31/Agosto/2005

Tubos

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Fotos: David Troyer

Publicado por Marco Santos | Categoria: Instantes | Comentários Desligados
31/Agosto/2005

Revolução Intel

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Esta edição do Intel Developer Forum (IDF), no Moscone Center, em São Francisco, ocorrida de 23 a 26 de Agosto, era tida como a mais importante dos últimos cinco anos, graças à recuperação do mercado de vendas de Computadores Pessoais (regressou e melhorou os valores anteriores a 2001, início da grande crise na venda de produtos informáticos), e à invulgar situação de, pelo menos nos Estados Unidos, a venda de Computadores Portáteis ter superado, pela primeira vez, a venda de Computadores de Secretária.
A responsável pelo último feito é a plataforma Centrino, um excelente produto da Intel que tem revolucionado a indústria de computadores portáteis, tendo criado finalmente uma plataforma que alia uma boa performance a baixos consumos, tecnologia Wireless a portabilidade.
É com base nesta estratégia de sucesso que a Intel pretende redesenhar a sua linha de processadores, deixando para trás anos de desenvolvimento com base na tecnologia NetBurst, apostar nos 64bits, multi-core e na nova norma “Performance per Watt”.

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Publicado por Gustavo Dias | Categoria: Bits & Bytes | Comentários Desligados
29/Agosto/2005

Memorial Six Feet Under

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Acabei de ver o último episódio da melhor série televisiva de todos os tempos: Six Feet Under. É possível que, daqui a alguns meses, se veja em Portugal esta última temporada. Tendo já visto toda a série 4, pura e simplesmente não resisti e fui buscar os doze episódios que faltavam. Esta é a série mais sombria e triste de todas, mas o final de Six Feet Under – a viagem de Claire em direcção ao seu futuro, conduzindo o carro ao som desta música – é algo que muito dificilmente esquecerei. Maravilhoso final. Rest in peace.

Mais algumas músicas para o memorial Six Feet Under:

Publicado por Marco Santos | Categoria: Música | 1 comentário »
27/Agosto/2005

O Gildot

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O GilDot é mais do que um fórum de discussão. É a argamassa com que nos últimos seis anos se construiu a comunidade Software Livre/Aberto (SL/A) em Portugal. Periodicamente, alguém prediz o seu fim – mas as estatísticas não enganam. Nos últimos 12 meses teve 1.2 milhões de acessos e 3.8 milhões de páginas lidas.
Apoiando-me num artigo escrito por um dos fundadores, António Coutinho, por altura do seu 2º aniversário, é interessante recordar a sua génese.
O GilDot nasceu de um grupo de docentes da Universidade do Minho que trabalhavam e investigavam em Linux. Esse grupo, o Gil, era leitor do SlashDot e considerou fazer falta um site do mesmo tipo em Portugal. Um dos seus elementos, o Dário Teixeira, desenvolveu então a versão portuguesa a partir do código open-source do SlashDot.
Por ocasião da II Workshop de Linux no ISCTE, em Abril de 1999, o Gil lançou o GilDot. Foi uma sorte para mim porque, como organizador da Workshop, tive o prazer de ser o primeiro editor de fora do grupo a ser convidado.
Desde o seu lançamento que têm surgido discussões monumentais e históricas. De problemas envolvendo tribunais/PJ de utilização imprópria de nomes de endereços Internet (cyber squatting) à criação e dissolução de projectos. De discussões sobre o roubo da BD com palavras-chave dos utilizadores a discussões sobre IRC.
No GilDot lê-se as notícias nacionais e internacionais do meio SL/A, ouvem-se mexericos, discutem-se pormenores técnicos. O aluno do secundário responde ao professor universitário. O anarca responde ao presidente de uma fundação pública.
A grande ameaça, se é que ela existe, é a ruptura de gerações. As discussões de que algumas pessoas se queixam e que as fazem afastar do GilDot parecem-me que são por falta de respeito entre uma 1ª geração, que se conhecia toda, e uma 2ª geração, que não se dá a conhecer fora do anonimato dos nicks. São estranhos entre eles, o que faz com uma troca de posts rapidamente degenere. A responsabilidade é da 1ª geração que não imprimiu uma sociabilização que ensinasse onde estão os limites. A responsabilidade é da 2ª geração que não soube dar a conhecer-se. Mostrar os seus projectos, o que faz e o que vale. E valem muito.
Como qualquer sentimento humano, esse sentimento de respeito é subjectivo e difícil de definir. Só o consigo através de uma pequena experiência que presenciei.
Fui a um funeral de um familiar afastado numa pequena aldeia rural perto de Alenquer. Como a aldeia não tinha cemitério, o cortejo seguiu a pé – como manda a tradição – para a aldeia vizinha. A meio do percurso de 4 km sob sol escaldante de Julho, vejo no passeio três calceteiros a trabalhar com o habitual afinco pré-eleições autárquicas. Mal passou o carro funerário, os dois mais velhos interromperam o que estavam a fazer, levantaram-se e tiraram a boina, segurando-a nas mãos respeitosamente cruzadas à frente. O mais novo continuou a trabalhar até que um dos outros lhe deu um leve toque, suficiente para perceber que deveria parar e imitá-los. Os calceteiros não conheciam o defunto – em gíria GilDot: o utilizador do carro funerário –, mas sabiam que era um ser humano com qualidades e defeitos, com aspirações e falhanços, com valores e preconceitos. E por isso, respeitavam-no. O mais novo não sabia qual o limite nem, por muito ou por pouco que o sentisse, qual a forma de mostrar esse respeito.
O GilDot está mais interessante que nunca, dando-lhe o desconto da silly season, e vai por cá estar durante muito mais anos.
O que custa são os seis primeiros anos. Tal como a comunidade, a argamassa está para ficar.

A imagem incluída significa que esta crónica e as seguintes estarão sob licença “CC”. Ou seja, que pode reproduzir o texto, modificá-lo e distribuí-lo.

Publicado por Paulo Trezentos | Categoria: Bits & Bytes | Comentários Desligados
19/Agosto/2005

A agenda do Luís

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Chama-se Luís Monteiro, é português e é o criador de uma aplicação gratuita para Windows chamada Agenda LM – uma espécie de segunda secretária para o PC, capaz de organizar o mais variado tipo de contactos, guardar informações vitais, por aí fora. O Bits & Bytes publicou uma análise do programa feita pelo Bruno Fonseca (que também se encarregou da entrevista) e, como resultado, a página do Geocities onde a aplicação estava alojada foi ao ar por excesso de tráfego.

De onde nasceu a ideia de criar uma aplicação como esta?
Luís Monteiro – A ideia surgiu precisamente por necessitar de um programa para gerir os meus contactos, mesmo que poucos, procurar por um nome, um número, parte do nome, morada etc. Testei vários – Lotus Organizer, por exemplo –, mas resultavam sempre numa perda de tempo. Eram demasiado complicados para uma coisa tão simples e não faziam o que eu precisava.
Além disso, como faço esporadicamente páginas para a Net, tenho imensas palavras-chave que não sabia onde as guardar e ter sempre à mão, e depois não eram só essas palavras-chave, hoje em dia temos de ter imensas, seja para aceder aos bancos on-line, seja os dos nossos e-mails, etc. Até para entrar em certos locais da Net, FTP e afins. Também tinha necessidade de ter uns lembretes e uma espécie de bloco de notas, para guardar certos apontamentos.
Ora bem, com isto tudo cheguei a ter quatro programas a funcionar, quatro! Não existia nenhum que tivesse todas estas funcionalidades em simultâneo. Daí lembrei-me de criar um programa que fizesse aquilo que eu precisava. Como sei trabalhar com bases de dados lembrei-me dessa hipótese, uma vez que são muito poderosas, maleáveis etc. Em vez de criar ficheiros de texto e deixar a aplicação lê-los, não, assim não seria com base de dados, aliás já tinha maus exemplos dos programas que tinha experimentado…
E assim foi. A primeira Agenda que fiz foi apenas para mim, mas mais tarde um colega, ao ver o programa, “exigiu-o” para ele. Afinal era isso mesmo que precisava para usar na sua profissão (jornalista). Ficou contentíssimo com as funcionalidades, a rapidez e a simplicidade.
Ora aqui surgiu a parte mais difícil. Pôr o programa a trabalhar para outras pessoas. É que eu sabia de alguns erros que o programa fazia e de certas coisas que não se deveriam fazer ou ele crashava. Assim, tive que “reforçar” o programa para que ele não tivesse erros. Daí até ao lançamento para a Net foi um passo…

A sua actividade profissional relaciona-se com a programação?
L.M. – Não. Eu trabalho num escritório e sempre “conversei” bem com os PC, de maneira que tenho a programação apenas como hobby, embora a começasse a usar no trabalho para “aliviar trabalho” – e com sucesso…
Em termos gerais quanto tempo foi gasto em desenvolvimento?
L.M. – A primeira versão, mais ou menos um mês, nem tanto – mas isto contabilizado sempre como horas vagas, nunca em horas normais de trabalho. As versões seguintes, acertos, acrescentos de funcionalidades, etc., entre um dia a uma semana, se bem que esta última versão demorou meses. Foi uma mudança muito grande, pelo menos a nível de código e se não tivesse tido a ajuda de um amigo que ia testando a Agenda à medida que a ia desenvolvendo, podia ter demorado ainda mais ou ter ficado com menos funcionalidades.
Tenciona no futuro criar uma versão paga e outra grátis, ou pretende mantê-la sempre grátis?
L.M. – Para já, mantenho-a grátis. Quem quiser fazer doações já o pode fazer. Mas, talvez num futuro breve, lance uma versão em inglês/francês e aí estou ainda dividido se a manterei grátis ou não. É que há sempre crackers por aí…

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18/Agosto/2005

Guia para o Azureus

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O protocolo BitTorrent é, de momento, o melhor para quem utiliza redes P2P (Peer to Peer). O programa que prefiro é o Azureus (open source, com versões para vários sistemas operativos). Neste guia vou explicar como obter a melhor configuração possível sem trabalho nenhum. (É possível que este guia não traga nenhuma novidade a utilizadores mais avançados, mas quem está no início destas andanças pode beneficiar)

Em primeiro lugar instala-se o Java da Sun. (Quem tem o Mozilla Firefox já deve tê-lo instalado). Depois passamos à instalação do Azureus. Podemos instalar os dois a partir desta página

Quando corre o Azureus pela primeira vez, é-lhe apresentado uma janela de configuração do programa. Cancele. É também provável que, na janela principal do Azureus, lhe sejam sugeridas algumas actualizações. Cancele também. Trata-se disso depois. Agora vamos fazer as coisas de maneira diferente. Em primeiro lugar, visitamos uma página que nos informa sobre o tipo de ligação que temos (downstream/upstream) e nos determina automaticamente qual a melhor configuração. Escusado será dizer que se deve parar qualquer download ou upload para que o teste seja genuíno.

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Publicado por Marco Santos | Categoria: Bits & Bytes | 1 comentário »
16/Agosto/2005

Silenciar o PC

Com o acréscimo das temperaturas no PC, a tendência é sempre aumentar o número de ventoinhas para aumentar o fluxo de ar na caixa. O inconveniente é o facto desse aumento de ventoinhas por norma estar relacionado com o aumento de ruído gerado dentro da caixa do computador. Para alguns utilizadores, como jogadores e entusiastas, o ruído nunca foi problema – mas muitas pessoas utilizam os computadores para trabalhar no dia-a-dia e há quem os utilize no seu quarto. Neste tipo de situações, o ruído gerado pelos computadores é sempre demasiado do que o desejado, e é para essas pessoas que este artigo é dedicado.
Silenciar totalmente um PC pode ser algo demasiado caro. É nesse sentido que pretendemos demonstrar com este artigo como é possível reduzir muito significativamente o ruído do seu computador sem perder todo o dinheiro do subsídio de férias.

Cooler do processador
Com o aumento da velocidade dos processadores, também aumenta a necessidade de um cooler mais potente para os arrefecer. Os casos mais problemáticos são os recentes Intel Pentium4 e Pentium D para Socket 775 e os AMD FX e X2, que possuem coolers de origem demasiado ruidosos para o desejado. É um bocado ingrato uma pessoa dar mais de 1000 euros por um processador (como o AMD FX-57) e receber um cooler que se encontra constantemente a gerar um ruído insuportável.
Felizmente existem no mercado várias alternativas aos coolers de origem, fabricados por marcas bastante conceituadas na sua performance e silêncio em comparação aos coolers de origem. Essas marcas são a Cooler Master, Zalman, Thermalright, SwifTech, Artic Cooling, Thermaltake, entre muitas outras.
No Bits & Bytes da semana passada experimentámos, por exemplo, um Zalman 7700 Cu, um cooler que utiliza uma ventoinha de 120mm silenciosa – mas existem muitos outros modelos semelhantes. Um deles é o novo CNPS9500, um cooler em forma de túnel de vento, com uma ventoinha extremamente silenciosa de 92mm, que gera cerca de 25dBs em modo normal. Existem outras alternativas excelentes no mercado como, por exemplo, o Thermalright XP-90 em cobre, que possui a vantagem de se poder colocar o tipo de ventoinha que desejarmos, seja ela silenciosa, ruidosa ou regulável. Este tipo de coolers ronda os 40 euros e podem ser encontrados em várias lojas de informática.

Cooler de placa gráfica
Após silenciarmos o cooler do processador, por vezes deparamo-nos com um ruído extremamente irritante e agudo, que anteriormente não reparávamos devido a este se encontrar abafado pelo do anterior cooler do processador.
Se a placa gráfica for de gama baixa ou média, é frequente encontrar-se coolers muito bonitos, cheios de efeitos, mas que infelizmente estão acompanhados de ventoinhas de má qualidade e extremamente ruidosas.
No caso das placas topo de gama, por norma a utilização de ventoinhas algo ruidosas deve-se ao facto de os GPU hoje em dia serem verdadeiros fornos e aquecerem quase tanto (nalguns casos mais) como um processador.
Felizmente existem também já vários coolers para todo o tipo de placas gráficas. Os mais famosos são os Zalman V700 que são compatíveis com quase todas as gráficas no mercado, e os da Artic Cooling. Um bom exemplo é o caso das Nvidia GeForce 6800GT, que possuem um cooler bastante ruidoso. Ao colocar-se um Artic Cooling NV5 (especial para esta geração de placas, NV40), foi possível baixar muito significativamente o ruído e até mesmo a temperatura até quase 10ºC nalguns casos.
Para os mais exigentes, existe a gama do Zalman ZM80, um cooler totalmente passivo e silencioso, mas que não deve ser utilizado em placas topo de gama. Este tipo de coolers muito raramente passa dos 30 euros, e encontra-se à venda nas principais casas de informática por todo o país.

Northbridge
Apesar de hoje em dia existirem muitas motherboards com cooler passivo no Northbridge, infelizmente ainda existem muitas com cooler passivo, sendo este sempre da pior qualidade possível. É das situações mais frequentes o cooler da motherboard passado algum tempo começar a vibrar e a criar um ruído extremamente irritante. Como tal, o ideal será trocá-lo, já que a ideia de pedir garantia à marca desse cooler, acabamos por receber um igual que mais cedo ou mais tarde irá acabar no mesmo estado. A questão de escolha agora depende bastante do tipo de chipset que a motherboard utiliza.
Caso seja uma motherboard antiga, um simples cooler passivo deverá ser o suficiente (desde que possua no interior algum fluxo de ar). Algo como o Coolermaster NB Cooler ou o Zalman NB-47J deverão ser mais do que suficientes para a maioria dos casos.
Se a motherboard já for mais recente e utilizar um chipset topo de gama como o Nvidia nForce4 SLI ou os Intel 925XE ou 955, deverá utilizar um cooler activo. Um Swiftech MCX159 seria sempre o ideal, mas devido ao seu elevadíssimo preço (44 euros), o ideal será algo como o Northpole, que custa metade e faz quase o mesmo serviço. Possui uma ventoinha extremamente silenciosa (que poderá regular se ligar a um controlador) mas já é bastante mais complicado de encontrar à venda.

Fonte de alimentação
Após silenciarmos os principais produtores de ruído de dentro de uma caixa de computador, deparamo-nos com a fonte de alimentação.
Na maior parte dos casos, as fontes de alimentação utilizam uma ou duas ventoinhas de 80mm, por norma de fraca qualidade e bastante ruidosas.
Felizmente algumas marcas decidiram comercializar fontes com uma ventoinha de 120mm silenciosa ou até mesmo de 140mm. Este tipo de fontes costuma aguentar uma potência entre 350 a 550W, de marcas como a Cooler Master, Noiseblocker, Eurotech, LC Power, OCZ, entre outras. Existem também fontes especialmente desenhadas para muito baixo ruido, como as BeQuiet, as Zalman e as Yesico. Estas duas últimas são fontes totalmente passivas, que utilizam uma estrutura toda em alumínio para espalhar pela caixa ATX e aproveita-la para dissipar o calor gerado pela mesma. As BeQuiet são fontes normais, com características muito semelhantes às OCZ Powerstream (topo de gama da OCZ), mas que possuem duas ventoinhas de 80mm extremamente silenciosas. São actualmente das fontes mais conceituadas para quem deseja possuir um sistema topo de gama e pretende silencio.

Caixas
Parece que não, mas a escolha da caixa pode ter alguma influência na geração de ruído no interior da caixa. Se esta for de fraca qualidade, a própria vibração dos discos rígidos na caixa poderão gerar um barulho bastante significativo.
Outro problema prende-se com o facto de a caixa poder estar mal estruturada, e nos locais para colocação de ventoinhas para gerar um bom fluxo de ar, os apoios das mesmas ou o local não seja o mais indicado, gerando um ruído superior ao esperado.
Durante tempos, as Chieftec dominaram o mercado de caixas para computadores de entusiastas. Eram caixas extremamente simples e ligeiramente moduláveis. A vantagem de tanta gente ter adquirido na altura caixas desta marca foi a de que alguns fabricantes como a Noiseblocker terem lançado kits de espuma isolante especialmente desenhados para as mesmas.
Eram placas de espuma com alcatrão que, ao serem coladas nas paredes da caixa, isolavam o interior, impedindo assim que cá fora ouvíssemos ruído gerado no seu interior.
Obviamente que isto tinha um grande contra, que era o facto de impedir que o ar quente aquecido pelos componentes pudesse vir para o exterior, aumentando muito a temperatura interna da caixa e dos seus componentes. Como tal, este tipo de kits de isolamento caíram no esquecimento.
O ideal, hoje em dia, será adquirir uma boa caixa, de preferência em alumínio, não só pelo seu peso reduzido, mas por permitir que a mesma contribua para a dissipação do calor interno, tornando assim desnecessário a utilização de tantas ventoinhas.
Para quem tem possibilidades (financeiras, obviamente), existe sempre a caixa ideal: a Zalman TNN 500.
Trata-se de uma caixa totalmente passiva com fonte de alimentação (também passiva) integrada. Possui vários conjuntos de Heatpipes com blocos que se colocam tanto no processador, Northbridge e gráfica, e permitiam através desses Heatpipes que a caixa em si dissipasse o calor gerado por estes. É o sonho de qualquer um que deseje silenciar totalmente o computador, mas com um preço na ordem dos 1000 euros.

Conclusão
Com o tipo de produtos indicados neste artigo, qualquer um poderá silenciar o seu computador, basta ter um pouco de força de vontade e algum capital para adquirir os coolers certos para o seu sistema. Caso pretenda máxima performance mas com menos ruído ainda, o ideal será apostar então num sistema de Watercooling, mas deste tema falaremos mais tarde num outro artigo. O tipo de componentes indicados neste artigo poderá ser encontrado à venda nas principais lojas de informática do país: Aquapc, Chiptec, Extreme-Computers, Globaldata, Pcdiga, entre outras.

Publicado por Gustavo Dias | Categoria: Bits & Bytes | 1 comentário »
3/Agosto/2005

Esperem lá, sff.

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Excelentíssimos senhores utilizadores do Internet Explorer: serve este post para vos alertar que, enquanto usarem esse semi-browser, não poderão ver este blogue (e muitos outros) como o blogger o imaginou. Assim, sugiro-vos que descarreguem o Firefox para uma navegação mais completa, feliz e sem sobressaltos. Obrigado.

É verdade. Tomem lá o link para sacar o Firefox.

E agora?

  • Não gostam do aspecto? Querem mudá-lo? Força
  • Não conseguem ver sites animados? Precisam do Macromedia Flash e do Shockwave Player. Instalem-nos e pronto.
  • Não conseguem ver sites com filmes QuickTime? Não há problema. Vão buscar o QuickTime Alternative e instalem-no que ele mete logo o plugin sem mais chatices.
  • Não conseguem ver ficheiros RealPlayer? Ora, isso é canja. Saquem o Real Alternative, instalem-no e está resolvido.
  • Não conseguem ver ficheiros PDF? Claro que conseguem! É só sacar o Acrobat Reader.
  • Precisam de um Javazito? E não precisamos todos? Bem, saquem daqui – instalem.

O quê? Como? Com o Firefox já não conseguem entrar em sites que vos tentam descarregar controladores ActiveX marados que aproveitam as vulnerabilidades do Internet Explorer para vos descarregar toneladas de merda no computador? Ainda bem!

Publicado por Marco Santos | Categoria: Cenas Geek | Comentários Desligados