Rui Costa, a despedida

Publicado por Marco [11/Maio/2008] | Categoria: Futeboladas | 6 comentários »

Qualquer jogador que trate bem a bola trata bem o público, escreveu Jorge Valdano. Rui Costa sempre nos tratou bem a todos. Mais de 50 mil pessoas no Estádio da Luz retribuirão hoje à noite a gentileza do futebol de Rui Costa num enorme aplauso de despedida e agradecimento. Obrigado pelos momentos inesquecíveis, obrigado pelo segundo golo à Inglaterra no Euro2004, obrigado pelos passes, pelas lágrimas, pelas explosões de alegria. Que a gravata que te preparas para usar não esteja nem excessivamente apertada nem demasiado solta, é só o que desejo.

Na formatura

Publicado por Marco [11/Maio/2008] | Categoria: Humor | 1 comentário »

Olympus E-510: o poder da fotografia digital

Publicado por Gustavo Dias [11/Maio/2008] | Categoria: Brinquedos | 2 comentários »

A Olympus E-510 não é propriamente uma novidade, pois foi lançada em Março de 2007. Não se trata, contudo, de uma máquina qualquer: conquistou o prémio de melhor câmara DSLR para consumidores domésticos em 2007-2008.
Entre os atributos que levaram este modelo a ganhar o prémio encontra-se a elevada qualidade de imagem, as dimensões compactas e baixo peso, sem contudo reduzir o conforto da zona de punho para tirar fotografias de forma estável.

Olympus E-510

Quanto ao conjunto de funcionalidades, destacam-se claramente o sensor de alta qualidade CCD, de 10 megapixéis, com capacidade para funcionar como um sistema Full Time Live-View (este permite visualizar a imagem no ecrã LCD que está a ser captada pelo sensor CCD); estabilizador de imagem integrado na máquina, motor de processamento de imagem e um novo filtro de partículas que evita a acumulação de pó no interior do corpo.
O Viewfinder é o óculo através do qual observamos e monitorizamos a imagem a captar. Recorrendo ao tradicional sistema de prismas, o Viewfinder deste modelo E-510 é igual ao de qualquer outra máquina fotográfica semelhante: tem um sistema de focagem manual, encosto de borracha, que pode ser removido para a colocação de visores extras, e vidro anti-reflexo. A dimensão do Viewfinder é bastante pequena, mas ainda assim maior e mais prática do que o utilizado em muitas máquinas do tipo “point and shoot“. No seu interior poderá encontrar o alvo central e três pontos de focagem. Na zona central, o sensor de auto-focagem determina qual a melhor forma, ajustando vertical e horizontalmente a focagem das lentes, enquanto nos pontos fora do alvo, a máquina ajusta apenas horizontalmente.

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Revisionismos ‘geek’

Publicado por Marco [10/Maio/2008] | Categoria: Humor | 1 comentário »

Sepideh Anjamrooz, cartoonista iraniana

Os bloggers como formigas

Publicado por Marco [9/Maio/2008] | Categoria: Leituras | 2 comentários »

Giuseppe Graniere é considerado um dos maiores especialistas italianos em cultura digital, escrevendo há muitos anos sobre tecnologia e sociedade. Entre os livros que publicou, destaca-se um através do qual procurou analisar o fenómeno dos blogues, Geração Blogue, onde cumpriu um duplo objectivo: escrever tanto para o recém-chegado à blogosfera como para bloggers mais experientes. Já não é a primeira vez que este livro é aqui citado - por ocasião da problemática Page Rank, transcrevi parte de um capítulo onde eram explicados os mecanismos de indexação do Google; agora volto a transcrever outra parte, muito bem conseguida de resto, onde Granieri propõe uma analogia entre o funcionamento da blogosfera e o dos formigueiros, entre a feromona e o link, entre os bloggers e as formigas.

(…) O exemplo mais apropriado [para descrever o funcionamento dos blogues] é o da colónia de formigas. A analogia é evidente, visto que a organização destes pequenos insectos sociais reflecte bastante fielmente a de uma rede. Em síntese perfeita, a capacidade de uma formiga encontrar o percurso mais curto é comparável à exigência de um utilizador em encontrar a informação que procura no menor espaço de tempo.
Aquilo que as formigas resolvem parece um problema simples, mas não o é. Vejamos um caso prático recorrendo ao clássico exemplo do mensageiro. Um transportador tem de entregar, suponhamos, vinte e cinco encomendas em tantos outros locais diversos. O seu problema é encontrar a melhor sequência de entregas, aquela com que efectivamente poupa tempo, gasolina, pneus, etc.
Embora possa parecer uma questão sem importância, para analisar todas as variáveis e todos os percursos alternativos (com o método definido «da força bruta» porque enfrenta todas as encruzilhadas possíveis) um computador muito potente, capaz de processar vários milhões de combinações por segundo, empregaria bem mais de mil anos. No entanto, as formigas encontram sempre o caminho mais rápido. Simplesmente cooperando.
Quando uma formiga encontra o melhor percurso, comunica através do ambiente (deixando vestígios de feremonas) e coloca a sua experiência à disposição das outras, que assim conseguem encontrar o caminho mais curto entre o formigueiro e o alimento. Uma experiência no terreno demonstrou que, perante dois percursos iguais, as formigas começaram a seleccioná-los casualmente. A certa altura, por mera flutuação estatística, um grupo mais numeroso percorreu um dos caminhos, depositando uma maior quantidade de feromonas e influenciando as escolhas sucessivas das outras formigas. Numa segunda experiência, estabelecidos dois percursos de diferente comprimento, as formigas mais rápidas a regressar (as que tinham escolhido ir e vir pelo mesmo caminho) deixaram mais feromonas porque tinham percorrido duas vezes este percurso. E todas as outras se encaminharam pela via mais rápida. É deste modo que praticamente todas utilizam o conhecimento comum.
Na realidade, sem percursos preestabelecidos, a pesquisa verifica-se através de um processo estocástico, que é como quem diz, baseado na probabilidade, em que cada formiga age segundo os dados comuns e cujo resultado é uma solução encontrada colectivamente.

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Um por todos e todos por um

Publicado por Marco [9/Maio/2008] | Categoria: Humor | 4 comentários »

Clix tac, Clix tac, Clix tac

Publicado por Marco [9/Maio/2008] | Categoria: Cromos | 13 comentários »

Este artigo foi escrito pelo meu amigo Miguel Silva Costa, administrador da WebHS, empresa que fornece alojamento ao Bitaites e a mais de 1200 sites. Espero que este depoimento seja lido por pessoas responsáveis da Clix e que estas tenham vergonha na cara. Mas a incompetência é tanta que receio não existir no mundo um rosto suficientemente espaçoso e bochechudo capaz de albergar tanta vergonha. Talvez a barriga. Vários barrigas. Um pelotão de barrigas.

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Em Fevereiro iniciámos com a Clix o processo de migração de ligação à Internet. Após grandes dificuldades para simplesmente iniciar o processo, só um mês depois a Clix resolveu dar-lhe andamento. No início deste mês, acreditámos que estaria concluído. Quatro dias depois, ficámos impossibilitados de fazer ou receber chamadas porque a Clix, no processo de migração, desligou os dois números: o novo, que devia ter activado, e o antigo. Confusos? Esperem só até ler a transcrição das nossas conversas telefónicas com os help-desks. Escusado será dizer que a situação se mantém até hoje.
O que se segue é uma dramatização dos eventos baseada em factos verídicos.

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Inicia-se processo de migração telefonando para o número gratuito da Clix. «Não, não precisa de um contrato novo, podemos pedir aqui a migração do actual». Porreiro, assim até é mais rápido. Mas diga, como assim, contrato novo? O seu colega disse que não era preciso!? «Sim, mas terá que realizar um novo contrato». Ok, pronto, eu envio-lhe isso e aguardo. Ligo para onde, escolho que número? Oiço uma voz automática a dizer que faltam documentos? Mas que documentos, eu enviei tudo o que me pediram. Quer uma factura da água ou da luz? Então mas o espaço é novo, ainda não tenho facturas, isso demora dois meses. Foi por isso que lhe enviei o contracto da Epal. Não, a si não, à sua colega. Não, à outra. Já não sei, nestas três semanas já falei com sete ou oito. Sim, eu aguardo.

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Como assim, não serve? Quer que mude o registo comercial da empresa para poder enviar-lho? Não arranja outra forma, é que não quero mudar a minha morada no registo por causa da ligação à Internet. “Não recebeu uma carta nossa a indicar que faltam documentos?” Sim, recebi, por isso telefonei. «Então vamos contactá-lo em breve para agendar consigo o momento em que o estafeta vai passar aí para ir buscar essa carta, serve como comprovativo de morada». Portanto o contacto da Epal não serve, mas serve a carta, eu compreendo. Sim, pode passar. Amanhã? Ok, fica combinado. Estou? Não dá jeito à hora que combinaram? Se afinal pode ser mais cedo? Sim, pode.

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Estou? Olhe, era só para confirmar que é para manter o número e saber quanto tempo ainda demora o processo. Como assim, não sabia que era para manter o número? Mas diz no contrato e já o disse a quatro colegas seus. Sim, aguardo. Afinal diz aí? Óptimo. E quanto tempo ainda demora? Não sabe? Só esperar? Certo.

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