31/Janeiro/2007

Casos de sucesso Microsoft

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31/Janeiro/2007

Quo Vadis, Intel?

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E a Intel anunciou já conseguir produzir transístores de 45 nanómetros, afastando-se ainda mais da concorrência (AMD). Conseguiu-o combinando dois novos materiais. Esta descoberta, garante a empresa, «representa a maior mudança dos últimos 40 anos na indústria».
Os novos transístores vão integrar a próxima geração de processadores de 45 nanómetros da Intel (Core 2 Duo, os Core 2 Quad e as famílias Xeon de processadores multi core, nome de código: Penryn).
A Intel afirma ter sido «a primeira a implementar uma combinação de metais que reduz as perdas de energia nos transístores e aumenta o seu desempenho no processo de produção de 45 nanómetros». O novo material tem uma propriedade designada high-k usada nas portas dieléctricas do transístor, enquanto a combinação de materiais metálicos é usada noutra das portas do transístor. Ler comunicado original da Intel (em inglês)

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31/Janeiro/2007

Einstein Revisitado

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Lendo o livro «Entrevista a Einstein», de Jean-Claude Carrière, editado em Portugal pela Quetzal: uma jovem estudante conversa com Albert Einstein 50 anos depois da morte do grande físico. Carrière escreve como se já tivesse um filme dentro da cabeça e usa as palavras como câmaras. O cinema não lhe é estranho: escreveu argumentos para Luis Buñuel. Talento literário e conhecimento científico: eis o que está a ser este livro até agora para mim – uma combinação irresistível.

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30/Janeiro/2007

John Cena? Pff. Grande coisa.

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John Cena é o senhor do lado direito

O campeão do Wrestling John Cena é um ‘ganda’ maricas. Até é capaz de fazer umas quantas acrobacias, mas aquilo não se compara com as lutas que eu e o Pedro fazíamos quando éramos putos.

A mentalidade do lutador de Wrestling tem demasiados pontos em comum com a minha infância para que a possa detestar. Aquilo tem piada. Caramba, até me arrisco a dizer que aquela merda é genial. Só não concordo que se ponha o Cena nos píncaros da luta semi-livre. Eu e o Pedro fazíamos lutas com muito mais pinta.

É genial, sim, ó intelectual horrorizado. Porque aos quatro ou cinco anos já a maior parte da malta se divertiu a brincar à porrada nos infantários e nas ruas. E porque o Wrestling é uma forma de recordarmos esses preciosos tempos em que podíamos ser neandertais à vontade. O facto de se ganhar milhões de dólares à conta disso só prova o jeito que os americanos têm para transformar as suas limitações em lucro.

Agora esse tal Cena… Pá, não. Nós fazíamos lutas como deve ser, carago. E não havia cá essas mariquices de arenas fofas, árbitros, assistências médicas e muito menos deusas mamalhudas para repousar as nossas cansadas cabecinhas.

Se fosse preciso lutávamos e caímos sobre pedregulhos – bastava que o argumento o exigisse. E se nos aleijássemos… Paciência. Dava mais realismo à cena e tudo! Um buraquito no joelho era suficiente para nos elevar à condição de estrela principal do nosso filme. Com sangue a correr até já dava para ganhar um Óscar.

É verdade, andar à porrada sem um argumento decente não tem piada. Os tipos do Wrestling também o sabem. Eles gastam uma data de tempo a berrar uns com os outros preparando o ambiente para a próxima luta. E o público americano não só desconhece o desfecho final da pancadaria como se deixa surpreender pela previsibilidade dos diálogos.

Eu e o Pedro – e todos os outros da nossa pandilha – nunca tivemos esses luxos. Bastava um pequeno desvio ao argumento inicial – fazer uma pausa para roubar umas nêsperas ao quintal do vizinho – para sermos logo corridos à paulada.

Na maior. Até nos dava jeito, pois incorporávamos o furioso vizinho no argumento: andávamos sempre à procura de maus da fita que fossem mesmo bons e simples – como nos filmes americanos actuais. E olhem que as histórias que inventávamos eram um bocadinho melhores que estas do Wrestling.

Sim, é verdade, ainda somos do tempo em que havia quintais de jeito. Nos primeiros anos da infância ainda se arranjava um campo verde para sermos vietcongs, americanos ou jogar à bola, mas nos últimos tempos já tínhamos sido forçados a optar pela guerrilha urbana: as árvores ia caindo, os prédios semeados por especuladores imobiliários e as balizas substituídas por janelas de vidro.

Se ao menos não tivéssemos crescido… Agora podíamos ganhar uma pipa de massa, ó Pedro.

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30/Janeiro/2007

Post construtivo

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29/Janeiro/2007

669 Euros? Wow!

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Passa para cá 669 euros se queres salvar o cãozinho!

Desde as 22 horas de hoje, na loja FNAC, Centro Comercial Colombo, Lisboa, que o Windows Vista e o Office 2007 estão nas prateleiras à espera das vossas carteiras recheadas. Na primeira venda oficial esteve presente Simão Sabrosa, jogador do Benfica.Esqueçam por agora o glamour das apresentações e concentrem-se nos factos: o preço da versão Ultimate do Office 2007 custa mais do dobro do salário mínimo nacional (fonte).
Para que não fiquem dúvidas quanto aos preços estimados, o Windows Vista Home Premium está disponível por 269 Euros (versão de actualização) e o Windows Vista Ultimate por 439 Euros (igualmente de actualização). No que diz respeito às versões integrais, os preços são de 399 Euros para o Vista Home Premium e 669 Euros para a versão Ultimate. No Office 2007, os preços são de 999 Euros para a versão Ultimate. Esta versão estará ainda disponível a partir de 849 Euros (versão de actualização). Estes preços incluem IVA. Ao menos isso…

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29/Janeiro/2007

Os 100 melhores solos de guitarra do mundo

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A revista Guitar World elegeu os 100 melhores solos de guitarra da história do rock. Frank Zappa surge em 60º lugar com apenas um tema, Zoot Allures, retirado do álbum com o mesmo nome. É pena que a lista não inclua o memorável solo em Watermelon in Easter Hay, de Joe’s Garage.
David Gilmour, guitarrista dos Pink Floyd, tem uma honrosa presença na lista dos melhores – Confortably Numb (4º lugar), do álbum The Wall, Time (21º) e Money (62º), ambos de Dark Side of the Moon.
O grande vencedor é Jimmy Page, dos Led Zeppelin, com o inevitável Stairway to Heaven. Registe-se que Zappa tocou uma “cover” deste tema na tourné de 1988 e colocou a secção de metais da banda a tocar, nota por nota, o «espontâneo» solo de Page. A notável experiência pode ser ouvida se consultarem este post e carregarem no respectivo link.
O site Uri’s BlogFine Things For Your Delight – encontrou no YouTube vídeos dos primeiros 20 solos da lista vencedora.

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29/Janeiro/2007

Final Fantasy XII

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Dizem os entendidos que Final Fantasy XII (para PS2 mas também PS3) é um dos jogos mais aguardados dos últimos anos e que será o melhor da série. Não tenho grande interesse por este tipo de jogos, mas quando se fala da arte que geram é outra coisa. As imagens incluídas no ficheiro zip para download são todas de altíssima definição – dez ao todo, entre renders dos personagens principais (recortados em fundo branco e excelentes para criar wallpapers) e imagens com situações de jogo. Download

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