homem?
02/06/2008 @9:40Explicações do Horror
25/01/2010 @22:24Já não se fazem Corleones como antigamente
12/12/2010 @22:137 regras para escrever melhor
03/07/2011 @22:38Windows vs Linux
23/02/2007 @12:15O meu Windows só fala em Latim
02/06/2008 @9:29A desagregação da Primavera
21/01/2010 @4:15Virgens suicidas
02/06/2008 @9:46Entender partições com o rabo da Jennifer Lopez
02/06/2008 @9:32
Arquivos mensais: Dezembro 2011
Marco Santos
→ 27/12/2011 @23:16
Post número 3532
Marco Santos
→ 26/12/2011 @14:31
Cavaco a olhar pras cenas
E pensava eu que o falecido Kim Jong-il era o único político com um gosto especial em olhar para as coisas, como nos mostrou este blogue.
Afinal, o nosso querido líder em Belém possui pelo menos uma característica em comum com o divino déspota dos saltos altos: Cavaco também gosta de olhar pras cenas e um blogue foi criado com o único propósito de mostrar a nossa liderança política em ação.
O ano 2012 vai ser duro e difícil para quase todos, mas enquanto o nosso presidente andar por aí a olhar pras cenas tudo estará bem.
Marco Santos
→ 26/12/2011 @4:39
Rádio Bitaites /6
O meu filhote começou a abanar a carola ao som de heavy metal e a mostrar-me, muito entusiasmado, bandas de que eu nunca ouvira falar.
Lembrei-me então que podia entrar na onda dele e apresentar-lhe também algumas bandas, de modo a abanarmos a carola juntos.
Só tinha um problema: nunca fui grande fã de heavy metal e não sabia muito bem se iria descobrir uma banda de que gostasse.
Vasculhei então o grande armazém de perdidos & achados do Google e acabei por sacar dezenas de grupos e selecionar algumas faixas para ouvirmos juntos. Ele não conhecia nenhuma das bandas que lhe mostrei, o que foi bom, gostou de quase todas, o que foi excelente, e acabámos por passar horas a estremecer os sinos natalícios com umas guitarradas muito rasgadinhas.
Lembrei-me depois que há muito tempo não fazia uma dessas emissões de rádio já tradicionais no Bitaites e resolvi partilhar algumas das bandas que descobri.
A maioria encaixa num estilo que se convencionou chamar progressive metal ou symphonic metal. Misturam folk, rock sinfónico e ópera-rock no metal – sem o enferrujar em demasia. Têm em comum uma certa pomposidade nos arranjos que pode soar pretensiosa a alguns mas que a mim agradam, pois lembram-me sons da adolescência. Estes metaleiros são barulhentos, cheios de energia, e muito líricos.
Como eu já não tenho idade para abanar a carola durante muito tempo, incluí algumas partes mais calmas. Aproveitei esses intervalos das guitarradas para me empanturrar em doces e no dia seguinte fiquei a ressacar mousse de chocolate.
Sem mais delongas, e já com o estômago recomposto, eis uma rádio barulhenta, cheia de ponta e circunstância.
Stop
Next»
«Prev
HIDE PLAYLIST
Rádio Bitaites (Vol.6) – Não sei se já vos disse: este ficheiro irá auto-destruir-se.
Carlos Paes
→ 25/12/2011 @12:29
As melhores 10 fotos que eu vi em 2011

***, de Igor Gromov

Stream of time, de Susumu Yagi

Follow The Big Boat, de Fauzan Maududdin

Communication__, de Vincent Chung

Star, de Martineb Martineb

Real People #3, de Rui Palha

Rainy day, de Rui Palha

The Winner, de M Faiz Nur Abidin
Marco Santos
→ 24/12/2011 @16:33
Sem o Citador não sei o que seria deste post XXVI
Rui Eduardo Paes
→ 23/12/2011 @15:16
Está na hora dos Jethro Tull
Tenho um ritual em cada passagem de ano – ponho-me a ouvir os meus discos preferidos dos Jethro Tull.
Tanto tempo passado da década de 1970 ainda é algo que me agrada fazer, mas o fascínio que tenho por álbuns como «A Passion Play», «Thick as a Brick» e «Aqualung» é, mais do que tudo, emocional.
Para mim estes discos funcionam como faróis de referenciação da minha própria vida. Avalio-a por comparação com os melhores anos que até hoje vivi, os primeiros da adolescência, aqueles precisamente em que descobri os Jethro Tull por meio dos meus amigos Rui e Bebita, dois irmãos de cabelos até ao fundo das costas, calças à boca de sino e sandálias de pneu de automóvel.
Verifico o quanto as circunstâncias me vão distanciando daquilo que eu era nessa altura, e a verdade é que, regra geral, me sinto muito, muito longe daquele rapaz meio gordinho que começava a consumir rock febrilmente, depois do muito jazz que o pai lhe apresentara até então.
Além deste hábito anual, ouço Jethro Tull quando estou feliz (passei longas horas com eles quando nasceram os meus três filhos) e quando estou na fossa. A maior parte das vezes é, infelizmente, este último o estado de espírito que me leva a recapitular temas de que conheço o mais ínfimo pormenor, mas que me continuam a intrigar.
Cá em casa já sabem que pode ser mau sinal quando coloco «Locomotiv Breath» ou «My God» no leitor de CDs. Quando tal acontece piram-se todos, pois o meu humor fica, digamos, pouco sociável. Fecho-me em copas e mergulho no negrume.
A coisa acaba por ter um efeito regenerador: daí a umas horas saio com outra disposição das exorcizações que faço com a flauta do Ian e a guitarra do Martin Barre. Fico com outra força para enfrentar as adversidades, até cair novamente e necessitar de mais uma dose de Jethro Tull.
Os próximos dias vão ser de banhos tullianos, pois são demasiados os demónios que me invadiram a alma durante o ano de 2011. Aconselho-vos a terapia – podem começá-la pelos dois clips que aqui deixo…
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Esta é a minha maneira de vos desejar boas festas.
Marco Santos
→ 20/12/2011 @17:13



































