Empertigaitada, bem obrigada!
Há pessoas que andam com o rei na barriga e se dão muita importância. Eu, felizmente, sou uma dessas pessoas. O que é uma bênção, já bem me bastaram os anos de timidez liceal e a incapacidade de expressar opiniões sem corar. E gosto muito mais de mim assim.
Há que assumir essas coisas, já não somos adolescentes para perder o sono porque o amiguinho do lado não gosta de nós. E assumo, até porque posso, sou muita esperta e muita gira, e as miúdas muita espertas e muita giras podem ter narizinho empinado à vontade que não faz mal a ninguém e até lhes dá uma certa graça serem meias pespinetas.
Sei bem que não irei agradar a todos e desde que não se entre em faltas de respeito gratuitas, todos têm direito a expressar livremente a sua opinião. Até o Coisa Verde a dizer que não gosta de mim, o que é completamente incompreensível visto eu ser absolutamente adorável. E gira. Mas está no seu direito e eu defendo-o.
Aliás, eu só fiquei um bocadinho chateada por o Coisa Verde não ter dito logo directamente que a cabra convencida era eu. E dizer que eu era um bocado empertigada?! Só? Que injustiça, eu sou a MAIS empertigada!
Adoro dizer o que me vai na telha sem me preocupar se vou ferir susceptibilidades. É exactamente por isso que tenho um blogue. Para dizer o que bem entender fugindo ao politicamente correcto. Um blogue é assim uma válvula de escape, com a vantagem de só ser lido por quem quer e porque quer. Tudo voluntário e sem obrigações. Nós nem ganhamos dinheiro com isto!
Quem não gosta, não lê. É fácil. O nome do autor até vem no cabeçalho, é só fazer scroll down e passar ao seguinte. Com sorte será a descrição de um novo laptop topo de gama que fará as delícias dos menos virados aos devaneios estrogénicos. E somos todos felizes para sempre.


A história de uma estação espacial orbitando o planeta Solaris, onde o único ser vivo é um oceano inteligente, é a mais conhecida de Stanislav Lem.























